Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

sábado, 15 de maio de 2010

Problema no carro é resolvido e Bruno Senna faz melhor treino

Desgaste dos pneus é agora a maior preocupação no GP de Mônaco

SÃO PAULO - Depois de uma mudança substancial no carro após os treinos livres da quinta-feira que lhe devolveu a confiança no F110, Bruno Senna conseguiu neste sábado o seu melhor desempenho em treinos classificatórios em sua temporada de estreia na Fórmula 1. Se a posição de largada - 22º - no GP de Mônaco não será muito diferente daquelas que os carros da HRT F1 Team vem conquistando em seu primeiro ano na categoria, Bruno superou com autoridade e por um segundo o companheiro de equipe - o indiano Karun Chandhok sairá logo atrás - e ficou a apenas sete décimos da Virgin de Lucas di Grassi, com quem dividirá a 11ª fila do grid em Montecarlo.

Apesar da satisfação com o resultado, Bruno procurou conservar a cautela habitual. "Por enquanto, está bom. Colocamos o assoalho reserva, trocamos o diferencial e o carro voltou ao normal. Hoje, pude novamente andar com confiança e isso fez toda a diferença. Na quinta-feira, depois dos treinos, olhamos a telemetria e vimos que minha desvantagem em termos de pressão aerodinâmica em relação ao Chandhok continuava grande. Maior até maior do que na semana passada em Barcelona", continuou.

Bruno não guarda ilusões a respeito das dificuldades que encontrará numa das corridas mais duras do calendário, não apenas para os carros, mas também por causa do aspecto físico. "Nosso ritmo de corrida não é bom. Ainda temos muito que trabalhar para ganhar competitividade. Além disso, o desgaste dos pneus está bastante elevado, principalmente os traseiros", explicou o piloto brasileiro, que há dois anos venceu uma prova da Fórmula GP2 neste mesmo circuito.

Conhecedor do traçado e das características de um asfalto cujos níveis de aderência mudam constantemente ao longo das quase duas horas de prova, Bruno lembrou, no entanto, que é impossível antecipar qualquer prognóstico para a corrida. "Isto aqui é Mônaco e nunca se sabe o que vem pela frente. Vou tentar me manter na pista o máximo possível e depois ver o que acontece."

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos
Foto: Sutton Images/ HRT F1 Team

Posições de Largada para o GP de Mônaco

Terminou a poucos instantes o treino que definiu as posições de largada para o Grande Prêmio de Mônaco de F-1. Após 12 voltas no Q1, Bruno Senna vai partir da 22ª posição com o tempo de 1,18.509. A pole position é de Mark Webber.

Fonte: Formula 1 - The Official F1 Website

Resultado do 3º Treino Livre - GP de Mônaco

Encerrado o 3º Treino Livre nas ruas de Monte Carlo. Após 25 voltas, o piloto Bruno Senna registrou o 22º tempo na sessão que contou com pista seca.

Fonte: Formula 1 - The Official F1 Website

sexta-feira, 14 de maio de 2010

I'd like to see 12 teams finish the season

F1 Monaco Grand Prix: Bernie Ecclestone maps route to Russia

On the 60th anniversary of the inaugural Formula One world championship, the sun warmed the harbour throughout first practice in Monaco and for most of the afternoon session. Bernie Ecclestone even has the weather on a string.

Five months shy of his 80th birthday Ecclestone is still driving this business. The Daily Telegraph slot in the Ecclestone diary was booked for 9am. The power breakfast became afternoon tea.

"Sorry about the wait. I'm not winning at the minute." Not winning is a relative term.

His phone rings off the hook, which means Ennio Morricone ringtones belting out spaghetti western classics around the paddock, and the queue outside his motor home stretches twice around the harbour. Well almost.

I waited in line with the representative from new Spanish entrant, Hispania Racing Team, already struggling to pay their paddock bills.

"Everybody wants to see me. They think I can help. That's why they call me the godfather," Ecclestone said.

"HRT have got problems. I will sort it out. I'd like to see 12 teams finish the season because they have made the commitment to come in. We might lose one of them. But I'm doing my bit to make sure it doesn't happen."

Ecclestone, the sport's commercial rights holder, is an easy figure to lampoon, a gift for pc warriors, but the cartoon commentary does not begin to get to the essence of the man. There is not a voice raised against him in this parish.

For every controversial aside praising Hitler there is a grateful recipient of his largesse. More than one Eddie Jordan wanders this precinct thankful for his benefice. Without him they would be darning the holes in their socks.

As well as saving teams, Ecclestone's big thing is the redrawing of the F1 map. His next stop after Monaco is Sochi in Russia, where he hopes a race might make the F1 calendar in 2013.

"The Russians are good people. They get on with things. It is a matter of whether it suits us or not. I have to have a look at it first."

Negotiations are also advanced to host a grand prix in the Italian capital, where the streets were roped off last week for the reconstituted road classic the Mille Miglia.

"Rome is moving forward. That is going to be good. It's a bit political, obviously. But Rome could be ready in 2013 and Russia about the same time."

The Ecclestone-led shift from F1's European heartland meets with mixed reviews. The state-backed palazzos in the east have reset the sport's financial parameters but killed the spectacle.

Projects in Bahrain, China and Valencia were all typically ambitious yet have tended to produce soporific races. Asked what his options were when threatened by Iceland's volcanic core in Shanghai, Ecclestone replied: "Suicide."

No such difficulties in Monaco, a venue which more than any other characterises this sport. "It drives me mad to work here. It is not an easy place to operate, obviously.

"But in the end it still has that nice bit of glamour. They gave me a watch a few years back when I had done 50 consecutive races here. You didn't see any of these big buildings in the paddock that we have now. Everything was completely different.

"People ask me if I would go back to those days. Everybody seems to want to go back except when you get there you wish you hadn't. It's romantic more than anything."

Ecclestone goes back further than most. He was at Silverstone in 1950 when Giuseppe Farina drove his Alfa Romeo to victory in the inaugural world championship race.

Before he ran the show he loved it. Still does. "I'm a fan as much as anything. I particularly like [Red Bull driver] Sebastian Vettel. Michael [Schumacher] looks in ------ good shape, too. He looked great in Barcelona. People were too quick to write him off. Why pick on him? His return has been brilliant for Formula One."

And what of Jenson Button, the championship leader for whom he feared after joining lion king Lewis Hamilton at McLaren?

"I was stupid enough to have a bet with someone that neither Jenson nor Michael would win a race this season. Now I'm out of pocket."

If you are reading this Lewis, look away now. "Hamilton has been disappointing. He was unlucky in the last race but that's what happens when things are going badly for you.

"People praise his overtaking but you don't get any points for passing cars."

Ennio goes again, evoking smoking guns and conflict resolution in ponchos. Another meeting beckons. You wonder where he gets the energy.

"Don't drink or smoke. Never have. That's the secret. What am I going to do if I retire? I'm happy doing what I do. The minute I didn't think I could deliver or wasn't doing a good job I would stop. None of those things are happening."

Longevity, you might think, would be aided by the change of personnel.

The radio active dynamic between Max Mosley, Flavio Briatore and Ron Dennis is no more. F1's governing body, the FIA, is in the invisible hands of old Ferrari fixer Jean Todt, a silent bruiser happy to pull levers in darkness.

"We don't need the president getting involved in stuff that doesn't concern him," Ecclestone said, code no doubt for doing as he is told.

Despite the sport's quieter political profile, Ecclestone misses the old legislature.

"Yes I miss having Flav about the place. He is good company and he was good for this sport. People associated him with F1. He was a character. We miss Max, too. Max got a lot more right than wrong.

"The biggest problem that Max had was that he couldn't package things in a nice way. You tell people to take it or leave it and it doesn't work. "It's quieter now at the FIA, which is how we like it."

The Telegraph

Bruno Senna prevê "loteria básica" no Q1 em Mônaco

Piloto da HRT F1 diz que dificuldades "serão para todos"
Se a vida das equipes novatas continua difícil neste início de caminhada na Fórmula 1, as médias e grandes também não encontrarão facilidades nos treinos classificatórios do GP de Mônaco. A avaliação é de Bruno Senna, da HRT F1 Team e que levou na bagagem de seu ano de estreia a vitória na Fórmula GP2 em 2008 nas ruas acanhadas e sinuosas do principado. "A possibilidade de uma surpresa não pode ser descartada, embora a lógica e os resultados dos ensaios livres da quinta-feira indiquem que as pequenas devem permanecer fechando o grid. De qualquer forma, será uma loteria básica", brinca Bruno.

Nesta sexta-feira, dia sem atividades de pista para a Fórmula 1 e tradicionalmente reservado à abertura da rodada dupla da GP2 e demais categorias de suporte, Bruno cumpriu apenas o ritual de encontros com a mídia e aproveitou para intensificar a preparação para uma dos traçados mais exigentes em relação ao condicionamento físico do calendário. Foi e voltou de Montecarlo até as vizinhanças de Nice, numa distância de aproximadamente 30 quilômetros.

A primeira parte do qualifying, com duração de 20 minutos e a presença de 24 carros, deverá ser a mais dramática. "Todos terão de se virar com o tráfego, não tem jeito", resume Bruno. Segundo ele, no entanto, as diferentes estratégias determinarão o momento de deixar os boxes. "Devo entrar na pista logo que ela for aberta, mas é possível que muitos optem por uma tática mais agressiva e saiam mais para o final, a fim de aproveitar as melhores condições de aderência do asfalto. Mônaco é um daqueles circuitos que mudam bastante do início para o fim."

Bruno sabe que o fator sorte poderá mesmo se transformar numa de suas poucas armas. "Estamos com um déficit de pressão aerodinâmica muito grande. Essa já era uma de nossas principais dificuldades e acabou agravada aqui porque esta é uma pista onde o downforce conta muito. Já virei de Fórmula GP2 mais rápido do que desta vez com um Fórmula 1", exemplifica.
MF2

quinta-feira, 13 de maio de 2010

"Foi um diazinho difícil", conta Senna ; escute

Brasileiro tenta entender variação de equilíbrio dos dois carros da Hispania

"Foi um diazinho difícil". Desta forma, Bruno Senna classificou a última posição no primeiro dia de atividades para o GP de Mônaco, realizado nesta quinta-feira.

O brasileiro da Hispania se queixou do mesmo problema aerodinâmico na parte traseira do carro, e também lamentou a quebra do câmbio após não ter conseguido acertar no ajuste durante a segunda sessão.

"Começou na primeira sessão, com problema similar de Barcelona, na aerodinâmica. Isso prejudicou bem a performance, mas a gente conseguiu passar pelo programa e ter uma ideia razoável da direção pra tomar", explicou.

"No segundo treino, tentamos acertos diferentes para melhorar a aerodinâmica, mas foi pro lado errado, muito ruim mesmo. Voltamos para o acerto normal com os pneus opcionais, mais a caixa de cambio quebrou e acabou após 20 minutos", analisou Senna, que procura entender a diferença de reações de seu carro para o do parceiro Karun Chandhok.

"Em baixa velocidade os carros são similares, mas, de média para alta, meu carro sai de traseiro. E aqui não dá pra traseirar, pois as curva são suja. Isso elimina confiança. A gente viu na telemetria que há muita carga nos pneus traseiros. Recomendei trocar o assoalho e, se Deus quiser, vai resolver o problema"

Para Bruno, os carros da Hispania deverão tomar seis segundos, em média, dos outros carros na corrida de domingo: "Imagino que Karun vamos tomar seis segundos; talvez numa volta muito boa, cinco e alguma coisa. Essa vai ser a corrida mais difícil do ano para a gente. Os problemas são amplificados."

Ouça a entrevista com o piloto brasileiro:
http://tazio.uol.com.br/f-1/textos/18302/

Fonte e Foto: Tazio UOL

Bruno Senna vive quinta-feira difícil em Mônaco

Circuito de rua amplia problemas com carro do piloto

SÃO PAULO - Mudam os circuitos, mas as dificuldades enfrentadas por Bruno Senna em sua temporada de estreia na Fórmula 1 permanecem. Nesta quinta-feira, abertura dos treinos livres do Grande Prêmio de Mônaco, o piloto da HRT F1 Team continuou sofrendo com a pouca competitividade de um carro que praticamente não recebeu qualquer atualização desde a prova inaugural do calendário no Bahrein. No balanço geral do dia, sua melhor volta - 1min21s688 - foi estabelecida ainda nos ensaios matinais.

"Nosso esforço para fazer o carro funcionar da melhor forma possível neste circuito de rua bastante ondulado foi grande. Não foi fácil, para ser honesto. As áreas em que o carro mais precisa de desenvolvimento em pistas ‘normais’ ficam mais evidenciadas em Mônaco e a equipe precisou trabalhar duro para extrair o máximo do que temos. Esse isso o que também tenho de fazer enquanto aguardo pelas evoluções no carro. Infelizmente, tive um problema na traseira do carro na parte da tarde quando havia acabado de sair com pneus novos. Foi muito decepcionante", comentou Bruno, que completou apenas 11 voltas na segunda prática e 39 no acumulado dos dois treinos.

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos
Foto: Sutton Images / Hispania

Resultado do 2º Treino Livre - GP de Mônaco

Mais um Treino Livre foi encerrado nas ruas de Monte Carlo nesta quinta-feira. Bruno Senna com problemas completou apenas 11 voltas e ficou com o 24º lugar.

Fonte: Formula 1 - The Official F1 Website