Bruno Senna postou em seu Twitter a foto do Kit Gillette:
Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re
domingo, 16 de outubro de 2011
Kit Gillette que aguardava Bruno Senna no Hotel
kit Gillette que o piloto Bruno Senna usou após a corrida do GP da Coreia, chiquérrimo! Deve ter ficado bem melhor, hein?!
Bruno Senna postou em seu Twitter a foto do Kit Gillette:
Bruno Senna postou em seu Twitter a foto do Kit Gillette:
Bruno Senna diz que largada definiu sua corrida na Coreia
Expectativa, agora, é de melhor sorte no GP da India
As esperanças de chegar à zona de pontos no Grande Prêmio da Coreia foram praticamente enterradas para Bruno Senna logo após a largada. Saindo da 15ª posição no grid, o piloto da Lotus Renault GP caiu quatro colocações e não conseguiu imprimir o ritmo que desejava. "A largada definiu minha corrida. O carro até estava bom, mas havia uma fila de carros à frente que me seguraram", explicou Bruno, que recebeu a bandeirada em 13º.
Bruno reconheceu que a corrida deste domingo em Yeongam apresentou desfecho abaixo de sua expectativa. "Foi um dia ruim. Talvez o único consolo tenha sido o fato de os carros da Force India também não terem indo muito bem e somado apenas um ponto. Nesta altura do campeonato, é com eles que estamos preocupados na briga pela 5ª posição das equipes. De qualquer forma, vamos ter de melhorar no GP da India", comentou.
A Lotus Renault GP optou por uma estratégia de duas paradas. Bruno largou com pneus macios, manteve o mesmo tipo de composto no primeiro pit stop e deixou os supermacios para a última parte da corrida. "Acho que eu poderia ter ficado um pouco mais na pista no primeiro turno. Os pneus ainda estavam muito bons quando fui chamado para os boxes. Como eu já estava próximo da entrada, nem deu tempo para sugerir uma permanência mais longa com o mesmo jogo."
Nas últimas voltas, Bruno chegou a descontar a desvantagem de mais de 10 segundos da Sauber de Sérgio Perez, mas o desgaste acentuado dos supermacios cobrou seu preço. "Logo depois que encostei no Perez, os pneus destruíram, praticamente não tinham mais borracha e eu mal conseguia frear", disse, justificando a queda de rendimento e a ultrapassagem que recebeu da Williams de Rubens Barrichello.
MF2
As esperanças de chegar à zona de pontos no Grande Prêmio da Coreia foram praticamente enterradas para Bruno Senna logo após a largada. Saindo da 15ª posição no grid, o piloto da Lotus Renault GP caiu quatro colocações e não conseguiu imprimir o ritmo que desejava. "A largada definiu minha corrida. O carro até estava bom, mas havia uma fila de carros à frente que me seguraram", explicou Bruno, que recebeu a bandeirada em 13º.
Bruno reconheceu que a corrida deste domingo em Yeongam apresentou desfecho abaixo de sua expectativa. "Foi um dia ruim. Talvez o único consolo tenha sido o fato de os carros da Force India também não terem indo muito bem e somado apenas um ponto. Nesta altura do campeonato, é com eles que estamos preocupados na briga pela 5ª posição das equipes. De qualquer forma, vamos ter de melhorar no GP da India", comentou.
A Lotus Renault GP optou por uma estratégia de duas paradas. Bruno largou com pneus macios, manteve o mesmo tipo de composto no primeiro pit stop e deixou os supermacios para a última parte da corrida. "Acho que eu poderia ter ficado um pouco mais na pista no primeiro turno. Os pneus ainda estavam muito bons quando fui chamado para os boxes. Como eu já estava próximo da entrada, nem deu tempo para sugerir uma permanência mais longa com o mesmo jogo."
Nas últimas voltas, Bruno chegou a descontar a desvantagem de mais de 10 segundos da Sauber de Sérgio Perez, mas o desgaste acentuado dos supermacios cobrou seu preço. "Logo depois que encostei no Perez, os pneus destruíram, praticamente não tinham mais borracha e eu mal conseguia frear", disse, justificando a queda de rendimento e a ultrapassagem que recebeu da Williams de Rubens Barrichello.
MF2
sábado, 15 de outubro de 2011
Feliz Aniversário Bruno Senna
Bruno Senna: "Temos um bom carro para a corrida"

Brasileiro fica no Q2 e reconhece que "faltou quilometragem" para entrar no Top 10.
SÃO PAULO - Ainda em fase de readaptação à Fórmula 1, depois de uma estreia complicada pela pouca competitividade da equipe que defendeu no ano passado, Bruno Senna passou por mais uma fase de aprendizado nos treinos classificatórios do GP da Coreia neste sábado no circuito de Yeongam. Ficou na segunda parte do qualifying e reconheceu que a falta de quilometragem com o R31 da Lotus Renault GP cobrou seu preço. "Choveu muito aqui em 2010 e esta era a primeira vez que estava andando nesta pista difícil com um carro veloz. Talvez tenha faltado um pouco de confiança para acelerar tiudo o que podia", explicou Bruno, que partirá em 15º. Para complicar, nos ensaios livres da manhã, na primeira vez durante o fim de semana em que pôde avaliar os pneus macios e supermacios, um leve toque na parede o fez perder precioso tempo nos boxes.
Apesar do desapontamento com o resultado exatamente no dia em que completava 28 anos de idade, Bruno acredita que o domingo ainda pode apresentar um cenário diferente. "O carro demonstrou um grande potencial para a corrida, como vimos pelo ótimo trabalho que meu companheiro de equipe fez", disse, elogiando o 8º lugar no grid do russo Vitaly Petrov. "Na verdade, eu só não tinha o ritmo dele em algumas curvas, mas isso fez toda a diferença. Amanhã as coisas devem ser diferentes", analisou.
Mesmo com o treino abreviado pelo contato com o muro que danificou a asa dianteira e exigiu a mudança no acerto da suspensão, Bruno andou com bastante gasolina nos ensaios da manhã e pôde ter uma ideia do ritmo do carro. "Não estava ruim. Pode ser uma prova interessante para a gente, até mesmo em função do desgaste dos pneus. Os dianteiros estão sofrendo mais, mas também surgiram bolhas nos traseiros. Vamos ver quem vai administrar melhor essa questão na prova, ainda mais que não sabemos como a pista estará porque ela vem melhorando a cada nova entrada dos carros."
Apesar do desapontamento com o resultado exatamente no dia em que completava 28 anos de idade, Bruno acredita que o domingo ainda pode apresentar um cenário diferente. "O carro demonstrou um grande potencial para a corrida, como vimos pelo ótimo trabalho que meu companheiro de equipe fez", disse, elogiando o 8º lugar no grid do russo Vitaly Petrov. "Na verdade, eu só não tinha o ritmo dele em algumas curvas, mas isso fez toda a diferença. Amanhã as coisas devem ser diferentes", analisou.
Mesmo com o treino abreviado pelo contato com o muro que danificou a asa dianteira e exigiu a mudança no acerto da suspensão, Bruno andou com bastante gasolina nos ensaios da manhã e pôde ter uma ideia do ritmo do carro. "Não estava ruim. Pode ser uma prova interessante para a gente, até mesmo em função do desgaste dos pneus. Os dianteiros estão sofrendo mais, mas também surgiram bolhas nos traseiros. Vamos ver quem vai administrar melhor essa questão na prova, ainda mais que não sabemos como a pista estará porque ela vem melhorando a cada nova entrada dos carros."
Foto: Sutton Imagens/MF2
Fonte: Mf2 Serviços Jornalísticos
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Bruno Senna admite que treinos foram pouco úteis na Coreia
Lotus Renault GP evita riscos e nem marca tempo na primeira sessão.SÃO PAULO - Se a previsão da meteorologia se confirmar, os treinos livres que abriram a programação do GP da Coreia nesta sexta-feira em Yeongam terão tido pouca utilidade. Essa é a avaliação de Bruno Senna, que entrou na pista apenas na segunda sessão depois que a Lotus Renault GP preferiu não correr riscos no asfalto encharcado e manteve os dois carros estacionados dentro da garagem ao longo de quase todos os 90 minutos da primeira. "Contamos com pista seca no restante do fim de semana e a volta das condições normais", explicou Bruno, que fechou o dia na 15ª colocação com o tempo de 1min55s187 na melhor das 28 voltas que completou.
Em seu quinto grande prêmio na temporada, Bruno chegou a entrar na pista pela manhã, mas regressou aos boxes em seguida depois de completar a volta de checagem de todos os sistemas do R31. No período da tarde, com a melhoria do clima - choveu apenas ocasionalmente com baixa intensidade -, o brasileiro trabalhou no acerto aerodinâmico. "Procuramos ver como o carro se comportava com os pneus intermediários, mas não fazia muito sentido ficar andando direto sabendo que o tempo deve ser completamente diferente amanhã", justificou.
A exemplo de grande parte dos colegas, Bruno não conseguiu baixar sua marca no final dos ensaios, quando o trilho de pista mais seca começou a se formar e oferecia em tese a possibilidade de os tempos caírem. Mais do que um eventual e inesperado desgaste acima do esperado dos pneus, Bruno disse que o estado do asfalto é que pode ter sido a razão. "A pista ficou muito ensebada depois que começou a secar e complicou a aderência", comentou.
Embora a equipe tenha reunido dados considerados positivos do primeiro dia de embates em Yeongam, Bruno reconheceu que só mesmo a terceira sessão de treinos livres é que começará a estabelecer a realidade de cada equipe. E torce para que o equilíbrio do carro, que chegou a preocupar no molhado, evolua no seco. "Só então é que vamos saber como estamos na comparação com os outros", acrescentou Bruno, que completará 28 anos neste sábado.
Foto: Sutton Images/MF2
Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos
Em seu quinto grande prêmio na temporada, Bruno chegou a entrar na pista pela manhã, mas regressou aos boxes em seguida depois de completar a volta de checagem de todos os sistemas do R31. No período da tarde, com a melhoria do clima - choveu apenas ocasionalmente com baixa intensidade -, o brasileiro trabalhou no acerto aerodinâmico. "Procuramos ver como o carro se comportava com os pneus intermediários, mas não fazia muito sentido ficar andando direto sabendo que o tempo deve ser completamente diferente amanhã", justificou.
A exemplo de grande parte dos colegas, Bruno não conseguiu baixar sua marca no final dos ensaios, quando o trilho de pista mais seca começou a se formar e oferecia em tese a possibilidade de os tempos caírem. Mais do que um eventual e inesperado desgaste acima do esperado dos pneus, Bruno disse que o estado do asfalto é que pode ter sido a razão. "A pista ficou muito ensebada depois que começou a secar e complicou a aderência", comentou.
Embora a equipe tenha reunido dados considerados positivos do primeiro dia de embates em Yeongam, Bruno reconheceu que só mesmo a terceira sessão de treinos livres é que começará a estabelecer a realidade de cada equipe. E torce para que o equilíbrio do carro, que chegou a preocupar no molhado, evolua no seco. "Só então é que vamos saber como estamos na comparação com os outros", acrescentou Bruno, que completará 28 anos neste sábado.
Foto: Sutton Images/MF2
Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Bruno Senna sobre o GP da Coreia: “O traçado da pista sugere que os pontos fracos em Cingapura não serão tão pronunciados.”
Com o pé pesado no GP do Japão, Bruno quer acelerar ainda mais do que em Suzuka… O que dá para tirar da corrida no Japão?
Bruno Senna: A corrida foi um pouco dura em Suzuka. A largada foi difícil depois que fui espremido na curva 2 e perdi algumas posições. Depois não senti ter carro para andar no mesmo nível do Petrov.Toda vez que eu apertava o ritmo o carro parecia muito arisco e acabei saindo da pista em várias ocasiões. Com isso, fiquei atrás de carros que vinham na mesma balada ou um pouco mais lentos, e preso atrás deles não pude passá-los.
Olhando a telemetria descobrimos que tínhamos um pouco de problema com a pressão aerodinâmica, já que estávamos perdendo a carga ao longo da corrida. Você não vai querer que isso aconteça numa pista de alta. Uma das coisas mais legais do fim de semana foi sair da minha batida no terceiro treino livre para qualificar com o mesmo tempo de meu companheiro - acho que dá para ver o lado positivo disso. A equipe fez um excelente trabalho de deixar o carro pronto num tempo tão curto depois do meu erro (no terceiro treino livre) e fiquei feliz de retribuir com um bom resultado para eles, passando ao Q3. Estamos trabalhando bem em equipe e estou aprendendo muito a cada corrida com os engenheiros e os mecânicos.
Como você lida com a pressão de acabar de voltar da batida no terceiro treino livre e ainda conseguir se qualificar tão bem?
BS: Eu ajudei a equipe a reconstruir o carro e eu mesmo sangrei meus próprios freios! E olha que fiz um bom trabalho, porque o pedal ficou firme! Na qualificação eu tinha que «deixar o cérebro na garagem», como Eric me disse: ’Simplesmente pilote sem pensar no acidente’, e foi o que fiz. Fui lá e andei como se não tivesse nada a perder naquele momento. Eu sabia que o carro estava bom o suficiente para qualificar entre os dez primeiros e foi isso o que consegui.
Próxima parada Coreia – que lembranças tem do ano passado?
BS: Minhas lembranças do ano passado não são muito boas; tive problemas na suspensão na sessão de treino e depois as coisas se complicaram para mim por causa da chuva, do safety car e, em seguida, a bandeira vermelha. Foi uma forma bem difícil de conhecer uma nova pista e, certamente, um fim de semana agitado. Este ano vai ser como começar de novo.
Qual a sua impressão do circuito?
BS: É uma pista difícil, e acho que existem muitos lugares onde você pode cometer erros. Há curvas de camber negativo em vários pontos da pista e isso não é a coisa mais confortável para um piloto. No entanto, isso é igual para todos. Estou esperançoso de que na Coreia poderemos fazer um trabalho baseado em Suzuka para quando levarmos o carro para a pista pela primeira vez na sexta-feira. A partir daí simplesmente acelerar e estabelecer a meta para a qualificação e a corrida.
Com um nível semelhante de pressão aerodinâmica a Suzuka e curvas de média a alta velocidade, você acha que o R31 irá se sair bem?
BS: Sim, acho que vai. A Coreia tem uma demanda maior de tração, mas o tipo de asfalto é bem liso e o traçado sugere que os pontos fracos em Cingapura não serão tão pronunciados. Devemos ser fortes de novo e levar nosso carro para a zona de pontos até o final da temporada.
Fonte e Foto: Lotus Renault GP
Bruno Senna: A corrida foi um pouco dura em Suzuka. A largada foi difícil depois que fui espremido na curva 2 e perdi algumas posições. Depois não senti ter carro para andar no mesmo nível do Petrov.Toda vez que eu apertava o ritmo o carro parecia muito arisco e acabei saindo da pista em várias ocasiões. Com isso, fiquei atrás de carros que vinham na mesma balada ou um pouco mais lentos, e preso atrás deles não pude passá-los.
Olhando a telemetria descobrimos que tínhamos um pouco de problema com a pressão aerodinâmica, já que estávamos perdendo a carga ao longo da corrida. Você não vai querer que isso aconteça numa pista de alta. Uma das coisas mais legais do fim de semana foi sair da minha batida no terceiro treino livre para qualificar com o mesmo tempo de meu companheiro - acho que dá para ver o lado positivo disso. A equipe fez um excelente trabalho de deixar o carro pronto num tempo tão curto depois do meu erro (no terceiro treino livre) e fiquei feliz de retribuir com um bom resultado para eles, passando ao Q3. Estamos trabalhando bem em equipe e estou aprendendo muito a cada corrida com os engenheiros e os mecânicos.
Como você lida com a pressão de acabar de voltar da batida no terceiro treino livre e ainda conseguir se qualificar tão bem?
BS: Eu ajudei a equipe a reconstruir o carro e eu mesmo sangrei meus próprios freios! E olha que fiz um bom trabalho, porque o pedal ficou firme! Na qualificação eu tinha que «deixar o cérebro na garagem», como Eric me disse: ’Simplesmente pilote sem pensar no acidente’, e foi o que fiz. Fui lá e andei como se não tivesse nada a perder naquele momento. Eu sabia que o carro estava bom o suficiente para qualificar entre os dez primeiros e foi isso o que consegui.
Próxima parada Coreia – que lembranças tem do ano passado?
BS: Minhas lembranças do ano passado não são muito boas; tive problemas na suspensão na sessão de treino e depois as coisas se complicaram para mim por causa da chuva, do safety car e, em seguida, a bandeira vermelha. Foi uma forma bem difícil de conhecer uma nova pista e, certamente, um fim de semana agitado. Este ano vai ser como começar de novo.
Qual a sua impressão do circuito?
BS: É uma pista difícil, e acho que existem muitos lugares onde você pode cometer erros. Há curvas de camber negativo em vários pontos da pista e isso não é a coisa mais confortável para um piloto. No entanto, isso é igual para todos. Estou esperançoso de que na Coreia poderemos fazer um trabalho baseado em Suzuka para quando levarmos o carro para a pista pela primeira vez na sexta-feira. A partir daí simplesmente acelerar e estabelecer a meta para a qualificação e a corrida.
Com um nível semelhante de pressão aerodinâmica a Suzuka e curvas de média a alta velocidade, você acha que o R31 irá se sair bem?
BS: Sim, acho que vai. A Coreia tem uma demanda maior de tração, mas o tipo de asfalto é bem liso e o traçado sugere que os pontos fracos em Cingapura não serão tão pronunciados. Devemos ser fortes de novo e levar nosso carro para a zona de pontos até o final da temporada.
Fonte e Foto: Lotus Renault GP
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