Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

sábado, 13 de março de 2010

Bruno Senna: "Resultado da prova não faz diferença"


Brasileiro ressalta importância de coletar dados em GP para a evolução da Hispania





Bruno Senna, piloto da Hispania, conversou com os repórteres brasileiros após o encerramento do treino de classificação para o GP do Bahrein, no circuito de Sakhir.

O brasileiro, que participou de seu primeiro treino oficial na F-1, mostrou-se consciente dos problemas de sua equipe, mas destacou a importância da estreia de Karun Chandhok em função da maior possibilidade de coletar dados para trabalhar na evolução do carro.

Confira os principais trechos da entrevista de Bruno:

Sentimentos após o treino

"Foi outro dia de desafios. O carro foi razoavelmente confiável hoje, não deu nenhum problema maior, foi a primeira vez que a gente conseguiu fazer um acerto de carro direito, entre o treino livre e a classificação. O balanço do carro não estava exatamente maravilhoso para a classificação, e a gente perdeu muito tempo com isso, o carro era bem difícil de pilotar. Mas a gente aprendeu alguma coisa sobre o carro agora, vamos aprender muito mais sobre o carro amanhã na corrida, e vamos fazer o máximo de volta que pudermos."

A estreia de Chandhok

"É importante para a gente, porque cada piloto tem um tipo de feedback. O Karun talvez esteja um pouco mais ambientado com [carros de] Fórmula do que eu, então o retorno dele também é importante. Acho que agora vamos ter que trabalhar em conjunto para passar o máximo possível de informação para a equipe, aprender o mais rápido possível sobre o carro."

Hispania pode largar dos boxes

"Estamos analisando a hipótese de não começarmos do grid, mas sim dos boxes, para podermos mexer no carro hoje à noite. (...) Sob o meu ponto de vista e o dos engenheiros, é importante a gente conseguir trabalhar um pouco e captar dados. Para mim, quanto mais a gente puder experimentar na corrida de amanhã, é melhor. Em termos de resultados, em si, não faz muita diferença para a gente começar de um lugar ou de outro, mas é importante poder mexer no carro." (fonte:tazio)


Vídeo: Bruno Senna na qualificação



Vídeo - GLOBOESPORTE.COM

Primeira volta do piloto Bruno Senna na F1 pela HRT .

Primeira volta do piloto Bruno Senna na F1 pela equipe Hispania Racing Team no dia 12 de março de 2010.
Selecionei algumas fotos antes do video, ai teve sacrifícos, crescimentos, experiencias e muita luta. O Bruno não caiu de para quedas ou somente pelo sobrenome, chegou por que é muito bom no que faz e tem muito mérito. Uma prévia até os dias de hoje. Foram anos dedicados e sua competencia o fez chegar a F1.
Fazendo a sua história com a sua capacidade.

Feliz com avanço, Bruno Senna sonha completar GP do BahreinFeliz com avanço, Bruno Senna sonha completar GP do Bahrein


"Aos poucos, estamos reduzindo diferença para as outras equipes".

SÃO PAULO - Bruno Senna mostrou neste sábado que é possível partir da última fila do grid e nem assim ficar decepcionado. Depois de estabelecer a 23ª posição na primeira das três sessões classificatórias do GP do Bahrein, prova de abertura da temporada da Fórmula 1, o estreante brasileiro não escondeu o contentamento com a evolução do carro da novata HRT F1 no circuito de Sakhir. "Aos poucos, estamos conseguindo diminuir a diferença para as demais equipes", lembrou.

A avaliação de Bruno, cuja montagem do carro só foi completada na quinta-feira, é escorada pelos números. Na sexta-feira, ele havia terminado os ensaios 11,5 segundos atrás do Mercedes-Benz do alemão Nico Rosberg, o mais rápido do dia. Hoje pela manhã, na terceira e última bateria de treinos livres, ficou a 9s90 da Ferrari de Fernando Alonso. Horas depois, no Q1, a desvantagem desceu ainda mais um pouco - 8s60 - em comparação ao espanhol bicampeão. "Foi um dia bem melhor. Foi a primeira vez que pudemos mexer no acerto e levar os dois carros para a pista", observou Bruno, que viu o companheiro de equipe, o indiano Karun Chandhok, finalmente deixar os boxes no início das tomadas classificatórias. "Ele fez um bom trabalho, levando em conta os problemas hidráulicos que o carro apresentou antes de ser colocado em condições de andar." Chandhok largará da 24ª e última colocação.

Bruno disse que a evolução do monoposto pôde ser percebia em todas as áreas. "A melhoria foi geral. Na potência do motor, na resposta do acelerador, na troca de marchas, enfim, em praticamente tudo", resumiu. Segundo ele, o resultado poderia ter sido ainda mais representativo caso o acerto não tivesse "passado do ponto". Depois dos treinos matinais, a equipe mexeu nas regulagens e o resultado não agradou. "Ficou difícil virar o volante", explicou.

Com base no comportamento do carro desde a sexta-feira, Bruno acredita que, mais do que nunca, a meta traçada pela equipe para a inauguração do calendário continuará a ser perseguida. "Vamos tentar completar a prova, o que já será um ótimo resultado para nós. É claro que a confiabilidade do carro ainda não testada, porque não fizemos os testes de resistência que as demais realizaram nos testes de inverno na Espanha. Neste aspecto, ainda teremos de ver o que vai acontecer na corrida", admitiu Bruno, que está reencontrando um traçado modificado em relação ao circuito no qual correu pela Fórmula GP2 em 2007 e 2008. "As mudanças deixaram a pista mais difícil, mas hoje já me senti bem mais à vontade do que ontem", comparou.

Fonte: MF2
Foto: Sutton Images/ MF2

Bruno Senna já sente evolução do carro da HRT


Estreantes, piloto e equipe reduzem desvantagem no último ensaio antes do qualifying no Bahrein.

SÃO PAULO - Aos poucos, como imaginado pelo piloto e pela equipe HRT, o carro de Bruno Senna começa a dar sinais de evolução em seu batismo de fogo no GP do Bahrein. Neste sábado, o estreante brasileiro deixou o carro da escuderia novata um pouco mais próxima dos adversários na terceira e última sessão de treinos livres que antecedem às tomadas classificatórias de logo mais. Bruno completou mais 11 voltas e registrou seu melhor tempo destes dois dias em 2min04s001. Na comparação, ficou a 9s902 da Ferrari de Fernando Alonso, o mais rápido da prática, contra a diferença de 11s5 da véspera para a Mercedes-Benz de Nico Rosberg.

Bruno manifestou satisfação com o comportamento do carro, que não apresentou qualquer problema sério. "Agora, está bem melhor. Pelo menos, temos um acerto inicial, já que ontem estava ainda completamente desarrumado", lembrou. A melhora, no entanto, ainda não permite sonhos ambiciosos. "Ainda temos muito que mexer no carro. Para nós, o qualifying continuará sendo o que foram estes treinos livres, apenas mais uma oportunidade de ganhar quilometragem e encarar o que vier como mais uma sessão de testes", explicou.

O rendimento superior em relação à sexta-feira se torna mais notório quando se leva em conta a quantidade de combustível carregada pelo carro do time espanhol. Se os treinos matinais de sábado servem para as equipes simularem as condições do qualifying, o que significa menos combustível e consequentemente menor peso, Bruno treinou sempre com o tanque quase completo. "É claro que no qualifying vamos com o mínimo de gasolina, para ter uma avaliação mais real do desempenho, mas sem qualquer outra pretensão", antecipou.

Enquanto Bruno cumpria mais um capítulo de seu processo de adaptação ao carro e à categoria, o companheiro Karun Chandhok continuou retido nos boxes e novamente não conseguiu entrar na pista. Apesar de todo o esforço dos técnicos da HRT, a equipe ainda luta para solucionar a pane hidráulica que mantém o carro sob os cuidados dos mecânicos desde a chegada no Bahrein.

Fonte: MF2
Foto: Sutton Images/ MF2

Bruno Senna baixa tempo e fecha 3ª sessão na 22ª posição


O piloto brasileiro percorreu 11 voltas e registrou sua melhor passagem em 2.04.001, na 22ª colocação. Para efeitos comparativos, Bruno ficou a 9.902 segundos atrás do líder Fernando Alonso (1.54.009) e a menos de 3 segundos atrás do veterano Jarno Trulli, da Lotus, o 21º colocado. Nada mal para um carro que percorre os primeiros quilômetros e que ainda necessita de muitos ajustes.

Infelizmente, o indiano Karun Chandhok, companheiro de Senna, novamente enfrentou problemas técnicos em seu Dallara-Cosworth e não conseguiu fazer a sua estréia.

Foto: Sutton Images/ MF2

Resultados do 3º Treino Livre do GP do Bahrein


Clique na imagem para ampliar

Fonte: Formula1.com (The Official F1 Website)

sexta-feira, 12 de março de 2010

Bruno Senna quebra gelo e já prevê evolução do carro


"Vamos continuar melhorando até o final da corrida".


SÃO PAULO - Bruno Senna deixou o autódromo de Sakhir na noite desta sexta-feira cansado pelo longo dia de estreia na Fórmula 1, mas satisfeito com o balanço do primeiro contato com o carro da HRT F1. "Foi um dia bom. Conseguimos fazer tudo o que estava programado e, o que é mais importante, sem problemas graves, a não ser uma coisinha ou outra normal para um carro que nunca tinha rodado", analisou, citando uma leve queimadura nas costas como efeito colateral do batismo de pista da equipe espanhola.


No total, Bruno completou 20 voltas. As três primeiras, pela manhã, serviram apenas para a verificação dos sistemas. "A equipe me pediu somente para conferir se não havia nenhum vazamento no motor ou algo queimando. Felizmente, tudo estava funcionando a contento", disse. No período da tarde, percorreu mais 17 giros e estabeleceu a melhor passagem em 2min06s968, ou 11,5 segundos mais lento que a marca que deu ao alemão Nico Rosberg, da Mercedes-Benz, a volta mais rápida no geral das duas sessões.


Bruno disse que a diferença já era esperada, mas que a prioridade da HRT ainda está longe de ser com o cronômetro. "Ainda não foi possível fazer qualquer trabalho de performance ou acerto. Por isso é que eu estava tão lento. Mais tarde, aliás, descobrimos que o motor estava operando com apenas 88% da potência. Além disso, em alguns momentos parecia que havia um turbo, porque de repente dele dava uma acelerada", explicou.


Uma das equipes novatas e com participação no campeonato confirmada apenas nas últimas semanas, a HRT F1 não esconde que o Grande Prêmio do Bahrein, abertura da temporada 2010 da Fórmula 1, servirá muito mais como o seu primeiro grande teste - a equipe não participou dos ensaios de pré-temporada. "Hoje, por exemplo, nem deu para começar a me entender com o volante e seuiss inúmeros botões, porque nosso foco era muito mais andar com o carro. Eu também estava precisando me readaptar, porque não pilotava um carro de corrida fazia tempo", lembrou.


Bruno acredita que, de posse das inúmeras informações colhidas nos treinos iniciais, o rendimento do carro "vai melhorar um monte" a partir deste sábado e até o final da corrida. Lembra, no entanto, que a preocupação com os resultados dos treinos classificatórios e de sua posição de largada no grid deste domingo é a última coisa que passa pela cabeça de todos na HRT. "Nosso objetivo continuará sendo aquele que traçamos antes de chegar aqui: andar o máximo possível. É isso o que temos de fazer, para entender o carro e melhorá-lo. Karun Chandhok, meu companheiro de equipe, ainda nem andou, porque o carro dele deu um problema. Este é só o começo", concluiu.

Fonte: MF2
Foto: Sutton Images/ MF2

Ouça: Bruno Senna comenta os treinos de sexta-feira


O jornalista Felipe Motta, da Rádio Jovem Pan, publicou no BLOG DENTRO E FORA DAS PISTAS a conversa de Bruno Senna com os jornalistas brasileiros após a sua estréia oficial na Fórmula 1. Para ouvir acesse:
Foto: Sutton Images/ MF2

Primeira volta de Bruno Senna na F1

Primeira volta de Bruno Senna na F1, fazendo o shakedown com seu Hispania no primeiro treino livre para o GP do Bahrein.



Link para download do vídeo:
Primeira volta de Bruno Senna na F1

Imagens de um dia histórico: Bruno Senna estreia na Fórmula 1











Fotos: GP Update

Parabéns Bruno Senna, estreamos na F1.

Bruno, tenho que deixar registrado esse momento maravilhoso a todos nós e principalmente a voce, chegamos e estreamos na F1.
Parabéns Bruno Senna!
Emoção e realização. Sei que muito trabalho ainda terão todos da equipe Hispania Racing Team.
Chorei aqui sozinha e ao ver a Karin Sturm e a Bianca ai no seu box, despenquei de vez em ve las representando todas nós mulheres, mães, fãns, amigos, torcedores de forma geral.
Queria estar junto de voce nesse grande momento de sua vida, mas voce sabe que estive e estou junto em pensamento e mandando muita energia positiva. Afinal....hehehe
Obrigada Bianca por tudo que faz ao Bruno. Esse garoto ainda vai dar muitas alegrias a todos os brasileiros. Ganhou até musica.
BRUNO amei seu nome cravado no carro da Hispania Racing Team F1.
As estrelas do Cruzeiro do Sul só vieram confirmar o que já sabemos....hoje NASCEU MAIS UMA ESTRELA NA F1. Valeu demais Bruno!

É nóis!
Carol Lo Re

Resultados do 1º Treino Livre do GP do Bahrein


Clique na foto para ampliar

Fonte: Formula1.com (The Formula 1 Official Website)

quinta-feira, 11 de março de 2010

"Fotógrafo" Chandhok captura brincadeira de Bruno Senna no Bahrein

Companheiros de equipe na GP2 e reunidos agora na F1, Bruno Senna e Karun Chandhok chegaram a ser considerados como a dupla de pilotos ideal, graças à relação de amizade e respeito que sela essa parceria.

E o irreverente companheiro de equipe de Senna não cansa de dar demonstrações da camaradagem existente entre os dois pilotos. Hoje, em seu Twitter, o indiano publicou uma divertida foto onde Bruno aparece brincando com a paisagem do circuito do Bahrein.



Senna e Chandhok farão sua estreia na F1 no primeiro treino livre para o GP do Bahrein, às 4h desta sexta-feira (horário de Brasília), onde levarão o Hispania para as pistas pela primeira vez.

Foto por Karun Chandhok
Twitter @karunchandhok

Bruno Senna chegou a pensar em plano B para a F1


Bruno Senna vai estrear na Fórmula 1 neste domingo pela Hispania, equipe espanhola que não fez nenhum teste até agora. As coisas, porém, podiam ser diferentes. Nesta sexta-feira, a mãe, Viviane Senna, admitiu que, há cerca de um mês, o staff do piloto procurava alternativas para sua estreia na Fórmula 1.

O nome do sobrinho de Ayrton Senna foi cogitado na Toro Rosso, que estreia no GP do Bahrein, neste domingo, com o suíço Sebastien Buemi e com o espanhol Jaime Alguersuari. A escuderia, inclusive, é comandada por Gerhard Berger, o homem que levou Bruno para Europa.

“Com as indefinições da Campos, começamos a pensar em um plano B. Recebemos, inclusive, propostas alternativas. Mas o que nós queríamos mesmo era tentar até o fim [com a Campos]. Até porque estamos olhando a longo prazo”, admitiu Viviane, sem confirmar ou negar o nome da equipe.

Segundo ela, a resistência em desistir do time de Adrián Campos, que foi comprado recentemente por José Ramón Carabante, foi grande. “Quando assinamos, todo mundo achou que a decisão era a mais correta. E quando o Carabante entrou no jogo, garantiu que o contrato do Bruno estava garantido e seria cumprido”, explicou.

O brasileiro, inclusive, teve papel decisivo para a manutenção do time. Nesta quinta-feira, Viviane participou do anunciou do patrocínio do banco Cruzeiro do Sul à equipe. Os investidores não revelaram o valor do acordo, mas o dinheiro chega ao time com a chancela de Bruno. Seu companheiro de equipe, o indiano Karun Chandhok, ficou com a vaga porque trazia um alto valor em patrocínios para o time.

“O Carabante garantiu que o contrato assinado seria cumprido, independentemente de patrocínios. Mas é claro que com esse novo acordo, o time ganha mais estabilidade. Esse novo acordo vai significar mais desenvolvimento para o carro, que é muito importante”, comemorou Viviane.

Família se emociona

O evento marcou também a primeira vez que a mãe viu o filho com o macacão que irá usar na sua estréia na Fórmula 1. Na entrevista, Viviane se emocionou ao revelar que a família segue abalada pela tragédia com Ayrton Senna, em 1994. A todo momento, as expressões usadas são “o que aconteceu”, nunca acidente ou tragédia.

E, segundo ela, seu pai, Milton, de 85 anos, não consegue se envolver diretamente com a carreira do neto. “Ele ainda sente um pouco. Até pouco tempo atrás, ignorava o que tinha a ver com o Bruno na Fórmula 1. Hoje, mudou um pouco. Pergunta. Mas toda a história mexeu muito com ele. Quando o Ayrton foi campeão mundial pela primeira vez, ele o chamou de volta. ‘Acabou esse brincadeira’. O Ayrton voltou, mas não estava feliz. E o meu pai permitiu que ele voltasse”, lembrou Viviane.

Ela chorou ao lembrar do kart que o pai construiu para o irmão, na fábrica da família, usando um motor de máquina de cortar grama. E também contou como tentou fazer com que Bruno desistisse do mundo da velocidade.

“Quando ele fez 18 anos, falou que queria ser piloto. Achei que era coisa de adolescente. Primeiro carro e tudo mais. Enrolei ele por dois anos. Depois, conversamos e ele me contou que estava esperando acabar a faculdade para juntar dinheiro e virar piloto. Aquilo me emocionou. Imagina, se ele esperasse tudo isso, iria chegar de bengala na Fórmula 1”.

A mãe, porém, ainda tentou mudar a ideia do filho: “Olha só, você pode ser mecânico, pode ser engenheiro, pode ser chefe de equipe. Mas ele dizia ‘não, quero estar naquele banco, atrás do volante’”.

Depois disso, a roda da carreira de Bruno começou a rodar. Viviane ligou para Berger, ex-companheiro do irmão, e o austríaco deu uma chance para o novato. Bruno fez sucesso e, em cinco anos, chegou à elite do automobilismo mundial.

Por Bruno Doro
UOL Esporte

Musica feita para Bruno Senna



Seus assessores, patrocinadores e parentes pedem para que não sejam feitas comparações, mas Bruno e Ayrton Senna têm em comum muito mais do que o sobrenome. Além do amor ao automobilismo e a presença na Fórmula 1, o sobrinho do tricampeão mundial agora também tem uma música preparada para suas vitórias.

Ayrton, morto em 1994 em San Marino, tinha seus triunfos na categoria embalados pelo tema criado por Eduardo Souto Neto. Bruno, que estreia na F-1 neste domingo (14) no GP do Bahrein, ganhou de presente de seu novo patrocinador, o Banco Cruzeiro do Sul, um novo tema. Para coincidir com a primeira corrida do piloto, o compositor teve apenas dois dias para criar a música. A mãe de Bruno, a empresária Viviane Senna, acompanhou o lançamento da música.

- O Bruno é uma pessoa diferente do Ayrton e não acho certo ficarmos comparando suas carreiras. Ele vai correr por ele mesmo. A música dele é muito bonita.
R7

Bruno Senna ganha música do mesmo autor do 'Tema da Vitória' antes de estreia

Eduardo Souto Neto compõe homenagem ao piloto em apenas dois dias




Antes mesmo de estrear na Fórmula 1, Bruno Senna já ganhou uma música-tema. O maestro Eduardo Souto Neto, mesmo autor do "Tema da Vitória", que embala as vitórias do Brasil na TV Globo e popularizada por Ayrton, tio do piloto, compôs o "Tema de Bruno Senna" por encomenda de um dos novos patrocinadores do brasileiro e que também vai apoiar a Hispania, equipe estreante na categoria em 2010. Eduardo Souto Neto diz que música foi composta em apenas dois dias, sob encomenda do Banco Cruzeiro do Sul, novo parceiro do piloto. A intenção seria homenagear a chegada do piloto e o retorno do sobrenome Senna à Fórmula 1. - Assim que desliguei o telefone com o pedido deste desafio impensável até então, desejado desde sempre, meu primeiro sentimento foi desenhar o tema com uma guitarra berrando, gritando de emoção, para trazer de volta o sentimento da conquista - diz Eduardo Souto Neto.
GeF1

Viviane Senna se emociona ao ver Bruno de macacão


Mãe de Bruno Senna lembra Ayrton e chora ao ver filho de macacão

Henrique Moretti
Direto de São Paulo

A empresária Viviane Senna não conseguiu segurar as lágrimas ao ver o filho, Bruno, vestido pela primeira vez com o macacão da Hispania, equipe pela qual fará sua estreia na Fórmula 1 no próximo domingo.

"Não estou nem acreditando", disse ela, emocionada, ao observar o filho por meio de uma webcam direto dos boxes do circuito do Bahrein. "Nem sabia como era esse macacão, mas caiu bem. É a primeira vez que o vejo, assim como vocês (jornalistas)".

Bruno Senna interagiu com a mãe nesta quinta-feira pela manhã, em evento no qual foi anunciado o seu novo patrocinador, o Banco Cruzeiro do Sul. A marca será estampada no capacete e no macacão do brasileiro e também nos dois carros da Hispania (na parte lateral do veículo, próximo à entrada de ar, e no bico, acima do numeral).

A equipe espanhola também levará à pista o piloto indiano Karun Chandhok, reeditando uma dupla que já esteve junta em 2008, quando o brasileiro foi vice-campeão da GP2 pela iSport International.

Viviane ainda lembrou-se do irmão, o tricampeão do mundo Ayrton Senna, morto em acidente no GP de San Marino em 1994, ao falar com o filho a três dias da estreia oficial do piloto na Fórmula 1. "É muito bonito ver todo mundo torcendo pelo Bruno. Ele está entrando (na F1) quando meu irmão completaria 50 anos", afirmou a empresária. Senna faria aniversário no próximo dia 21.

Na teleconferência, o sobrinho de Ayrton, 26 anos, mostrou-se sempre muito sorridente e feliz com a confirmação de sua vaga na Hispania. Vendida para o empresário espanhol José Ramón Carabante, a escuderia, que se chamava Campos, só conseguiu contornar graves problemas financeiros no fim de fevereiro.

"Desde que recomeçou o trabalho, a equipe vem se dedicando 24 horas por dia", afirmou Bruno. "Todos aqui têm nos dado parabéns pelo trabalho maravilhoso, de outro mundo. Estou muito confiante em que tudo vai dar certo", completou ele, que testará o novo carro pela primeira vez apenas nesta sexta - a partir das 4h (de Brasília), começam os treinos livres para o Grande Prêmio do Bahrein.

Fonte: Portal Terra

Bahrein abre treinos e devolve nome Senna à Fórmula 1


Tranquilo, Bruno Senna diz que quer apenas construir a própria carreira


SÃO PAULO - Dezesseis anos depois da morte de Ayrton Senna, no GP de San Marino de 1994, um dos nomes mais importantes da história da Fórmula 1 estará de volta nesta sexta-feira no Bahrein. Quando entrar na pista de Sakhir a partir das 4 horas (Brasília) para a primeira sessão de treinos livres da abertura da temporada, Bruno Senna devolverá à categoria uma de suas griffes mais conhecidas e ainda cultuadas. O sobrinho do tricampeão mundial, no entanto, diz que procura deixar a emoção de lado. "Honestamente, tento nem pensar isso. Quero apenas construir minha própria carreira, embora certamente eu não estivesse aqui se não fosse por ele."


Bruno não esconde a felicidade com o momento e o final de um período de incertezas que marcou a arrancada da equipe - nascida como Campos Meta F1 e recentemente, depois da mudança de controle, rebatizada como HRT F1 - Hispania Racing Team. A confirmação de que os carros estariam no grid espanta o fantasma da repetição da decepção pela qual passou no ano passado, quando acabou preterido por Rubens Barrichello na transição da Honda para a Brawn GP e perdeu a última vaga ainda em aberto naquela oportunidade. "Só de estar aqui no paddock, entre pilotos considerados os melhores do mundo, já é uma sensação muito legal", afirmou. "E estou tranqüilo, não sinto qualquer pressão, porque acho que todos já sabem das dificuldades que enfrentei nestes últimos meses."


Ao mesmo tempo em que controla a ansiedade pelo contato inicial com um carro que ainda está sendo finalizado e jamais entrou numa pista - a equipe perdeu todos os testes de pré-temporada na Espanha -, Bruno começa a se acostumar à extenuante rotina da Fórmula 1. Nesta quinta-feira, por exemplo, deu entrevistas, posou para a foto oficial com o macacão que recebeu apenas na véspera, acompanhou a montagem do HRT, percorreu o circuito a pé ao lado de seu engenheiro e do técnico de telemetria e ainda se submeteu ao obrigatório teste de extração do cockpit exigido pela FIA. "Saí do carro e recoloquei o volante em nove segundos, bem dentro do período máximo de 15. Mas não fiz um treino sequer, porque os mecânicos estavam trabalhando na montagem. Senão, daria para ser de dois a três segundos mais rápido", ressaltou.


Bruno disse que a preparação da equipe vem sendo elogiada por todos no paddock. "O pessoal está 24 horas direto em cima do carro. O que conseguimos até agora é algo fora do comum, até porque tem muita gente nova. O progresso no desenvolvimento do carro é visível", comentou. Curiosamente, Bruno viu um aspecto positivo no fato de a HRT não ter participado dos testes coletivos. "Por exemplo, estamos aqui com a terceira versão do câmbio, já que as anteriores deram alguns probleminhas e precisaram ser melhoradas", justificou. Segundo ele, a Cosworth - fornecedora de motores das equipes estreantes e da Williams - municiou a HRT com informações sobre desempenho e consumo. "Mas, claro, ainda vamos ter de aprender a lidar com motor e câmbio para tirarmos nossas próprias conclusões", completou.


Sobre a expectativa para os treinos desta sexta-feira, Bruno admitiu que os primeiros contatos do carro com o traçado barenita servirão muito mais como espécie de shakedown - avaliação primária de todos os sistemas do carro. "É provável que a gente saia e pare várias vezes nos boxes, para checar o funcionamento de tudo. Se as coisas derem certo, na segunda a gente pode começar a pensar nos long runs e ficar mais tempo rodando", previu.


As boas notícias envolvendo a HRT continuam. Nesta quinta-feira, durante evento em São Paulo que contou com a participação de Bruno Senna direto dos boxes do Bahrein via Internet, o Banco Cruzeiro do Sul anunciou parceria com a equipe e o piloto. A logomarca da instituição financeira será aplicada sobre o bico e nas laterais ao lado das tomadas de ar, tanto no carro de Bruno quanto de seu companheiro Karun Chandhok. O logo também será visto no macacão do piloto, enquanto as estrelas que compõem a imagem gráfica do banco estarão no alto do capacete do brasileiro.


Fonte: MF2

Foto: Sutton Images/ MF2

Macacão novo e fotos de Bruno Senna







Fotos de Getty Images Sport


By: Paul Gilham

Ouça: Entrevista de Bruno Senna nesta quinta-feira

O jornalista Felipe Motta, da rádio Jovem Pan, publicou no BLOG DENTRO E FORA DAS PISTAS uma conversa de Bruno Senna com os jornalistas brasileiros, nesta quinta-feira, no Bahrein. Acesse:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/f1/audios/audios-os-brasileiros-pedem-a-palavra/

Foto: Sutton Images/ MF2

Entrevista com Bruno Senna


Bruno Senna passou por alguns sustos nas últimas semanas com a reestruturação da Campos, que se tornou Hispania. Mas, apesar de um breve temor de perder seu lugar na F1, a equipe foi salva e ele vai fazer sua estreia em grandes prêmios neste fim de semana.

Autosport estava lá para ouvir os pensamentos de Senna sobre a tarefa adiante e os últimos meses de nervosismo, durante um encontro do brasileiro com repórteres hoje no paddock do Bahrein.

Pergunta: Agora que você está aqui, e que está tudo acontecendo, qual é a emoção?

Bruno Senna: É uma sensação ótima. Eu viajei para o Bahrein na segunda-feira - então você realmente tem a sensação de que as coisas estão começando a acontecer de verdade. Antes disso, eu estava cauteloso com as expectativas, porque eu sabia que nada ia ser super fácil.

É uma sensação ótima estar aqui, agora, neste paddock, e eu espero que a gente consiga aprontar tudo para o fim de semana da corrida. E também trabalhar um pouco com o lado bom, porque até agora nós só trabalhamos e vimos e ouvimos o lado dos negócios e da política, e não o lado do esporte, que é aquele de que eu realmente gosto.

P: Houve algum momento nas últimas semanas em que você pensou que a equipe não fosse dar certo?

BS: Sim, com certeza. Pouco antes de o Colin (Kolles) assumir a equipe, eu tinha expectativas muito baixas de que a equipe fosse dar certo, porque nós tinhamos gasto muito tempo tentando ser vendidos, tentando ser afiançados e tudo o mais. E eles fizeram um ótimo trabalho, considerando o tempo disponível. A equipe, Colin e todos os que entraram ou que já estavam lá, trabalharam 24 horas por dia, 8 dias por semana - eles criaram um dia extra na semana para conseguir trazer o carro para cá. E eles ainda continuam a toda velocidade. Os tempos difíceis ainda não acabaram.

P: Quando você recebeu a última ligação, ou e-mail, que disse que as coisas estavam acontecendo, que você tinha conseguido, que estava tudo 100% para o Bahrein?

BS: Nós só soubemos que vínhamos para o Bahrein no sábado, quando o carro foi embarcado faltando meia hora, então acho que nunca houve essa ligação. As nossas passagens e hospedagens foram marcadas semana passada, foi tudo de última hora, e só se resolveu realmente na semana passada.

P: Você está confiante de que há recursos suficientes para atravessar toda a temporada?

BS: Bom, nós também estamos trabalhando nisso. Eu acho que desde o começo do ano passado, quando nós assinamos um acordo, nós estamos procurando patrocinadores, e por uma razão ou outra não deu certo. Agora a equipe está pronta, então os patrocinadores ficam muito mais confiantes, e com isso nós conseguimos angariar alguns patrocínios. Agora nós temos que continuar trabalhando. Nós acreditamos que a equipe também vai receber mais dinheiro de investidores, então nós conseguimos começar a temporada dessa maneira. Vamos ter que esperar para ver como vamos conseguir continuar em termos de desenvolvimento, porque isso custa dinheiro, e não é pouco.

P: Que tipo de preparação você tem conseguido fazer?

BS: Eu tive bastante tempo para fazer treinos físicos, então eu estou em forma, mas obviamente não em forma para um carro de corrida. Eu consegui andar de kart alguns dias atrás, e fiquei com todos os músculos doloridos e condicionados de novo, e isso é melhor do que ir à academia ou pedalar e usar o meu aparelho de pescoço. Eu tenho um aparelho de pescoço da Technogym que trabalha bastante a musculatura do pescoço, então em termos de condicionamento físico está tudo bem. Eu postei no Twitter o meu vídeo na bicicleta, onde eu tive que exercitar multitarefas também. Fiz tudo que eu podia fazer em termos de preparação, mas a preparação de verdade é só no carro de corrida, e isso vai acontecer nos próximos dias.

P: O que você espera do fim de semana? O carro ainda não foi testado, então apenas dar algumas voltas já será uma grande conquista.

BS: Eu acho que o plano é sair agora na sexta, fazer um teste, uma volta de reconhecimento, voltar para os boxes, ver se nada está pegando fogo ou vazando, mandar o outro carro para a pista, e fazer isso algumas vezes, checando a eletrônica. Certamente a primeira hora e meia vai ser bastante calma, nós vamos fazer trechos curtos, observando tudo. Então nós temos que fazer em algumas horas tudo que as outras equipes fizeram em vários dias, esse é o nosso caso de qualquer maneira.

P: O que você responde aos outros pilotos que dizem que as coisas foram mais fáceis para você por causa do sobrenome Senna?

BS: Eu ouvia isso no começo, mas acho que à medida que passei pelos diferentes campeonatos os pilotos passaram a me respeitar. Eu acho que quando você cresce um pouco, as pessoas te respeitam um pouco mais. Eu tive o respeito dos outros pilotos, e tentei dar a eles todo o respeito possível.

P: Você disse antes que você está tratando este fim de semana um pouco como uma sessão de testes. O que você diria aos outro pilotos preocupados que você vá ser uma espécie de chicane ambulante?

BS: Eu não posso me preocupar com isso, porque o mais provável é que nós vamos ser mais lentos que o ritmo dos caras na frente, isso é certo. Mas nós temos que fazer o que podemos. Nós não podemos só nos preocupar com o que os outros estão pensando, considerando que essas são as nossas condições. E eu acho que simplesmente estar aqui já é uma vitória para nós, e nós vamos fazer o melhor que pudermos. Com certeza, se nós tivermos problemas, ou causarmos problemas, não vai ser de propósito, são apenas as condições com que nós temos de lidar. Além disso, eu não acho que nós vamos ser a única equipe a andar fora desse ritmo.

P: O que isso significa em termos de segurança? Porque obviamente é uma questão de segurança quando você tem um carro que é seis ou sete segundos mais lento do que outro.

BS: Isso não é tão difícil de se lidar. Eu corri na Le Mans Series com carros que eram de dois a vinte segundos mais rápidos por volta. É perfeitamente possível ter tráfego quando você tem um carro mais rápido. O que é preciso é que todos os pilotos se respeitem, e com certeza esse assunto vai ser tratado no briefing dos pilotos amanhã, e nós vamos discutir isso. Isso não é um problema.

P: Você acha que todos os outros pilotos estão de acordo com isso?

BS: Não, eu não acho. Eu acho que os pilotos nos carros mais rápidos vão ficar enfurecidos quando virem um piloto mais lento à frente deles. Mas as pessoas têm que lembrar que eles podem não estar para sempre na posição em que eles estão agora. Eles podem às vezes não estar ultrapassando, mas sendo ultrapassados. Como eu disse, é uma questão de respeito e de as pessoas darem passagem umas às outras.

P: Uns caras na Lotus ganharam uma corrida; o cara que estava na pole position aqui ano passado...

BS: Isso mesmo. Exatamente, é assim que funciona. Você sobe e desce, como eu disse. Nós só precisamos olhar nos nossos espelhos um pouco mais.

P: Você acha que vai apreciar este fim de semana?

BS: Eu já estou apreciando! É o começo de um sonho se tornando realidade pra mim. Eu tive um ano bem difícil até agora, começando no fim de 2008, onde parecia que as coisas surgiam apenas para serem tomadas depois.

Este ano estava começando a ir pelo mesmo caminho, e foi difícil aceitar isso porque há uma diferença entre você fazer alguma coisa errada e as coisas simplesmente darem errado. Se eu não sou rápido o bastante, se eu cometo um erro na pista, eu perco minha chance. Mas é outra coisa quando tudo está fora do seu controle e muda de direção de uma maneira que você não consegue se recuperar. Eu estou muito feliz por estar aqui e muito agradecido por estar aqui.

Por Jon Noble
Tradução livre

Entrevista de Bruno Senna ao Diário AS

Bruno Senna e o repórter Carlos Miquel


"No me asusta la presión del apellido"
El sobrino de Ayrton debuta en la categoría reina y asegura que no le intimida ser el centro de atención: "Estoy acostumbrado a lidiar con eso desde que empecé".

¿Está nervioso ante su primera carrera de Fórmula 1?
No, estoy muy relajado. Todo el mundo está trabajando al máximo en la escudería para sacar el gran premio adelante. Sé que será un fin de semana muy difícil. No se puede esperar mucho y hay que tener paciencia, necesitamos tiempo para mejorar.

¿Cuál es el objetivo?
Nuestro primer gran objetivo es terminar la carrera. Debemos ser, ante todo, fiables para después buscar la prestación.

¿Llegó a pensar que se quedaba sin correr?
En enero no sabíamos lo que iba a pasar. Al final valió el contrato que tenía firmado, y por eso estoy aquí, y con muchas ganas.

¿Le pesará la responsabilidad del apellido en su desembarco en la F-1?
No será diferente de lo que me ha pasado en otras categorías. Estoy acostumbrado a lidiar con eso.

En su plan de futuro, ¿quiere devolver a un Senna a lo más alto?
Ése es el objetivo, ser algún día campeón. Sé que tengo la capacidad para ir deprisa, pero esto no son las motos, donde importa más el piloto que en la F-1. El 50 por ciento del éxito se basa en cosas que yo no puedo controlar.

¿No echa ahora de menos los diez años en los que no compitió por expreso deseo de su madre?
Al principio, cuando debuté en Fórmula 3, fue un hándicap, pero ahora no puedo quejarme. He aprendido muy rápido y en sólo cuatro años me convertí en subcampeón de GP2, algo que no es fácil de lograr. Y estoy dispuesto a seguir haciéndolo en la Fórmula 1.

¿Tiene previsto dar el salto a un equipo grande a medio plazo?
No pienso en eso ahora, sólo en hacerlo lo mejor posible. El ejemplo de eso es Fernando Alonso, que debutó en Minardi y después ha podido tener una carrera exitosa. Si pruebas lo que vales en un equipo pequeño también puedes llegar arriba.

¿Cuál es su piloto favorito de la parrilla?
Fernando es el más completo como piloto, pero la diferencia es muy pequeña entre los de arriba y creo que este año viviremos una lucha muy cerrada por el título.

¿No le da pena haberse quedado a las puertas de Honda, el equipo que luego fue campeón con Brawn?
Son cosas que pasan, estuve a punto de correr, pero Ross decidió quedarse con sus pilotos y no pude hacer nada al respecto. Pero no me rendí, corrí con éxito en las Le Mans Series, tuve un año bueno y ahora he dado el salto a la Fórmula 1.

¿Se lo tomará con calma?
Eso no sirve de mucho en la Fórmula 1, la única clave para ganar es ser rápido.


Fonte: As.com
www.as.com

quarta-feira, 10 de março de 2010

Bruno Senna quer respeito dos pilotos mais rápidos

Em entrevista ao site AutoSport, o novato da Fórmula 1, Bruno Senna, respondeu às críticas de equipes e pilotos mais experientes do grid, que consideram prejudicial a presença das escuderias estreantes por serem mais lentas.

Segundo o piloto brasileiro, é uma "questão de respeito" as tradicionais equipes aceitarem esta diferença, e justifica dizendo que nem sempre os pilotos que hoje estão na ponta estiveram nesta posição privilegiada.

Senna lembrou de diversas situações em sua carreira, quando correu entre os primeiros, como na GP2, ou em grandes provas, como Le Mans, corrida com um tempo de duração maior, proporcionando uma grande diferença de tempos entre os competidores, e afirma que não é um problema difícil de se lidar.

O estreante brasileiro lembrou que problemas acontecem, e nem sempre com as menores equipes e as mais lentas, e quando acontecem, não são propositais. Porém, disse ter certeza que os pilotos mais rápidos ficarão "furiosos" caso alguém mais lento prejudique sua corrida.

Bruno Senna, assim como seu companheiro de equipe Chandhok, estreia na categoria neste domingo, dia 14 de março, no Bahrein. A Hispania, escuderia dos novatos, terá a companhia da Virgin e Lotus, também estreantes.

Fonte - Terra.

Bruno Senna ouve motor do carro da HRT pela primeira vez



Piloto e equipe estreantes passam nesta quinta-feira por teste obrigatório da FIA

SÃO PAULO - Para os ouvidos de Bruno Senna, o som do motor Cosworth do carro da HRT F1 Team sendo acionado pela primeira vez soou como a mais linda das melodias. "Foi um alívio ver o carro funcionando, depois de toda a correria dos últimos dias", comemorou Bruno, que permaneceu a maior parte desta quarta-feira acompanhando os trabalhos dos técnicos na montagem do HRT nos boxes do circuito de Sakhir, no Bahrein.


Bruno não escondeu a alegria com o ritmo imprimido pela equipe. "É a primeira vez que o carro está sendo montado com todos os seus sistemas. Dá para imaginar a canseira que é ajustar a parte hidráulica, passar os cabos... Hoje, o pessoal ficaria até tarde em cima da embreagem e, depois de tudo certo, vamos checar as marchas amanhã", contou.


No período da tarde, Bruno sentou no cockpit para acertar o posicionamento do banco do carro. Amanhã, ele terá de passar pelo teste obrigatório determinado pela Federação Internacional de Automobilismo. "Tenho de retirar o volante, sair do carro e recolocar o volante em no máximo 10 segundos", explicou. Além da reunião com pilotos e direção de prova, vai participar das reuniões técnicas preparatórias à abertura dos treinos livres na sexta-feira. "Quero também percorrer o traçado para dar mais uma checada nas condições da pista", antecipou.


Nesta quinta-feira, Bruno enfim vestirá o macacão da HRT F1 Team, que tem a prata como cor predominante e só lhe foi entregue no início da noite de hoje. Às 10 horas (Brasília), via Internet, o piloto estreante conversará com a imprensa brasileira na apresentação de um novo parceiro que se junta à HRT F1 Team.


Bruno não esconde a ansiedade pelo momento de acelerar o carro. "Estou superconfiante e empolgado. A verdade é que vivi momentos de incerteza nas últimas semanas, mas a mudança no comando da equipe produziu um resultado fantástico. O pessoal comandado pelo diretor-geral Collin Kolles está fazendo um ótimo trabalho."


Fonte: MF2

Foto: Sutton Images/MF2

Bruno Senna: "Chegar à F1 é um sonho tornado realidade"


A preparar-se para a sua estreia na Fórmula 1, Bruno Senna admite a sua satisfação por poder fazer parte do mundo da F1 depois de algumas semanas de insegurança com as dúvidas relativas à Campos, posteriormente convertida na HRT F1.

Afirmando que chegar à Fórmula 1 "é um sonho tornado realidade", Bruno Senna garante que não haverá quaisquer problemas com as performances do seu monolugar, rechaçando algumas das preocupações lançadas por Felipe Massa [piloto da Ferrari] e por Jonathan Neale [responsável técnico da McLaren], acerca da previsível lentidão dos monolugares espanhóis, tendo em conta a falta de testes ao longo da pré-temporada.
"Competi na Le Mans Series com carros que vão dos 2 aos 20 segundos de diferença de andamento. É perfeitamente possível estar no tráfego se se estiver num carro mais rápido. A única coisa de que se precisa é que todos os pilotos se respeitem. Não será um problema", afirmou o sobrinho do malogrado tricampeão de F1, Ayrton Senna.
Quanto à possibilidade de alguns pilotos verem as suas voltas rápidas estragadas pela presença de pilotos mais lentos em pista, Bruno Senna concede que isso faz parte do jogo: "Estou bastante convencido de que os pilotos em carros mais rápidos vão ficar irritados quando virem um piloto com um tempo mais lento à frente deles. Mas têm de se lembrar que nem sempre poderão estar na posição em que estão agora. Poderão não estar a ultrapassar, poderão vir a ser ultrapassados. É uma questão de respeito e de se dar espaço uns aos outros", afirmou.
Carregando consigo o apelido Senna e tudo aquilo que acarreta para milhões de adeptos de F1 em todo o mundo, Bruno Senna garante, ainda, que não terá qualquer problema em lidar com a pressão exercida sobre si.
Autosport.aeiou.pt

Ouça: Entrevista de Bruno Senna direto do Bahrein

O jornalista Felipe Motta, da rádio Jovem Pan, conversou com o piloto brasileiro no Bahrein. Bruno relatou que o motor já foi ligado hoje pela manhã e minimizou a possibilidade de a equipe HRT não correr no domingo.

Para ouvir a entrevista, acesse o BLOG DENTRO E FORA DAS PISTAS:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/f1/geral/senna-admite-que-pode-nao-correr/

Primeiras fotos de Bruno Senna no Bahrein



SÃO PAULO - Um dos estreantes da temporada, Bruno Senna voltou aos boxes da equipe novata HRT F1 nesta quarta-feira no circuito barenita de Sakhir, palco da abertura do calendário no fim de semana.

FONTE: MF2
FOTOS: SUTTON/MF2

O Palco da estreia

Volta virtual no circuito do Bahrein de F1

video



Conheçam em uma volta virtual o circuito de Sakhir no Barhein onde o Piloto Brasileiro Bruno Senna fará sua estreia na F1. Desejamos sorte a Bruno e equipe.

#RedaçãoBSInternacional

terça-feira, 9 de março de 2010

Karun Chandhok fala sobre Bruno Senna


Em entrevista ao site oficial da F1 (www.f1.com), o indiano Karun Chandhok comentou sua estreia na categoria e falou sobre a parceria com o brasileiro Bruno Senna.

F1.com: Você competiu com o seu novo parceiro Bruno Senna na GP2, mas o que a equipe realmente precisa é que vocês trabalhem juntos agora...

Karun Chandhok: Sim, na verdade eu acho que somos os pilotos ideais pra isso. É raro que companheiros de equipe sejam amigos, mas Bruno e eu nos damos muito bem. Ele e sua família são pessoas maravilhosas, e nós dois somos maduros o suficiente para lidar com as pressões. Na iSport nós tínhamos uma ótima relação profissional com os engenheiros, e acho que podemos continuar com isso este ano. Nós sempre tivemos um estilo parecido e acertos de carro semelhantes, o que é bom para os engenheiros, que podem desenvolver programas paralelos.

Fonte: F1.com
Tradução livre
#RedaçãoBSInternacional

Bruno Senna diz que meta no Bahrein é completar a prova

Areia na pista de Sakhir e calor típico da região são outros desafios na estreia da equipe HRT F1
SÃO PAULO - Sem ter passado por um único teste de pré-temporada, Bruno Senna desembarcou no Bahrein com uma meta bem realista para a sua estreia na Fórmula 1: levar o carro da HRT F1 Team até à bandeirada quadriculada. A equipe é uma das três novatas que estarão no grid do circuito de Sakhir neste domingo. "Esses são meus objetivos: completar a prova e estabelecer uma boa base para o restante do campeonato", comentou.

Bruno admite que um carro que ainda não percorreu um único quilômetro está sujeito a problemas de nascença. "Se eles realmente aparecerem, espero que a equipe consiga resolvê-los. Aliás, inicialmente vamos nos concentrar na confiabilidade; só depois é que deveremos nos preocupar com o desempenho", acrescentou o vice-campeão da Fórmula GP2 de 2008, que está afastado dos cockpits desde o teste realizado nessa categoria pela iSport em outubro passado em Jerez de la Frontera (Espanha).

Na última sexta-feira, Bruno treinou de kart numa pista próxima à cidade de Saint Tropez, na França. Para quem vem de uma longa inatividade e sentará pela primeira vez num monoposto que em termos práticos fará seu shakedown (verificação primária de todos os sistemas do carro) nos treinos livres da sexta-feira, o calendário até que colaborou com Bruno. O GP do Bahrein será disputado num traçado que o paulista de 26 anos já conhece bem. Bruno correu lá em 2007, quando largou em 5º e chegou em 4º na Fórmula GP2. "Foi um grande resultado, já que era minha primeira corrida na GP2", lembrou. Voltou ao país na temporada seguinte para correr na versão asiática da série.

"O Bahrein é complicado porque a pista começa muito suja e vai melhorando o tempo todo até o final da prova. Encontrar o acerto, por isso, é bastante difícil. A areia que circula permanentemente deixa o ar seco e o asfalto escorregadio, o que é mais um problema quando ainda se está administrando a questão das altas temperaturas", analisou Bruno.

Embora a preocupação com o calor seja comum a todas as equipes, Bruno ficou surpreso com a temperatura que está encontrando neste início de semana no Bahrein. "Até que não está tão quente, ao menos por enquanto. Tem feito 25-26 graus durante o dia e cerca de 18 à noite", informou Bruno, que chegou na segunda-feira. Hoje, ele foi até o autódromo para ver o carro de perto e encontrar os dirigentes da HRT F1. Amanhã, será submetido a um teste neurológico determinado pela FIA. "Pelo que sei, essa é uma nova exigência depois do acidente do Felipe Massa na Hungria no ano passado e que será aplicada a todos os pilotos. Querem ter uma base que sirva de parâmetro em caso de uma pancada", explicou.


Márcio Fonseca (MTb 14.457)
MF2 - Serviços Jornalísticos Ltda.
Celular: (11) 9434-2082 - Nextel 15*26451
E-mail:fonsecamarcio@terra.com.br

Hispania terá sede inicial na Alemanha em Augsburg,


Time de Bruno Senna e Karun Chandhok opera em ex-sede de time do DTM

Luis Fernando Ramos
De Sakhir

A chegada de Colin Kolles foi determinante para definir a estrutura inicial da equipe Hispania. E o time com nome e dono espanhol terá sua base na Alemanha.

Os carros que embarcaram no último sábado para o Bahrein serão mantidos e trabalhados ao longo do ano num galpão na cidade de Augsburg, onde no passado operava a equipe de DTM da Opel.

O plano de fazer a base da equipe em Murcia, cidade espanhola que é uma das patrocinadoras do time, se mantém a um longo prazo. Mas a prioridade no momento é colocar uma estrutura em funcionamento, por isso a escolha pela solução de trabalhar na Alemanha.

O idioma alemão também será muito ouvido nos boxes do time. Para a primeira corrida do ano, a Hispania vai contar com boa parte da mão-de-obra que atua nas equipes de DTM e de Le Mans de Colin Kolles. Pelo menos, os engenheiros de corrida serão espanhóis: Antonio Cuquerella, ex-BMW Sauber; e Xevi Pujolar, ex-Williams.

Fonte: Tazio
http://tazio.uol.com.br/f-1/textos/16856/

Previsão do tempo para o GP do Bahrein


Clique na foto para ampliar.

Dados do site:

http://www.timeanddate.com/weather/bahrain/manama/ext

Fim do reabastecimento provoca principal mudança nos carros na temporada 2010

Peso mínimo sobe para 620kg após aumento dos tanques de combustível





A Fórmula 1 começa a temporada 2010 com uma grande mudança em seu regulamento técnico. Presente na categoria desde 1994, o reabastecimento foi banido da categoria pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e os pit stops voltarão a servir apenas para troca de pneus. Se as alterações aerodinâmicas do ano passado provocaram um visual diferente para os carros, neste ano, as corridas terão sua dinâmica alterada. Todos terão de largar com o tanque cheio, colocando um ponto final nas estratégias de combustível. As paradas, que duravam, em média, sete segundos, passarão a ter entre dois e quatro, de acordo com estimativas.

Por causa do fim do reabastecimento, o tanque de combustível precisou ter sua capacidade quase dobrada: de 120 litros para 250 litros, em média. Por isso, os projetistas passaram a trabalhar com um aumento de cerca de 15 centímetros na distância entreeixos. O peso mínimo do carro (sem combustível) foi aumentado de 605 kg para 620 kg, o tanque de combustível terá de ser quase dobrado, dependendo do consumo de cada motor.


Pit stops neste ano só terão trocas de pneus
Outra alteração radical é a largura dos pneus dianteiros, reduzida nesta temporada de 270 milímetros para 245. A intenção da FIA com esta medida é equilibrar a aderência dos carros entre seus dois eixos. No entanto, o fim do reabastecimento fez com que a Bridgestone, fornecedora de pneus da Fórmula 1, adotasse um composto de borracha mais duro e mais resistente para compensar o maior desgaste. As calotas aerodinâmicas, presentes há alguns anos, foram banidas para diminuir a turbulência para os carros que vêm imediatamente atrás e facilitar a vida dos mecânicos nos pit stops.

O Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers, em inglês), que reaproveita a energia dispensada nas frenagens e oferece um ganho de potência aos carros, continua permitido, mas não será usado neste ano. A Associação das Equipes da Fórmula 1 (Fota) chegou a um acordo e todos os times concordaram em não usar o aparato em 2010.

Globo.com

domingo, 7 de março de 2010

Vídeo: Bruno Senna no Fantástico 07/03/2010



Matéria exibida no Programa Fantástico da Rede Globo deste domingo,onde o piloto Bruno Senna fala das expectativas para esta temporada da F-1.

Youtube: lecamargoZCL