sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Bruno Senna está perto do sonho de correr na Fórmula 1: ´O Brasil gosta de vencedor´
Matéria exibida ontem no Programa SportvNews com o piloto Bruno Senna.
Fonte: Globo.com
Embratel pode patrocinar a Campos em 2010

Embratel pode patrocinar a Campos em 2010
Empresa telefônica pode aproveitar número do carro
LANCEPRESS!
Uma coincidência pode levar à Campos um bom patrocínio.Bruno Senna terá em 2010 o carro de número 21, que é o código para ligações telefônicas da Embratel, que é parceira do piloto.
Ainda não existe nada de concreto, mas a empresa pode aproveitar mais este espaço para divulgar a sua marca.
O piloto ainda disse que está ansioso para voltar ao Bahrein, onde a temporada de Fórmula 1 de 2010 começará, e Senna estreou na GP2. Na ocasião, ele ficou em quarto.
- Não vejo a hora de sentar no carro, é necessário estabelecer metas para os primeiros testes, expectativa é muito grande - disse.
Bruno ainda vai intensificar seus treinos físicos com o preparador Andy Mathews. O piloto disse que costuma ficar muito dolorido depois de dirigir por muito tempo e quer estar melhor nessa parte em 2010.
Fonte: Agência LancePress
Senna em Campos


SÃO PAULO – Bueno, almoçamos, os jornalistas, com Bruno Senna e a cúpula da Campos Meta hoje, antes da chuva. Fiz algumas anotações no meu Moleskine que quase já não tem páginas em branco, então vai faltar alguma coisa, porque quando as páginas acabaram eu parei de anotar, e também não anotei nada na hora da sobremesa, que estava muito boa. O cara da Meta, Enrique Rodríguez de Castro, falava comigo e com o Reginaldo Leme, e eu só comia.
Começando do começo, Adrián Campos, o dono da bagaça ao lado da Meta (uma espécie de Traffic, empresa que agencia atletas e faz eventos esportivos) e de mais um sócio cujo nome não anotei, contou que quando corria na Minardi, o orçamento do time era de US$ 7 milhões. Ele pilotou para o time italiano em 1987 e parte de 1988, quando chegou Pierluigi Martini. “Dois pilotos da mesma nacionalidade na mesma equipe não funciona. É um desastre. Os patrocinadores são os mesmos, não dá certo. Pilotos de diferentes nacionalidades abrem o mercado de seus países”, disse.
Assim, fica claro que a dupla Bruno Senna/Nelsinho Piquet, ao menos na Campos, jamais existirá. Aliás, sobre Nelsinho, Adrián disse que conversou com ele só uma vez. Não tem negociação em andamento. E falou que Piquet-pimpolho foi “vítima de grandes interesses da F-1″. O segundo piloto da equipe, segundo o dono, será definido antes do Natal. Os nomes: Pastor Maldonado e Vitaly Petrov. Vai ser o russo. Ele tem grana e correu para a Campos na GP2 asiática.
Depois, Adrián falou com orgulho de sua equipe, que nasceu em 1998 e já conquistou títulos importantes na F-Nissan com Marc Gené (no ano da estreia), Fernando Alonso (1999) e Antonio Garcia (2000). Na GP2, foi campeão entre as equipes em 2008. Um de seus pilotos foi Lucas di Grassi.
Falou sobre Alonso: “É um piloto que faz a equipe funcionar. Felipe Massa pode se beneficiar disso, porque é rápido e a Ferrari gosta muito dele”. Disse que o carro da Campos, que está sendo feito na Itália pela Dallara, vai participar dos quatro testes de fevereiro: três dias em Valência, depois dois testes de quatro dias em Jerez e, por fim, mais um de quatro dias em Barcelona. Elogiou a Cosworth, que está fazendo um ótimo motor, segundo ele. Não contou, mas eu soube, que amanhã se reúne com a Petrobras no Rio. É óbvio que a Petrobras será sua fornecedora de gasolina.
O time tem 90 funcionários, mas quando começar a fazer o carro na Espanha, vai ter 200. Serão 45 por corrida. Isso é regra, todas as equipes estão limitadas a 45 almas por GP. Eu não sabia disso. Contou que o critério de escolha das novas equipes pela FIA foi geográfico, acima de tudo. “Era importante uma equipe espanhola, uma americana, uma da Malásia, que terá dinheiro do governo, e só uma inglesa. Eles não queriam um monte de inglesas. Está nascendo uma nova geração de equipes. Se Max Mosley não tivesse aberto as portas para as novas, a F-1 hoje teria oito times, ou menos.”
Adrián também falou que ninguém tem muita informação sobre as rivais. “Estamos chegando a um meio cheio de tubarões, ninguém confia em ninguém. Por isso, ninguém passa muitas informações.” Contou que a USF1 é aquela sobre a qual menos sabe.
Aí chegou a comida e quem começou a falar foi o Bruno, e não anotei muita coisa. Lembro que ele disse que o número 21 foi uma sorte, apenas, nada a ver com a Embratel. Como deram 20 e 21 para a Campos, explicou Bruno, a equipe pediu para a FIA para inscrevê-lo com o 21, mas não disse por quê. “Se dissessem que era por causa de patrocínio, eles não davam. Devem ter dito que era meu número da sorte, algo assim.” O primeiro-sobrinho falou que há duas semanas tem tido reuniões com possíveis patrocinadores no Brasil, mas a prioridade é arrumar grana para a equipe; depois, patrocinadores pessoais.
Da sobremesa já falei, não anotei quase nada do que disse o cara da Meta, comi um merengue com morango, um musse de goiabada com queijo, um pudim de leite, um cheese-cake e um pedaço do crème brûlée da Vanessa Ruiz (a da foto), da CBN. Os acentos do creme eu tirei da internet. Francês é muito difícil. Enrique, o cara da Meta, está cheio de ideias, disse que a equipe vai plantar árvores para compensar a emissão de poluentes de seus carros, quer que a Campos seja uma “ecoequipe”, que precisa conquistar os jovens e que os novos times da F-1 são “filhos da crise”, porque foi a crise que afastou as montadoras da categoria.
E foi isso. No fim, ainda ganhamos uma camiseta da equipe. Tamanho G, vai ficar grande, não vou usarBlog do Gomes
"Segundo piloto da equipe Campos Meta será anunciado até o Natal "

Em um almoço informal em São Paulo com as presenças de Bruno Senna e Adrian Campos, dono da equipe que leva seu sobrenome e terá o brasileiro no cockpit, o dirigente confirmou que o segundo piloto da equipe será divulgado até o Natal. Ele garantiu também que só existem agora três nomes: o venezuelano Pastor Maldonado, o russo Vitaly Petrov, e o experiente espanhol Pedro de la Rosa.
Ao ser questionado qual seria o principal atributo do piloto entre experiência, modo de pilotar ou patrocínio, Campos disse que vai tentar balancear os três.
"Podíamos trazer um piloto que não trouxesse dinheiro, e esse era o Bruno, por isso agora olharemos por outro lado", disse o dirigente.
Adrian Campos também comentou que o carro estará pronto até o final de janeiro. Pelos próximos três anos, a responsabilidade por fabricar os carros serão da italiana Dallara, depois a própria equipe terá a sua fábrica.
Patrocínio- Uma coincidência pode levar à Campos um bom patrocínio. Bruno Senna terá em 2010 o carro de número 21, que é o código para ligações telefônicas da Embratel, parceira do piloto.
Ainda não existe nada de concreto, mas a empresa pode aproveitar mais este espaço para divulgar a sua marca.
Terra Brasil
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Na mesa com Adrian Campos por Fabio Seixas.
Na mesa com Campos
Blog do Fabio Seixas.
"Bruno tem um talento inegável"

Em um almoço para jornalistas na cidade de São Paulo, Adrian Campos apresentou Bruno Senna como piloto de sua equipe no próximo ano.
O espanhol, que já correu na F-1 no fim dos anos 80, pretende colocar o carro na pista pela primeira vez na primeira semana de fevereiro, em Valência. Antes disso, quer definir sua dupla.
"O segundo piloto será anunciado antes do natal. Tem que ser", afirmou Campos, que testa por mais três semanas em Jerez e Barcelona, antes do início do campeonato."Bruno tem um talento inegável", comenta Campos.
O dirigente, que já trabalhou como manager de Fernando Alonso, afirmou que assinou com Senna por seu talento ser "inegável", não pelo sobrenome famoso.
"Não sabemos onde pode chegar, se será igual ao tio. mas eu assinei com ele porque o talento dele é inegável. O que ele fez em tão pouco tempo de automobilismo é surpreendente. Por isso assinamos com ele sem que ele traga dinheiro, mas o próximo terá que trazer."
Campos também justificou os motivos pelos quais não assinou também com Nelsinho Piquet. "Não fecho a porta para ele. Conversamos, mas para este ano não vai dar. É ruim ter dois pilotos de uma mesma nacionalidade na equipe. Eles estão no mesmo mercado e concorrem pelos mesmos patrocinadores."
Por fim, o espanhol comentou sobre a rivalidade entre Felipe Massa e Fernando Alonso no próximo ano. "Massa é rápido, mas alonso tem a capacidade de fazer a equipe funcionar. Massa pode se beneficiar disso. Não sei se será uma convivência pacífica, mas será divertido acompanhar."
Tazio - UOL
Bruno Senna tenta driblar pressão para estreia na F-1
O brasileiro Bruno Senna tenta driblar a pressão de carregar o sobrenome famoso para estrear na F-1 no dia 14 de março, no GP do Bahrein. Desde que foi apresentado como piloto da novata Campos, em novembro, o sobrinho de Ayrton Senna tem sido procurado diariamente por jornalistas de todo o mundo para entrevistas.- Sempre existiu uma presão enorme. Mas sempre lidei com isso colocando objetivos factíveis para a minha carreira. Não posso absorver essa pressão. Na minha corrida de estreia na F-BMW, estavam me comparando com o Ayrton. Junto com a minha mãe e minha irmão me preparei da melhor maneira para lidar com a pressão e a cobrança - disse Bruno, durante encontro com jornalistas na tarde desta quinta-feira em um restaurante de São Paulo.
E para a primeira temporada na principal categoria do automobilismo mundial, o objetivo é muito claro: somar pontos. Os donos da Campos têm a meta de acabar a temporada como a melhor entre as quatro equipes estreantes.
Apesar de tentar se livrar do lado ruim do parentesco com o lendário tricampeão mundial, Bruno, de 26 anos, reconhece que o sobrenome foi, por enquanto, fundamental para sua ascensão no automobilismo.
- Pude financiar a minha carreira por causa da atenção que o sobrenome Senna despertava na imprensa e no público.
Por enquanto, o brasileiro tem ajudado nos detalhes do carro que irá piloto em 2010. Ele tem conversado regulamente com engenheiros da equipe espanhola. Os testes na pista só começam em fevereiro.
- Não vejo a hora de sentar no carro. Tenho acompanhado tudo. Espero que o carro seja bem-nascido
A Campos ainda não definiu quem será o companheiro de Bruno na temporada. A equipe espanhola também negocia com patrocinadores. Além de somar pontos, o plano dos espanhóis é se consolidar como a primeira equipe verde da F-1.
- Queremos plantar árvores nos arredores dos circuitos em que as corridas forem realizadas para compensar a emissão de gás carbônico provocada pelos carros - afirmou Enrique Rodríguez de Castro, CEO da CamposFonte - O Globo.
"O Novo Senna" - Entrevista de Bruno Senna ao Portal ONNE

Bruno Senna conversou com o ONNE no evento Capacete de Ouro
Bruno Senna é uma grande promessa do automobilismo brasileiro e a partir do ano que vem, o jovem de 26 anos terá pela frente o maior desafio da sua vida ao disputar a primeira temporada na Fórmula 1, na também estreante equipe Campos Meta. O desafio de Bruno será ainda maior pela inevitável comparação com o seu tio Ayrton Senna, tricampeão mundial na categoria.
O piloto, apesar de ter começado a carreira tardiamente, apenas em 2004, já disputou a Fórmula 3, a Fórmula 3 Inglesa, a Le Mans Series e a GP2, onde conseguiu sucesso ao conquistar o segundo lugar no mundial de pilotos na temporada 2008.
No início dessa semana, na 13ª edição do Capacete de Ouro, evento que premia os pilotos e navegadores do país que obtiveram os melhores resultados na temporada nas pistas e trilhas pelo mundo, Bruno conversou com o ONNE.
Confira a expectativa do piloto para a temporada 2010 da Fórmula 1.
ONNE: Qual a expectativa para estrear na novata equipe Campos?
SENNA:Agora eu tenho a chance de estar em uma equipe da Fórmula 1, dar a minha influência no desenvolvimento do carro, então é muito mais excitante, é muito mais animador estar ali com a equipe. Só que infelizmente não tem treino e é preciso esperar até fevereiro para andar com o carro. Mas são coisas do automobilismo e temos que nos adaptar.
ONNE: O que esperar do carro para a temporada 2010?
SENNA: Vamos ter que aproveitar os testes de pré-temporada o máximo possível, mas o importante é ter o pé no chão e saber que ainda há limitações por inexperiência. Tenho que me desenvolver com calma, não adianta sair afobado. A equipe também tem que trabalhar o máximo para conseguir o desenvolvimento rápido, mas tudo depende de muitos fatores. Acho que ser ou não ser estreante, não é a definição de ser ou não bem sucedido.
ONNE: Quem fará dupla com você na Equipe Campos?
SENNA: Na verdade está entre o Pastor Maldonado (Venezuela) e Vitaly Petrov (Rússia), que são pilotos de GT2, que já tiveram vitórias na modalidade. Ainda não foi decidido isso, mas para mim não tem diferença, o importante é que meu companheiro de equipe possa trabalhar em conjunto comigo para levar a equipe para frente e não ficar só uma disputa de pilotos dentro da equipe.
ONNE: O que você acha desse novo regulamento?
SENNA: A parte do combustível vai ser muito interessante com relação como as equipes e os pilotos encaram a performance do carro durante a corrida. Algumas equipes vão priorizar o desempenho no início da prova e outras mais pro final. Isso vai criar muitas fases durante a prova e acho que cria um pouco de imprevisibilidade para a corrida. Estou animado para isso, pois quanto mais mudança de um ano para o outro melhor para quem está entrando e pra gente se tivesse mais algumas mudanças seria ainda melhor.
ONNE: Por carregar o sobrenome Senna, como você lida com a pressão que agora só tende a aumentar?
SENNA: A pressão vai ser maior, só que eu tive uma preparação muito boa desde o começo. Sem nunca ter corrido antes, na minha primeira corrida na BMW, eu tive uma equipe de televisão filmando, então pressão sempre teve lá e só uma questão de saber lidar com ela e criar objetivos reais, coisas que eu sei que consigo fazer antes de fazer o que as pessoas esperam de mim.
A minha responsabilidade é de mostrar o meu potencial, eu não vou ficar me cobrando, pois quem me cobra por ser Senna está com a ilusão de que eu tenho a obrigação de ser igual ao Ayrton e não é isso. Eu tenho que traçar o meu caminho para alcançar o sucesso.
ONNE: E como vai ser competir com Rubens Barrichello e Felipe Massa?
SENNA: Acho que vai ser a máfia brasileira junta na Fórmula 1 mais do que nunca, na GP2 sempre fazíamos coisas juntos com os outros brasileiros e agora na Fórmula 1 as coisas ficaram um pouco mais fáceis porque o Paddock é o mesmo.
ONNE: Qual equipe você considera favorita para a próxima temporada?
SENNA: Bom, acho que a Ferrari e a McLaren estão com uma dupla de pilotos muito fortes (Massa e Alonso; e Hamilton e Button, respectivamente) e provavelmente eles serão as equipes a serem batidas. Agora, quem vai ganhar de quem teremos que esperar.
ONNE: E a ex-Brawn, agora Mercedes?
SENNA: Todo mundo conhece a capacidade do Ross Brawn. Tem que ver como ficou o desenvolvimento do carro do próximo ano, porque como eles acertaram o caminho esse ano, então as chances são boas.
ONNE: O que representa o Capacete de Ouro?
SENNA: Com certeza é uma consagração por todo o trabalho que você faz durante o ano. Todo mundo está trabalhando bastante para atingir o sucesso na carreira e acho que o Capacete de Ouro é uma motivação para todos os brasileiros que estão na batalha, que a gente sabe que não é fácil.
Fonte: PortalOnne