Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Fórmula E: Bruno Senna diz que Punta "vai ser treta"

Pista de rua rápida e estreita são obstáculos rumo aos primeiros pontos

 SÃO PAULO - Em sua primeira visita ao Uruguai, Bruno Senna já sabe o que encontrará pela frente neste sábado no circuito urbano de Punta del Este, palco da terceira etapa da Fórmula E - o Campeonato Mundial de Carros Elétricos da FIA. "Vai ser treta. A pista é rápida e estreita", resumiu o piloto da Mahindra Racing, que busca os primeiros pontos da nova categoria. Em sua conturbada estreia em Pequim, o brasileiro nem conseguiu participar da tomada classificatória e abandonou com a suspensão quebrada logo na primeira volta. A seguir, em Putrajaya (Malásia), envolveu-se em acidente quando brigava pelo terceiro lugar no final da corrida.

Bruno chegará na quinta-feira ao sofisticado balneário uruguaio com conhecimento limitado do traçado de 2,8 quilômetros montado na Playa Brava e que percorre partes já utilizadas pela TC2000 argentina. São 20 curvas e poucas mas velozes retas, sempre cercadas muito de perto por muros e barreiras de proteção. "O arquivo da pista só me chegou hoje e nem pude trabalhar direito no simulador", explicou. "Mas é muito diferente das anteriores, porque é mais aberta. Como é ao lado da praia, isso significa muito vento e areia. E tem duas curvinhas lentas, ainda mais lentas que o grampo de Putrajaya", analisou.

Principal novidade do automobilismo em 2014, a Fórmula E continua atraindo pilotos egressos da Fórmula 1, que se constituem na maioria no grid de 20 carros. Em Punta del Este, a chegada do francês Jean-Eric Vergne à Andretti Racing, como companheiro de Franck Montagny, deve atrair ainda mais holofotes para a categoria. Mesmo tendo deixado uma boa impressão na Fórmula 1, Vergne não teve seu contrato renovado com a Toro Rosso. "E sempre bom contar com pilotos da qualidade dele. Só aumenta o prestígio da Fómula E. Ele será bem-vindo, mas acho que terá um pouco de dificuldades a princípio porque os carros são completamente diversos", afirmou Bruno.

Como é marca registrada da Fórmula E, toda a programação será cumprida em apenas um dia, com duas sessões de treinos livres, o qualifying que definirá as posições de largada e a prova. Serão 20 voltas, com início às 16 horas, e a parada nos boxes para a troca de carros em função da pequena autonomia das baterias. A Fox Sports exibirá toda a programação ao vivo.

Márcio Fonseca (MTb 14.457)
MF2 - Serviços Jornalísticos Ltda.

sábado, 22 de novembro de 2014

Fórmula E: Bruno Senna lamenta acidente no fim na Malásia

Inglês vence quase de ponta a ponta nas ruas de Putrajaya

 SÃO PAULO - O inglês Sam Bird venceu a segunda etapa da Fórmula E, realizada neste sábado no circuito de rua montado no centro de Putrajaya, capital administrativa da Malásia. O piloto da equipe Virgin saiu em segundo, tomou a ponta do pole Oriol Servia logo depois da largada e praticamente não foi ameaçado ao longo das 31 voltas. Bruno Senna não recebeu a bandeira quadriculada: na última volta, quando tentava superar o suíço Sébastien Buemi na briga pelo terceiro lugar, bateu forte na barreira de pneus e abandonou.

Bruno reconheceu o desapontamento com o desfecho da prova, mas admitiu que o rendimento do carro da Mahindra Racing melhorou bastante em relação à abertura o calendário em setembro na China, onde sequer conseguiu completar uma volta na tomada classificatória na pista de Pequim. "Eu tinha parciais que poderiam me dar até a pole, mas nunca pude fazer uma volta limpa por causa de bandeiras vermelhas ou do tráfego", explicou o brasileiro, oitavo no grid.

Partindo da quarta fila, Bruno fez uma corrida agressiva e foi ganhando posições com ultrapassagens arrojadas, como exige um traçado urbano e com algumas curvas estreitas como o da cidade malaia. Mas a chance do pódio escapou nos instantes finais. "O Buemi errou e vi a possibilidade de passar. Infelizmente, passei sobre a sujeira e o carro escapou. É sempre frustrante quando o potencial do carro não se traduz em resultado. Fiz uma aposta e paguei o preço", disse.

Dos três brasileiros, apenas Lucas di Grassi chegou ao final, com um segundo lugar que o manteve na liderança do campeonato com 43 pontos contra 40 de Bird. Nelsinho Piquet também se envolveu em choque e parou no meio da corrida. Ainda sem pontos, já que na China não foi além da primeira volta, Bruno acredita que a sorte poderá começar a mudar na próxima etapa, marcada para Punta del Este (Uruguai) no dia 13 de dezembro. "Tenho certeza que lá será outra história, o fim desta fase pouco feliz."

O resultado em Putrajaya:

1 - Sam Bird (Inglaterra), Virgin, 31 voltas em 51min11s979
2 - Lucas di Grassi (Brasil), Audi Abt, a 4s175
3 - Sébasrien Buemi (Suíça), e.Dams, a 5s739
4 - Nicolas Prost (França), e.Dams, a 9s552
5 - Jérome D'Ambrosio (Bélgica), Dragon, a 13s722
6 - Karun Chandhok (Índia), Mahindra, a 17s158
7 - Oriol Servia (Espanha), Drafon, a 18s621
8 - Antonio Felix da Costa (Portugal), Aguri, a 19s726
9 - Jaime Alguersuari (Espanha), Virgin, a 20s053
10 - Daniel Abt (Alemanha), Audi Ant, a 45s663

Márcio Fonseca (MTb 14.457)
MF2 - Serviços Jornalísticos Ltda.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Fórmula E: Bruno Senna corre para reação na Malásia

Piloto da Mahindra alerta para riscos do segundo circuito de rua da temporada

SÃO PAULO - O que a teoria sugeria Bruno Senna começou a descobrir na prática: depois de percorrer parte do circuito de rua de Putrajaya nesta quinta-feira, o piloto da Mahindra Racing elogiou o traçado da Malásia que receberá neste sábado a segunda etapa da Fórmula E, o campeonato mundial de carros elétricos da FIA, mas ressalvou os riscos que apresenta. "A pista parece bem legal. O problema é que é bem fácil de acertar os muros", comentou.

Uma das marcas registradas da nova categoria, toda a estrutura será montada no dia dos treinos livres, classificatórios e da corrida, de modo a provocar o mínimo de incômodo à cidade. Fundada em 1995 e localizada 70 km ao sul de Kuala Lumpur, Putrajaya é a capital mais nova do mundo. Bruno chegou na quarta-feira e gostou do pouco que viu até agora. "É um lugar bonito, sem dúvida", disse, depois de conhecer o ponto que receberá a etapa do fim de semana. A pista de 2,5 quilômetros de comprimento e 12 curvas foi desenhada pelo arquiteto britânico Simon Gibbons.

A prova deste sábado começará às 4 horas (Brasília) e terá transmissão ao vivo pela Fox Sports, que exibirá ainda os treinos livres e classificatórios a partir das 21 horas da sexta-feira. É a chance de Bruno se recuperar após a frustrante estreia de dois meses atrás na China, onde enfrentou problemas - perdeu o qualifying por causa de uma pane elétrica, largou em último e abandonou na primeira volta com a suspensão dianteira quebrada. Como o regulamento prevê o descarte de um resultado, é como se o campeonato estivesse sendo aberto agora para Bruno. "Menos mal que posso eliminar essa etapa, mas tínhamos potencial de brigar pela vitória", disse o brasileiro, o mais rápido da segunda sessão de ensaios.

Os organizadores anteciparam a programação em relação à abertura do calendário na China, preocupados com a possibilidade das chuvas fortes que regularmente castigam a região no período da tarde nesta época do ano. No molhado ou no seco, no entanto, Bruno alimenta expectativa otimista. "Nosso ritmo era bom em Pequim, o que nos faltou foi um pouco de sorte", observou. Sem seu principal piloto já na primeira volta, a Mahindra ainda colecionou alguns pontos graças ao quinto lugar do indiano Karun Chandhok. Bruno chama a atenção também para características particulares da Malásia que preocupam a todos na Fórmula E. "O calor e a umidade elevada são pontos ainda um pouco desconhecidos para estes carros."

Márcio Fonseca (MTb 14.457)
MF2 - Serviços Jornalísticos Ltda
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Fórmula E chega para fazer barulho com revolução silenciosa


Bruno Senna espera ser competitivo já na estreia da categoria sábado na China

SÃO PAULO - Silenciosamente, como convém a carros impulsionados por motores elétricos, a novíssima Fórmula E estreará oficialmente neste sábado no circuito de rua de Pequim disposta a fazer uma revolução nos conceitos do automobilismo de competição. A categoria criada pela FIA em nome da sustentabilidade e da preocupação com o meio ambiente dará a largada das 10 etapas do primeiro calendário em meio a enorme curiosidade sobre o comportamento de monopostos movidos a bateria, pneus de uso misto (seco e molhado) e um pit stop durante as provas não para reabastecimento ou substituição de pneus, mas para a troca de carro. O Brasil estará representado por três dos melhores pilotos da safra mais recente - Bruno Senna, da Mahindra Racing, Nelsinho Piquet, da China Racing, e Lucas di Grassi, da Audi Abt.

Bruno chegou na quarta-feira ao país mais populoso do mundo e passou o dia envolvido em ações promocionais - entre outros locais, visitou a Muralha da China. Ao contrário das categorias convencionais, não poderá sequer fazer o tradicional reconhecimento da pista. Como uma das preocupações da Fórmula E é provocar o mínimo de transtorno às cidades visitadas, toda a programação será desenvolvida em um único dia, desde a montagem à desmontagem de toda a estrutura. "Deu para conhecer ao menos para que lado as curvas viram, mas nunca é o mesmo que um treino no local. O virtual é diferente", explicou.

Um dos vários dos 20 pilotos com passagem pela Fórmula 1, Bruno se viu obrigado nos últimos dias a explicar as diferenças e similaridades entre as duas categorias. Uma, realizada há mais de seis décadas e ainda utilizando combustíveis fósseis e poluentes, e a outra movida a motores com pouco mais de 20 quilos de peso, mas alimentados por pesadas baterias ainda sem autonomia para uma prova com duração aproximada de uma hora - daí a necessidade de troca do carro. "O Fórmula E tem a mesma proposta de design de um monoposto como um F1. Câmbio sequencial, freios de carbono, pressão aerodinâmica, e passa pelos mesmos rigorosos testes de impacto. Os pneus de uso misto de perfil baixo e rodas aro 18 mudam bastante o comportamento do carro em comparação com pneus slick e rodas aro 13 do Fórmula 1. Apesar de ter menos potência que o F1, o F-E tem bastante torque e uma reação muito instantânea ao acelerador. Por isso, a aceleração de 0-100 é parecida em ambos os casos".

Para quem está habituado ao poderoso rugir dos motores da Fórmula 1, acostumar-se a ausência de ruído pode estar fazendo bem aos ouvidos, mas os efeitos colaterais também já foram sentidos por Bruno. "A principal dificuldade do carro elétrico é que o som do vento é maior que o do motor em alta velocidade. Isso dificulta a troca de marchas para cima, mas especialmente as reduções", observa. Embora tenha capacidade para alcançar velocidades bem mais altas, a máxima estipulada pela FIA é de 225 km/h na configuração de classificação e durante a utilização do fan boost - uma iniciativa para atrair os torcedores, que votaram em seus pilotos preferidos pelo site oficial. Os três mais votados serão conhecidos depois da tomada classificatória. "Esse limite foi estabelecido porque o arrasto aerodinâmico torna velocidades altas extremamente ineficientes com a energia utilizada. Então, limitando a velocidade, garante-se maior eficiência durante as corridas", detalhou.

Embora otimista em andar na frente desde a abertura do calendário, cuja prova de encerramento está marcada para junho em Londres, Bruno diz que a real relação de forças entre as 10 equipes será conhecida a partir de agora. Durante toda a pré-temporada de testes em Donington Park (Inglaterra), autódromo convertido em quartel-general da Fórmula E, as metas da Mahindra Racing, cuja operação é conduzida pela equipe inglesa Carlin, foram quase totalmente alcançadas. "Dentro do que era possível, nossa preparação foi quase a ideal. Focamos muito nas simulações de corrida inicialmente e tentamos sempre tornar o carro mais eficiente. No último dia de testes, encontramos um pouco mais de performance pura no carro, que nos ajudou a melhorar o ritmo com pneus novos. Por isso, tenho confiança que estaremos já desde o começo entre os cinco primeiros. Mas é o tal negócio: certeza, mesmo, só vamos começar ter neste fim de semana aqui em Pequim."

A Fox Sports transmitirá todas as etapas para o Brasil. Nesta sexta-feira, a uma hora da madrugada, exibirá o treino que definirá a ordem de largada. A partir das 4h30, inicia a cobertura da corrida inaugural direto das ruas das capital chinesa.

 MF2 - Serviços Jornalísticos Ltda.
 Márcio Fonseca (MTb 14.457)

Bruno Senna via Instagram


O piloto Bruno Senna acaba de postar em sua conta oficial no Instagram:
Selfie na Grande Muralha da China. Selfie at the Great Wall of China. #chinesehat #chapeuchines #Gillette #subidaagressiva #aggressiveclimb " 

Fonte: Instagram / @bsennaofficial

domingo, 7 de setembro de 2014

#FanBoost #FormulaE #BrunoSenna #MahindraRacing 13/09



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Vote no piloto Bruno Senna.

Horarios da corrida de Formula E - Beijing - Bruno Senna - Mahindra Racing



Horários da corrida Formula E - #Beijingeprix #BrunoSenna #MahindraRacing #FormulaE

Com a prática, a qualificação e a corrida, tudo acontecendo ao longo do dia para minimizar as perturbações da cidade anfitriã.

A corrida aqui no Brasil se dara as 17 horas do sabado dia 13 de setembro. Lembrando que a transmissao será no Cana Fox Sports Brasil.