Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

sábado, 6 de outubro de 2012

Bruno Senna fica no Q1 e reclama de Vergne no Japão


Brasileiro da Williams atribui eliminação ao piloto da Toro Rosso

SÃO PAULO - Eliminado nos instantes finais da primeira parte dos treinos classificatórios, Bruno Senna não escondeu a irritação com o francês Jean-Éric Verge no final da sessão que definiu a ordem de largada do Grande Prêmio do Japão. Já próximo do encerramento do Q1, o brasileiro ficou retido na chicane pelo piloto da Toro Rosso e não conseguiu melhorar seu tempo. "Ele complicou totalmente a minha volta", reclamou, decepcionado com o 18º lugar. Bruno, no entanto, ganhou uma posição no grid, já que Michael Schumacher perderá 10 por causa do acidente em que se envolveu em Cingapura há duas semanas.


A Williams reclamou junto aos comissários, mas uma possível punição a Vergne não diminuiu a contrariedade do brasileiro. "Minha situação não mudaria, independentemente do que acontecer com ele. Largando lá de trás, numa pista onde os pontos de ultrapassagem são raros, tudo ficou mais difícil agora", disse. A Williams viveu um dia abaixo de suas expectativas, já que o venezuelano Pastor Maldonado parou no Q2 e sairá em 14º.

Bruno sabe que terá uma dura tarefa neste domingo se a corrida transcorrer dentro da normalidade. "Ainda temos de pensar com calma e ver o que podemos fazer. Mas não será nada fácil entrar na zona de pontos. Tenho dois jogos de pneus macios novos e mais dois duros, e a pista está com um consumo bastante elevado. Vou procurar ir para a cima. A estratégia será importante", comentou.

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos

Foto: WilliamsF1/MF2  

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Vídeo: Bruno Senna - Diário de Sábado / Saturday Diary

Português English Youtube / WilliamsF1TV

Cauteloso, Bruno Senna espera melhorar acerto em Suzuka

Piloto da Williams mantém pés no chão depois do 8º lugar nos primeiros treinos

SÃO PAULO - Excelente à primeira vista, o 8º lugar na abertura dos treinos não foi suficiente para assegurar a tranquilidade completa de Bruno Senna no Grande Prêmio do Japão. O piloto da Williams participou apenas da segunda sessão, cumprindo o acordo com a equipe que determina que o finlandês Valtteri Bottas ocupe o cockpit na sessão matinal das etapas em circuitos permanentes, e deixou o autódromo com a convicção de que o carro ainda precisa evoluir para a tomada classificatória deste sábado. "Dentro das condições, até que foi razoável. Precisamos ganhar um pouco de velocidade", resumiu.

Bruno lembrou que a limitação dos treinos continua cobrando um preço. "Faltou mais tempo de pista para encontrar a direção certa. Temos de melhorar o balanço do carro, principalmente na frente", explicou. A equipe testou os dois pneus fornecidos pela Pirelli para o Japão e fez experiências aerodinâmicas, utilizando os três pilotos - o venezuelano Pastor Maldonado terminou o dia em 15º lugar. Bruno, no entanto, disse que os dados de consumo com os compostos duros e macios foram comprometidos pelo tráfego e bandeiras amarelas quando saiu com maior quantidade de combustível. "De qualquer forma, o desgaste será igual para todo mundo e cada um terá de estudar bem a estratégia."

Apesar da posição satisfatória na folha de tempos, Bruno admitiu que esperava ver o FW34-Renault mais rápido na comparação com a sexta-feira em Cingapura, na prova mais recente da Fórmula 1. "Temos de trabalhar mais no acerto. Com o carro mais equilibrado e mais confiança, acredito que daria para baixar esse tempo de hoje em meio segundo. Mas não é fácil chegar no segundo treino e já ir logo acelerando tudo num traçado difícil como este", concluiu.

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos

Foto: WilliamsF1/MF2

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Quebra no final afasta Bruno Senna dos pontos em Cingapura

Corrida de recuperação termina a duas voltas da bandeirada 

SÃO PAULO - Anunciada pelo próprio piloto na véspera, quando um choque com o muro na segunda parte do treino classificatório e a perda de cinco posições por troca do câmbio o deixaram em 22º no grid, a "corrida de aventura" de Bruno Senna no GP de Cingapura por pouco não apresentou um final feliz. Com a perda de potência registrada pela Williams FW34-Renault nos instantes derradeiros de uma prova encerrada dentro do limite regulamentar de duas horas, Bruno acabou abandonando depois de passar grande parte do terço final na zona de pontuação.

O esforço não foi recompensado à altura, mas Bruno deixou os boxes de Marina Bay na noite deste domingo com a convicção de que o seu excelente trabalho foi percebido por todos. "Considerando os problemas que tive, acho que fiz uma boa corrida. As primeiras voltas foram complicadas, mas pude fazer ultrapassagens e manter um bom ritmo", disse Bruno, que chegou a andar sem a primeira marcha durante algum tempo a pedido da equipe, temerosa de uma quebra. Mais tarde, no entanto, o risco foi afastado e Bruno pôde utilizar o câmbio em sua plenitude.

Bruno fez três paradas para troca de pneus e a proposta inicial de se manter na pista, evitar os acidentes e contar com algumas desistência parecia estar rendendo frutos. "Sabíamos que era uma daquelas corridas em que seria possível colher pontos se fôssemos até o fim. Infelizmente, não foi o caso. Quando restavam 16 voltas, comecei a ter problemas com o KERS e ficou difícil me defender, mas corrida é assim mesmo. Estou feliz com meu desempenho, saindo da penúltima fila e entrando na briga pelos pontos." Com os resultados, Bruno permanece na 16ª colocação do campeonato de pilotos, com 25 pontos. 

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos
Foto: WilliamsF1/MF2

sábado, 22 de setembro de 2012

Bruno Senna espera corrida de aventura em Cingapura


Toque no muro e troca de câmbio levam piloto da Williams a largar em 22º. 



SÃO PAULO - Bruno Senna admite que precisará superar muitos obstáculos no caminho da zona de pontos do GP de Cingapura, abertura da fase europeia da Fórmula 1 e da reta final do campeonato. O piloto da Williams tocou com o carro na parede do circuito de Marina Bay nos instantes finais da segunda parte da sessão classificatória deste sábado e nem chegou a completar uma volta que poderia lhe garantir a passagem ao Q3. E como será obrigado a trocar o câmbio, danificado na batida, perdeu mais cinco posições e largará em 22º neste domingo. "Será uma corrida de aventura. Espero que seja uma boa aventura", comentou, desapontado.

O traçado urbano, pontilhado de curvas, poucas retas, escassas possibilidades de ultrapassagem e a permanente ameaça dos muros próximos será um complicador a mais. Bruno, no entanto, ainda nutre a esperança de avançar numa prova previsivelmente exaustiva, tanto do ponto de vista físico quanto do desgaste de pneus e freios. "Mas vamos precisar de um milagre na estratégia para sonhar com alguma coisa."

Bruno ficou decepcionado com o acidente porque a Williams parecia estar confirmando a expectativa de render bem numa pista que exige muita carga aerodinâmica. Horas antes, no terceiro treino livre, ele fez o 9º tempo. "A volta era boa. Agora, vamos tentar uma corrida de recuperação. Não será fácil, porque aqui é muito difícil de passar. Mas em Mônaco a situação era parecida e cheguei em 10º", lembrou. Apesar das circunstâncias adversas, Bruno poderá se beneficiar do menor desgaste dos pneus na comparação com outras equipes. "Pelo que vimos, a nossa degradação está boa."

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos

Foto: WilliamsF1/MF2

Vídeo: Diário do Bruno - Sábado em Cingapura

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Vídeos: Youtube - WilliamsF1TV

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Bruno Senna fica sem a simulação de corrida em Cingapura

Toque contra o muro tira o brasileiro mais cedo dos primeiros treinos livres.

SÃO PAULO - O maior prejuízo do leve acidente que estrelou na segunda parte dos treinos livres do Grande Prêmio de Cingapura não foram os danos no carro da Williams. De acordo com Bruno Senna, os estragos decorrentes do toque lateral com a parede do circuito urbano de Marina Bay foram quase insignificantes, mas a saída prematura dos ensaios cobrou seu preço. "Não consegui fazer a simulação de corrida que estava programada. Isso foi o pior de tudo. Ficamos sem informações úteis", admitiu Bruno, que causou a paralisação da prática, deixou o cockpit sozinho e depois assistiu ao trabalho da equipe de resgate na remoção do carro até os boxes.

Bruno bateu quando estava na pista com um jogo de pneus supermacios. A primeira tentativa de volta rápida precisou ser abortada porque encontrou a Marussia do alemão Timo Glock em ritmo ainda lento ao deixar o pit lane. Na segunda, a passagem agressiva sobre a chicane o obrigou a levantar o pé. "Dei uma volta lenta para esfriar os pneus e estava na segunda rápida quando encostei no muro. Era um tempo razoável, levando em conta que já estava na quarta volta desses pneus", comentou Bruno, que terminou os ensaios na 17ª posição (1min51s452).

Na primeira parte dos treinos livres, com o asfalto variando entre o úmido do início da sessão para a pista quase completamente seca a partir da metade, Bruno ficou com a 11º colocação. Ele disse, no entanto, que ainda é cedo para avaliar como a Williams se encontra no confronto com as demais equipes. "Mesmo nessa hora o carro estava meio fora do ideal. Vamos ter de esperar até amanhã e ver se conseguimos juntar tudo o que temos de melhor. Mas a impressão inicial é que não será fácil, porque tem muita gente competitiva."

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos 

Foto: WilliamsF1/MF2