Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Campos vai se transformar em Volkswagen em 2011

Ecclestone e Carabante fecharam acordo para que a escuderia sobreviva e esteja no Bahrain, mesmo com a saída de Adrián Campos e a venda para a multinacional alemã na próxima temporada.



Bernie Ecclestone proporcionou a entrada de Adrián Campos com sua escuderia na Fórmula 1 e acaba de desencadear sua partida. O magnata britânico chegou a um acordo com José Ramón Carabante, acionista majoritário da Campos Meta, para que o ex-piloto abandone a direção e a equipe esteja no Bahrain, mas com outro nome. A sede vai se manter, em regime de aluguel, nas instalações de Adrián em Alzira (Valencia). O empresário murciano trouxe mais seis milhões de euros, com o que se liberam os carros da Dallara. Também se assegurou a venda da equipe para a Volkswagen em 2011. Colin Kolles será o novo chefe da escuderia.

A multinacional já havia demonstrado interesse em entrar na F1, e Bernie viu no projeto espanhol o lugar ideal para o seu ingresso. Adrián, que ontem em Madri assinou sua saída, passa por um momento difícil. Depois de fechar a venda da escuderia ao sulafricano Teixeira em troca de seguir no comando da equipe e manter o seu pessoal, ele nunca viu o dinheiro chegar, e agora seu sonho será comandado por um novo chefe.

A equipe continuará sendo espanhola este ano, com os Dallara Cosworth na pista e por enquanto apenas um piloto confirmado, Bruno Senna. Também serão mantidos os 120 funcionários que já trabalham na escuderia.

A Stefan GP aguardava a resolução do caso Campos, mas agora deverá mirar o futuro incerto da USF1. O milionário sérvio Stefanovic possui os motores e chassis da Toyota, e segue com seu empenho de disputar a primeira corrida.

Por Carlos Miguel - as.com
Link para a notícia original: as.com
Tradução livre

Carabante: "Estaremos en Bahrain"

José Ramón Carabante habló ayer para la Cadena SER y afi rmó que el equipo Campos, del que él es accionista, estará en Bahrain: "Llegaremos. La situación es grave, pero para todos. Acabamos de ver cómo Renault o Sauber se han presentado sin patrocinadores. O a Petrov, que ahora dice que igual no puede correr con su equipo porque no tiene el dinero. Es falso que vaya a retirarme. Al contrario, estamos trabajando en ampliar nuestra presencia y en nuevos sponsors. Hemos llegado a un acuerdo con Teixeira, pero aún no se ha formalizado el dinero. Dallara ya está al corriente de pago, no hay problema. Para el segundo piloto nos gustaría tener a un español". La FIA les permite perderse las tres primeras carreras.
AS

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Bruno Senna surge como candidato a vaga na Stefan GP

A Stefan GP segue chamando a atenção do mundo da F-1, mesmo sem ainda ter uma vaga assegurada no grid da categoria para a temporada de 2010. De acordo com o site da revista "AutoWeek", Bruno Senna, Romain Grosjean e Kazuki Nakajima são três dos nomes cotados para formar a dupla do time.

Senna tem contrato com a Campos, que ainda luta por sua sobrevivência para conseguir correr no próximo campeonato. No entanto, nem mesmo o peso do sobrenome mítico conseguiu levar para a escuderia espanhola uma quantidade significativa de patrocinadores.

Desta forma, levando-se em consideração a desistência do time de Adrián Campos, Senna fecharia contrato com a Stefan GP e levaria seus patrocinadores para os sérvios, que trabalham em parceria com a Toyota.

Tal parceria já faz com que Nakajima, ex-piloto da Williams, trabalhe no simulador da fábrica da extinta equipe japonesa, em Colônia, na Alemanha. O mesmo fator pode favorecer Ralf Schumacher, aposentado em 2007 e cuja última "casa" na F-1 foi, também, a própria Toyota.

Romain Grosjean, por sua vez, corre por fora para conseguir ficar com um dos cockpits da Stefan através da compra da vaga _procedimento que voltou a ser bastante comum nas negociações entre times e pilotos para a temporada de 2010.

Zoran Stefanovich, dono da escuderia, também conseguiu angariar o apoio da SIEPA _Agência de Promoção e Exportação da Sérvia_, cujo papel é o de promover negócios no país. A empresa se descreve como "uma organização governamental dedicada a ajudar de forma eficaz os investidores estrangeiros e os compradores, desde que a visibilidade da Sérvia esteja em mente nas decisões dos responsáveis pelos negócios internacionais".
Tazio UOL

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Todt: Stefan não terá espaço se algum time faltar


Dirigente diz que novo Pacto de Concórdia permite três ausências por ano
O presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) acredita em grid cheio na maioria das corridas, e deixa claro que a decisão da entrada de um time depende da entidade.

"Ter menos dinheiro pode até ser saudável, mas, neste período, teremos 13 equipes na F-1", analisou o francês, ex-chefe de equipe da Ferrari.

"Na versão final do Pacto de Concórdia, está escrito que uma equipe pode faltar em três corridas. Mas, se uma não conseguir ir, não é garantido que outra entrará. Esta decisão é da FIA", destacou.

Todt, aliás, voltou a falar em corte de custos, mas utilizando outras óticas, como um regulamento fixo e carros congelados desde a primeira etapa. O teto orçamentário, por sua vez, é uma ideia que não agrada o francês, assim como o fim do Kers.

"Precisamos cortar custos, melhorar o show e atrair investimentos. A F-1 precisa entender que o mundo mudou. Como você explica que um carro de F-1 precisa de 80 litros de combustível para cobrir 100 km?", analisa.

"Não gosto do teto de custos; precisamos de uma redução com regras claras, como um pacote aerodinâmico único para todo o ano. Os carros vão deslizar mais em Monte Carlo, mas a qualidade dos pilotos será aumentada."

"Não é aceitável que deixamos o Kers. As equipes reclamam dos custos? Então precisam encontrar uma maneira de economizar. Elas se importam com os tempos de volta, mas não com o meio ambiente", encerrou.
Tazio UOL