terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Bruno Senna cumprimenta Massa pelo nascimento do filho
Instituto Ayrton Senna - Eventos em Cena.
9 a 13 de dezembro
Os fãs mineiros do piloto Ayrton Senna terão a oportunidade de relembrar o ídolo durante a 2ª Bienal do Automóvel, que acontece em Belo Horizonte, de 9 a 13 de dezembro. A partir de uma parceria com a Associação Comercial de Minas, a Entreposto de Comunicação e a empresa Person Up, organizadoras do evento, o Instituto Ayrton Senna recebeu um espaço para homenagear o tricampeão de F 1, onde será instalada uma exposição com objetos e vídeos do piloto.
Além do primeiro kart e seis capacetes que Senna usou em suas principais vitórias, os visitantes poderão ver de perto o macacão de quando ele corria pela escuderia McLaren, miniaturas de carros, fotos e vídeos que mostram sua trajetória e o trabalho do Instituto Ayrton Senna.
Local: Complexo de Exposição Gameleira, Avenida Amazonas, 6030, Belo Horizonte, Minas Gerais.
Horário de visitação: de 9 a 11, das 14 às 22 horas; 12 e 13, das 10 às 22 horas
www.senna.org.br
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Bruno Senna fala no Twitter sobre seu número na F-1

"Nada como voltar ao numero que me deu o primeiro ano bem-sucedido na minha carreira. Boas lembrancas de 2006 na F3 Inglesa com o numero 21!"
Fonte: www.twitter.com/BSenna
Parabéns!!! Nasce primeiro filho de Felipe Massa
Parabéns Raffaela e Massa!!!
Felipe Bassi Massa, primeiro filho de Felipe e Anna Raffaela Bassi Massa, nasceu às 18h27 desta segunda-feira na maternidade do Hospital Albert Einstein, Morumbi, Zona Sul de São Paulo. Submetida a uma cesariana, a mãe passa bem. A criança, que também apresenta excelente estado de saúde, nasceu com 49 cm de altura e 3,370 kg de peso.
Curiosidades = Superstições e crenças do número 13 na F1
Segundo alguns historiadores, esta nefasta fama do 13 teve sua origem no principio do seculo XIV, quando o rei frances Felipe IV e o papa Clemente V, muito preocupados pelo enorme poder alcançado pelos templórios, se unem para urdir um plano para acabar com a ordem do templo. O plano é levado a cabo em outubro de 1307, quando os principais membros da ordem são capturados de surpresa em diversas cidades, acabando, de repente, com a organização que haviam desenvolvido desde as Cruzadas. Apenas alguns monges logram escapar e, desde então, aquele fatídico dia é tido como maldito entre seus descendentes, seguidores e o povo em geral. Aquilo aconteceu numa sexta feira dia 13.
Esta associação do número 13 com o azar estã presente em nossa cultura e tradição e o automobilismo não esta isento dela, sendo o 13 um número praticamente proscrito das pistas.
Nesse ano, durante o GP da Espanha, o piloto frances Paul Turchy sofreria um grave acidente que lhe custaria a vida. Apenas duas semanas depois, durante a famosa Targa Florio, na ilha da Sicília, o conde Giulio Masetti também perde a vida em outro terrível acidente. Ambos participavam com o número 13 em seus carros e, desde então, o 13 tem sido associado é desgraça.
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Como vemos, o mais habitual em todos estes anos tem sido evitar o número 13 e um dos pilotos mais famosos por sua avers]ao a este número, era Alberto Ascari. Dizia-se que o italiano tinha um verdadeiro pavor ao 13, o que resulta muito curioso, pois ele mesmo, como Galica, tinha nascido um dia 13. Mais curioso ainda é que, ao longo de sua carreira, Ascari conseguiria a vitória na Formula 1 em 13 ocasiões.
Em forma de inciso, posso citar que Angel Nieto, o grande campeão espanhol de motociclismo dos anos 60 e 70, sempre prefere se referir aos seus 13 títulos mundiais conquistados dizendo que foi campeao em 12 + 1 vezes.
Do outro lado do Atlantico, o número 13 tampouco desfrutava de muito apreço e em apenas uma ocasião foi usado por um piloto nas 500 milhas de Indianópolis. Foi o piloto Greg Mason quem o exibiu em seu carro e não conseguiu acabar a prova.
Entrementes, o 13 seguia aumentando a sua negra fama no automobilismo.
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A violencia do impacto destroia o carro e a parte dianteira, inclusive o motor, se precipita sobre o público, causando grande quantidade de feridos e 77 vítimas mortais. Era o dia 13 de junho.
Voltando é Formula 1, temos 1970 como um dos anos mais tristes da categoria. Durante o GP da Holanda, o britnico Piers Courage falece em consequencia das graves queimaduras sofridas no incandio após arrebentar o seu De Tomaso da equipe de Frank Williams. Pouco depois, outro acidente reclamaria a vida do austriaco Jochen Rindt em Monza, durante o GP da Italia. Rindt perde os freios de seu Lotus na temida Parabólica porém ainda seria proclamado campeao mundial, o único em carater póstumo da historia. Curiosamente, Colin Chapman, o patrão da Lotus, era outro dos que tinha aversão ao número 13, tanto que este número foi omitido dos códigos de referencia de seus modelos, pulando do 12 ao 14.
Pouco antes do acidente de Rindt, outro grande piloto havia perdido a vida quando provava o seu carro para o campeonato Can-Am no circuito de Goodwood: Bruce McLaren, o fundador da equipe que leva seu nome.
Pois bem: 1970 tem a peculiaridade de haver sido a única temporada de Formula 1 que contou com 13 GPs.
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Um caso destacável é o do número 16. Peter Revson resultaria morto no acidente que sofreu em 1974 levando este número em seu carro e, em 1977, o piloto que ocupou seu lugar na equipe, herdando o 16, também resultaria morto em outro acidente... no mesmo circuito: Kyalami.
Finalmente, em 1973, durante o GP da Holanda, fomos testemunhas de um dos mais dramáticos acidentes da história da Formula 1. Ali, perderia a vida o britanico Roger Williamson, em cujo March 731 figurava o número 14 por�m, ordinalmente, lhe correspondia o número 13.
Tratavam de burlar o 13 pulando ao 14 mas... não serviu de nada.
Manuel Blanco
GPTotal
FIA divulga primeira lista de inscritos para 2010
A listra traz algumas curiosidades, como a inscrição da Mercedes ainda sob o nome Brawn, apenas com o adendo de que "esta equipe indicou a intenção de mudar para o nome Mercedes Grand Prix". Já a Manor, conforme era previsto, aparece entre os inscritos como Virgin Cosworth.
Outra curiosidade é a não-confirmação da inscrição de Jaime Alguersuari na segunda vaga da Toro Rosso, já que recentemente tanto o próprio espanhol quanto Franz Tost, chefe do time, afirmara que o jovem piloto seguirá por mais uma temporada na escuderia italiana.
Um detalhe a também ser destacado fica por conta da Red Bull, que aparece na lista confirmada com os motores Renault.
A Campos, que será chamada por Campos Dallara, reservou o nº 20 para o segundo piloto da equipe; Bruno Senna ficou com o nº 21.
Já na Ferrari e na Williams, os brasileiros levam a numeração mais baixa: Felipe Massa correrá com o nº 7, enquanto Fernando Alonso ficará com o nº 8; por sua vez, Rubens Barrichello "vestirá" o nº 9, contra o nº 10 de seu companheiro de equipe, o estreante Nico Hulkenberg.
A Sauber, readquirida por Peter Sauber após a saída da BMW, ainda não aparece entre os inscritos. A Toyota, que deixou a F-1 após o fim do campeonato, se mantém vinculada ao Pacto da Concórdia. A FIA promete fazer em breve um anúncio a respeito do futuro da escuderia.
Confira a lista:
McLaren Mercedes
1. Jenson Button
2. Lewis Hamilton
Brawn Mercedes*
3. Nico Rosberg
4. A confirmar
Red Bull Renault
5. Sebastian Vettel
6. Mark Webber
Ferrari
7. Felipe Massa
8. Fernando Alonso
Williams Cosworth
9. Rubens Barrichello
10. Nico Hulkenberg
Renault
11. Robert Kubica
12. A confirmar
Force India Mercedes
14. Adrian Sutil
15. Vitantonio Liuzzi
Toro Rosso Ferrari
16. Sébastien Buemi
17. A confirmar
Lotus Cosworth
18. A confirmar
19. A confirmar
Campos Dallara
20. A confirmar
21. Bruno Senna
USF1 Cosworth
22. A confirmar
23. A confirmar
Virgin Cosworth
24. Timo Glock
25. A confirmar
*A equipe manifestou a intenção de mudar de nome para a temporada de 2010, passando a se chamar Mercedes Grand Prix.
Tazio
2010 FIA Formula One World Championship Entry List
| o. | Driver | Team | Constructor |
|---|---|---|---|
| 1 | Jenson Button | Vodafone McLaren Mercedes | McLaren Mercedes |
| 2 | Lewis Hamilton | Vodafone McLlaren Mercedes | McLaren Mercedes |
| 3 | Nico Rosberg | Brawn Gp Formula One Team* | Brawn Mercedes-Benz |
| 4 | TBA | Brawn Gp Formula One Team* | Brawn Mercedes-Benz |
| 5 | Sebastian Vettel | Red Bull Racing | Red Bull Racing Renault |
| 6 | Mark Webber | Red Bull Racing | Red Bull Racing Renault |
| 7 | Felipe Massa | Scuderia Ferrari Marlboro | Ferrari |
| 8 | Fernando Alonso | Scuderia Ferrari Marlboro | Ferrari |
| 9 | Rubens Barrichello | AT&T Williams | Williams Cosworth |
| 10 | Nico Hülkenberg | AT&T Williams | Williams Cosworth |
| 11 | Robert Kubica | Renault F1 Team | Renault |
| 12 | TBA | Renault F1 Team | Renault |
| 14 | Adrian Sutil | Force India F1 Team | Force India Mercedes |
| 15 | Vitantonio Liuzzi | Force India F1 Team | Force India Mercedes |
| 16 | Sébastien Buemi | Scuderia Toro Rosso | STR Ferrari |
| 17 | TBA | Scuderia Toro Rosso | STR Ferrari |
| 18 | TBA | Lotus F1 Racing | Lotus Cosworth |
| 19 | TBA | Lotus F1 Racing | Lotus Cosworth |
| 20 | TBA | Campos META 1 | Campos Dallara |
| 21 | Bruno Senna | Campos META 1 | Campos Dallara |
| 22 | TBA | US F1 Team | US F1 Cosworth |
| 23 | TBA | US F1 Team | US F1 Cosworth |
| 24 | Timo Glock | Virgin Racing | Virgin Cosworth |
| 25 | TBA | Virgin Racing | Virgin Cosworth |
* This team has indicated its intention to change its team name to Mercedes Grand Prix prior to the start of the 2010 season.
domingo, 29 de novembro de 2009
Bruno Senna em entrevista a Revista Revista Quatro Rodas
"Sei o que quero para na F1. E não é pouco"
“ Se sinto essa pressão toda? Desde a primeira corrida que disputei [ na Fórmula BMW , em 2004 ] , convivo com essa expectativa toda por ser sobrinho de quem sou. Mas desde aquela época está claro dentro de mim que eu sou Bruno e meu tio, o Ayrton Senna. Se alguém achar que sou ele, paciência, terá de rever seu conceito. O que posso garantir é que o que os outros esperam de mim não muda minha maneira de enfrentar meus desafios” afirma Bruno, sempre tomando o cuidado de não se deixar levar pelo mito Ayrton. “ Meu tio é o piloto que mais admiro, mas não o único. Há outros, como Michael Schumacher e Fernando Alonso.” Quer chegar a esse nível?, é a pergunta de muitos. “ Claro, vou para a F- 1 para tentar ser campeão. Se possível, fazer mais que todos eles “ O sobrenome Senna até agora mais ajudou ou atrapalhou? “ Colaborou muito para chegar até aqui. Abriu as portas para conseguir patrocinadores. Poderia ter comprometido também minha evolução se eu não aprendesse a me isolar do que esperam de mim.”
Mas o piloto lembra que as vantagens do nome acabam no cockpit. “Quando você abaixa a viseira, se você se chama Senna, ou seja lá o que for, ninguém quer saber. Se você não se mostrar capaz, não corresponder ao que a profissão exige, pode ser quem for: Não irá pra frente. Nesse sentido, meu desafio foi maior que o da maioria: saber administrar a cobrança do sobrenome Senna e responder com resultados.”
Bruno parece não ter dúvidas ao falar do futuro. “ Se olhar pra trás, verá que eu fiz tudo isso. E é essas base que me dá certeza de que poderei fazer o mesmo na F- 1, embora tenha consciência de que na F-1 esse tempo é ainda menor que o já curto que tive. Mas não me assusta.” Por onde vai, Bruno é assediado por torcedores e imprensa, mas tem conseguido conciliar a todos, sem que depois , por vezes minutos mais tarde apenas, sente no carro e perca performance. É uma de suas grandes virtudes, hoje decisivas no automobilismo: Bruno é forte emocionalmente.
Ano de aprendizado
E o que dá para esperar de você , Bruno? “ Eu nunca competi na F-1, os testes serão bem reduzidos até a primeira etapa , minha equipe é estreante também, nosso orçamento é bem limitado. E vamos competir contra times muito mais estruturados e pilotos de maior experiência. Esse é o meu quadro e o da Campos. “ Em outras palavras comenta o piloto, seu objetivo agora é aprender. “ Para isso, preciso que a Campos me ofereça um carro que termine as corridas, a fim de que eu possa entender o que a F-1 nos cobra, evoluir como piloto e, com o tempo, mostrar meu potencial. Esse é meu plano para 2010”, afirma Bruno. “ Se tudo der certo, o que não é tão simples, poderei ter chance em algum momento de marcar pontos, só isso.”
Ninguém começa a carreira no automobilismo diretamente na Fórmula 3 britânica, aos 20 anos de idade, e já na primeira temporada, mesmo sem estar nas melhores equipes, conquista pole position e chega ao pódio se não tiver talento natural para as pistas. Foi o caso de Bruno. “ Ele me impressiona” , diz Rubens Barrichello, o mais experiente piloto da F-1, que chegará a 300 GPs em 2010. No segundo ano, Bruno disputou o título da F-3 , assim como fez na GP2, onde foi vice-campeão. Bruno é precoce. Se a Campos dispuser de orçamento para pagar à Dallara o desenvolvimento do monoposto e puder disputar as corridas sem quebras sucessivas e bom nível de desempenho, Bruno reúne elementos técnicos para crescer, e rápido, pelo que seu histórico propõe.
O teste na Fórmula 1
Tem gente que pensa que, como a Brawn GP estreou este ano e foi campeã, a Campos também pode surpreender. “ A Brawn é a Honda em que eu mesmo fiz meu único teste da F-1, em Barcelona, no ano passado. Só mudou o nome. A Campos correu de F-3 e GP2. A F-1 é novidade mesmo para ela.”, diz. Sobre o teste de Bruno, Ross Brawn não esconde que gostaria de tê-lo como piloto. “ Atento, mente aberta para ouvir as explicações e aprender, o que não é comum. Os pilotos gostam mesmo é de sentar no carro e acelerar logo, e Bruno sabe o que faz na pista. Seria interessante conhecer seu verdadeiro potencial. Pode ser alto”, diz Brawn.
Na prova da GP2 em Mônaco do ano passado, Bruno emocionou muita gente do meio. Venceu no circuito dominado por Ayrton ( foi seis vezes vencedor na F-1 ) com brilhantismo também. Velocidade, constância, poder de concentração, precisão e bom preparo físico, os predicados apresentados.Tudo isso será de extrema valia, agora na F-1, embora os desafios sejam maiores e a história mostre que não há cidadão capaz de afirmar nada sobre seu futuro, apenas que “ tem muito boa base “, como disse Ross Brawn.
Além da inexperiência na F-1, sua e da Campos, Bruno tem contra si o fato de ter bem pouco tempo de automobilismo. “Eu brincava de kart, quando tinha meus 10 anos, mas aí aconteceu o que todo mundo sabe e minha família, por razões óbvias, não queria nem ouvir falar de corridas”, diz Bruno. “ Foi só quando eu tinha 18 anos que chamei minha mãe [ Viviane Senna, irmã de Ayrton e diretora do Instituto Ayrton Senna ] e disse que queria me tornar piloto.”
Carreira relâmpago
A rigor, Bruno pode contar quatro anos de aprendizado nas pistas: 2005 e 2006, na Fórmula 3 Inglesa, e 2007 e 2008, na GP2. Em setembro de 2004, teve seu primeiro contato com um carro de corrida, um Fórmula BMW. E em 2009 disputou apenas três etapas da Le Mans Series, com modelos de turismo e não monopostos. Antes do teste com o F BMW, não sabia sequer se tinha aptidão para ser piloto. E isso já com 20 anos, idade com que vários pilotos estreiam na F-1, depois de pelo menos oito anos de competições no kart e outras três ou quatro temporadas com monopostos, entre eles Fórmula Renault, F-3 e GP2. “ Bruno compensa a falta de experiência com vontade, dedicação e elevada inteligência”, diz Paul Jackson, dono da iSport, equipe onde foi vice da GP2 em 2008. “ Bruno se interessa em aprender, é equilibrado e sabe crescer no acerto do carro ao longo do fim de semana”, afirma Gavin Bickerton Jones, seu engenheiro na iSport.
Humildade, simplicidade e um princípio que pode levá-lo a crescer na F-1: partir da premissa de que não sabe. “ Bruno não tem vergonha de dizer ‘ não sei ‘ . E é isso, aliado a suas características naturais favoráveis, como aprender rápido, errar pouco e ser veloz, que pode fazer dele um grande piloto na F-1”, diz Bickerton Jones. Para Paul Jackson, essa combinação explica o fato de Bruno ter começado tão tarde, com 20 anos, e chegar à F-1 relativamente bem preparado: “ Você fala uma vez e está assimilado. É um piloto técnico, que sabe exatamente o que faz”.
Flávio Briatore, ex-diretor da Renault, comentou no ano passado sobre Bruno: “ Ele me parece competente. Para ir à F-3 Inglesa e no primeiro ano no automobilismo conquistar pódios e poles, é porque no mínimo, é rápido. Agora, o que é cobrado na F-1 difere, muitas vezes, do que esses meninos fizeram até hoje. Pode tanto explodir como desaparecer”. Bernie Ecclestone é mais otimista. “ Por que não?”, afirmou, em resposta à pergunta sobre se Bruno podeter sucesso na F-1. “ Quase foi campeão da GP2 com bem pouca experiência. No mínimo tem talento. “
Revista Quatro Rodas
Por Lívio Oricchio
