Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

quarta-feira, 22 de abril de 2009

"Oreca 01 AIM" faz sua estréia no circuito francês de Paul Ricard




Team Oreca Matmut apresenta carro com o qual Bruno Senna disputará as 24 horas de Le Mans.

A equipe Oreca promoveu a aguardada estréia do "Oreca 01 AIM" no circuito de Paul Ricard, nas mãos dos pilotos Olivier Panis e Nicolas Lapierre.

O Oreca 01 é o primeiro protótipo totalmente desenvolvido pela Oreca após esta ter comprado, no final de 2007, a equipa Courage Compétition de Yves Courage.

O primeiro protótipo da Oreca é diametralmente diferente do anterior modelo (baseado no Courage LC75 mas com uma aerodinâmica totalmente nova) mas as soluções apresentadas acabam por não fugir muito ao já utilizado em modelos de outras marcas.

Como é visível nas imagens, algumas das soluções aerodinamicas são muito próximas das usadas pela Acura e pela Porsche, mas também há aspectos que parecem ter sido retirados da Pescarolo e da Audi. O nariz, é muito semelhante ao Acura ARX-01 (LMP2) e as placas (não possuem perfis de asa) entre a cobertura das rodas da frente e o corpo central, são quase idênticas às do Porsche RS Spyder. Os flancos são também parecidos com os da Pescarolo e a cobertura dos faróis parecem ter com as do Audi R15, como o mesmo elemento no Oreca-Courage LC70 pareciam com os R10.

Na oportunidade, Mr. Hugues de Chaunac, o presidente da escuderia, mostrou-se orgulhoso do trabalho desenvolvido: "a emoção é grande, é uma pequena equipe que conseguiu produzir um excelente resultado final. Ninguém pode suspeitar da energia e do investimento que este modelo representa para ORECA. Os mínimos detalhes foram tratados e a diferença de desempenho em relação ao carro 2008 é enorme. Aguardo ansiosamente para vê-los disputando os 1000 km de Spa ".

Os pilotos Nicolas Lapierre e Olivier Panis teceram suas primeiras impressões sobre o bólido:

Nicolas Lapierre: "Ao volante, você pode sentir o progresso com a nova aerodinâmica, especialmente nas curvas de média velocidade. Fomos capazes de acumular quilometragem e visualizar o seu potencial. Agora estamos ansiosos para explorá-lo em corrida! ".

Olivier Panis: "O novo carro nos deu confiança imediata. A sensação era boa desde as primeiras voltas. O desempenho geral está melhor, com um ganho líquido de tração. Portanto, existe um grande potencial para ser explorado".

Os testes privados continuam até os 1000 km de Spa, onde os dois novos "Oreca 01" estarão presentes com as duplas Bruno Senna/ Sthépane Ortelli e Nicolas Lapierre/ Olivier Panis.

Fotos: ORECA - Julie Sueur



Imagens: ORECA TV

terça-feira, 21 de abril de 2009

Nome de Bruno Senna vem novamente à baila


Curiosamente, mesmo não estando na Fórmula 1, Bruno Senna acaba por ser dos pilotos mais falados paddock da disciplina. Desta feita, um pouco por toda a Europa, refere-se a possibilidade do jovem piloto brasileiro ingressar na Renault, Brawn GP ou Scuderia Toro Rosso, alegadamente substituindo Nelson Piquet Jr, Rubens Barrichello ou Sébastien Bourdais.

Dois jornais espanhóis, "Marca" e "AS", escrevem que apesar de Romain Grosjean ser o terceiro piloto da Renault, os seus responsáveis temem a falta de experiência do piloto. Tendo em conta que Senna realizou bons testes com a Honda, o seu nome foi falado juntamente com o do japonês Takuma Sato.

De acordo com a agência de notícias alemã "SID", Rubens Barrichello não está a conseguir fazer frente a Jenson Button, o que pode abrir o caminho para Bruno Senna. Por fim, Sébastien Bourdais, que tem tido uma época abaixo das expectativas poderá sair para dar o lugar a Senna.

A tudo isto se junta o facto do brasileiro ter recusado a proposta da Mercedes para correr no DTM, disputar o Campeonato Alemão de Turismos.

Fonte: Autosport

..........................................................................................................................................................................
Onde há fumaça, há fogo. Por enquanto tudo especulação.

Bruno Senna a espera de lugar na F1 em 2009



Apesar de estar arredado da Fórmula 1, o brasileiro Bruno Senna continua expectante de que poderá vir a ter um lugar na categoria, talvez até ainda em 2009.

Apesar de ter sido preterido por Ross Brawn em prol de Rubens Barrichello no inicio da temporada, Bruno Senna mantém a confiança num possível ingresso na F1 neste ano, esperando por aquilo que possa vir a suceder a pilotos cujo inicio de época tem estado abaixo das expectativas, como são os casos de Giancarlo Fisichella, Sébastien Bourdais, Kazuki Nakajima e até Nelson Piquet Jr.
"A Fórmula 1 é o objectivo", referiu o piloto brasileiro à agência SID, admitindo que Bernie Ecclestone lhe disse para não se comprometer com nenhuma outra categoria em 2009.
"O Bernie [Eccletone] disse-me que eu não me deveria comprometer a fundo (fora da f1)", acrescentou.
A verdade é que Bruno Senna rejeitou o contrato oferecido pela Mercedes para competir no DTM em 2009. Num comunicado emitido pela Mercedes, a marca refere que "as conversas com Bruno após o teste de Hockenheim duraram até à última noite [antes do anúncio dos pilotos oficiais da Mercedes no DTM]. Entretanto, ele decidiu manter-se completamente concentrado nas suas hipóteses na Fórmula 1 e a Mercedes, obviamente, aceitou isso", refere o comunicado.
Fonte: Autosport

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Diario AS - Bruno Senna espera fazer um cockpit na Renault

Potenzielle Nachfolger stehen Schlange
Nelson Piquet jr. wird in Bahrain einen neuen Diffusor haben. Laut spanischen Medien steht der Brasilianer bei Renault dennoch auf der Abschussliste.

von Kerstin Hasenbichler
Motorsport-Magazin.com - Krampfhaft arbeiteten die Renault-Mechaniker in Shanghai an dem Boliden von Fernando Alonso. Flavio Briatore ließ in seinem Privatjet neue Teile aus dem Renault-Werk in England nach China einfliegen. Allerdings reichte die Zeit nur für einen Diffusor. "Es tut mir Leid für Piquet, dass er keinen Diffusor haben kann", erklärte Briatore vor dem China-GP gegenüber der spanischen Presse.
Bis zum Bahrain-GP am Sonntag soll nun auch der R29 von Piquet aufgemotzt werden und einen Diffusor erhalten. Es bleibt zu hoffen, dass sich mit dem neuen Unterboden die Performance des Brasilianers verbessert. In China musste der Brasilianer heftige Kritik von Flavio Briatore einstecken. "Das war ein sehr, sehr schlechtes Rennen. Ich kann verstehen, wenn man sich einmal dreht, aber für ihn war das anscheinend ein Wettbewerb: je mehr Dreher, desto mehr Punkte. Er drehte sich einige Male, aber Punkte holte er keine", erklärte der Renault-Teamchef nach dem Rennen verärgert.
Gerüchten zufolge soll Piquet wegen seiner bisherigen Leistungen bei Renault bereits auf der Abschussliste stehen. Laut Diario AS sollen die Tage des Brasilianers bereits gezählt sein. Als potenzielle Nachfolger werden Takuma Sato, Alexander Wurz, Lucas di Grassi und Romain Grosjean gehandelt. Auch Bruno Senna macht sich Hoffnungen auf ein Cockpit bei Renault.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Bruno Senna fala de F1 e futuro no automobilismo.

"Em maio, teremos uma posição mais firme para estabelecer metas de 2010", afirmou Bruno Senna em entrevista ao site TAZIO.

Bruno Senna era um jovem piloto de dez anos quando Ayrton, seu tio e um dos maiores nomes do automobilismo mundial, sofreu um acidente fatal em Ímola, em 1994.

Uma década depois, o menino, então com 20 anos, estreava na F-BMW, na Inglaterra. Neste meio tempo, viveu um longo hiato em sua carreira no automobilismo, reiniciada após uma conversa com sua mãe, Viviane.

De 2004 para cá, o brasileiro passou pela F-3 inglesa, onde teve como melhor resultado no campeonato o vice-campeonato, em 2006, e pela GP2. No ano passado, terminou a temporada da categoria de acesso à F-1 em segundo.

Com isso, seus resultados o transformaram no piloto mais cotado para integrar a equipe Honda na F-1 em 2009. Foi aí que, como em 1994, sua carreira sofreu outro revés: a montadora acabou saindo da categoria e Rubens Barrichello foi confirmado como dono do cockpit da nova equipe, a Brawn.

"Foi uma situação difícil", disse a Odinei Edson, do Tazio.

"As coisas pareciam correr bem, estávamos próximos, tínhamos uma boa relação com o pessoal, enfim, estava indo tudo realmente para um lado mais positivo em termos de eu entrar para a equipe neste ano."

"Mas existem coisas que estão fora do nosso controle, e o mais importante para mim é que nao foi por uma falha minha ou deficiência de performance que as coisas não saíram como a gente queria que saíssem."

Embora diga que está decepcionado, Senna admite que, diante do contexto, a decisão por Barrichello foi a mais lógica. Se fosse Nick Fry no cargo de chefe de equipe - e não Ross Brawn -, porém, Senna diz que existia uma possibilidade maior de entrar na equipe.

"Desde o ano passado o Nick Fry tinha na cabeça dele, junto com pessoal da Honda, que queria arriscar um pouco mais nesse sentido de piloto, queriam colocar um piloto diferente."

"E acho que o próprio Ross Brawn, se as coisas tivessem se resolvido mais cedo, não teria nenhum problema em me colocar no carro, mas dentro das condições foi uma decisão de segurança que ele fez."

Sobre sua relação com o piloto recordista em GPs disputados, Bruno garante que não houve nenhuma "bronca" entre os dois. Ao contrário: Rubinho chegou a ligar para a irmã do piloto.
"Achei muito legal dele. Pra mim não tinha nada pessoal, era uma disputa de posição em uma equipe. A gente não tem nenhum problema um com o outro".



O vice-campeão da GP2 enxerga de dois modos o conselho de Barrichello _na ocasião ele havia dito que não achava bom Bruno entrar na Honda. Primeiro, como realmente uma dica para que ele não entrasse em um beco sem saída; segundo, o interesse de ambos em correr na mesma equipe.

"Tem os dois lados, acho que o que ele falou foi absolutamente natural para quem está disputando coisa com outra pessoa. Duvido que ele tenha tido qualquer tipo de má intenção com o comentário que ele fez."

Com a indecisão na F-1, Bruno traçou outros objetivos para 2009. Correu, no começo deste mês, a primeira etapa da Le Mans Series, os 1.000 km da Catalunha, e ainda deve participar dos 1.000 km de Spa-Francorchamps, em maio, antes de partir para uma das provas mais tradicionais do automobilismo: as 24 Horas de Le Mans.

"A Le Mans Series é um projeto muito interessante. É como uma equipe de F-1: o time desenvolve as próprias partes, tem liberdade de movimento e o piloto é parte integral disso, então é como se fosse um programa de F-1 de desenvolvimento do carro. Isso vai me dar uma experiência incrível pra quando eu estiver em uma equipe da categoria."

"O que mais me surpreendeu foi a quantidade de ultrapassagem que você tem de fazer durante a corrida. É muito complicado você gerenciar o tráfego durante a corrida. A cada cinco, seis voltas parece que é a primeira volta de novo. Vão cinco carros para a primeira curva."


Mesmo parecendo estar seguindo um caminho diferente do que deseja, o piloto garante: as coisas não são como parecem.

" É um pouco difícil enxergar de fora o que está acontecendo, parece que eu acabei ficando de lado, mas não é bem assim. Estamos muito bem amarrados com os pilotos de F-1, só esperando as coisas se estabilizarem na categoria, ninguém sabe como vai ser o regulamento pro ano que vem. Acho que, assim que tudo isso se concretizar um pouco mais, a partir de maio, a gente vai ter uma posição mais firme para poder estabelecer as metas pro ano que vem."


De todos os seus contatos na categoria, Senna ressalta a proximidade com Bernie Ecclestone, que, segundo ele, acreditava mais do que ninguém que Bruno entraria na Honda. Mesmo correndo em outra categoria, os dois ainda mantém contato, e o chefão da F-1 aprovou o projeto da Le Mans Series. "A única preocupação que ele tinha era de eu não me amarrar com isso. Ele continua enxergando que eu tinha uma chance na F-1."


Por fim, Senna deixa um recado para as meninas. "Estou solteiro agora. É um pouco complicado namorar com toda essa indefinição que está minha vida."

Ouça:
http://tazio.uol.com.br/outros/textos/9655/
Fonte: TAZIO - UOL

terça-feira, 14 de abril de 2009

sábado, 11 de abril de 2009

Matéria com Bruno Senna na revista World Tennis


SANGUE DE CAMPEÃO

Sobrinho do maior ídolo do automobilismo, Bruno Senna cresce a cada ano em sua carreira e segue um caminho de conquistas com a mesma garra, porém trilhando sua própria história.

Texto Luiz Aymar

O dia 1º de maio de 1994 ficou marcado na memória dos brasileiros. Como esquecer a data em que perdemos o tricampeão mundial de F1, Ayrton Senna, no trágico acidente em Ímola? Tido como um ídolo nacional, essa história não poderia acabar assim. Felizmente, seu legado continua. Com 24 anos, filho de Viviane Senna, Bruno mantém com orgulho o nome da família nas pistas. Com DNA de campeão, desde a infância ele vivencia o meio automobilístico de perto. O primeiro contato com as pistas foi aos 5 anos, quando sentou em um kart pela primeira vez. “Desde lá, sabia que seria um piloto como meu tio”, afirma. Apesar de correr desde pequeno, o jovem nunca entrou numa competição dessa modalidade. O acidente de Ayrton traumatizou a família, e o pequeno Senna parou de correr, “Porém nunca abandonei o sonho de chegar à F1”, finaliza.
Foi então que ele se afastou das pistas, sem saber ao certo o que o aguardava no futuro. Aos 18 anos, depois de todas as atribulações do acidente, Viviane questionou o filho sobre o que ele queria fazer da vida. “Respondi que queria ser piloto. Ela ficou surpresa, achou que era apenas algo passageiro, mas quando percebeu que o negócio era para valer, passou a me apoiar integralmente.”, conta.

Não acostumado com o forte impacto exercido pelo carro, ele começou a sentir no próprio corpo como é preciso muita força de vontade. “Comecei a quebrar uma costela depois da outra, e até hoje sofro com esse problema”, diz. Ultrapassando esses obstáculos com muita motivação e o auxílio do antigo amigo da família Gerhard Berger, o brilho do sobrenome começou a reluzir nos autódromos europeus. Competiu pela primeira vez na Fórmula BMW em 2004 a partir do segundo semestre. Lá não teve grandes conquistas, e no ano seguinte ingressou na Fórmula 3 Inglesa, onde, em 2006, subiu ao pódio. “Mostrei serviço e venci 5 corridas nesse ano”, completa.
A partir daí, o espírito de campeão começou a surgir nesse garoto de grande personalidade. “Acho que estou aprendendo bastante e os resultados vêm comprovando esse crescimento. Basta olhar o que fiz desde a estréia na Fórmula BMW até as poles e vitórias na F3. Mas também reconheço que ainda me falta experiência, e que preciso continuar me esforçando para completar a formação regular que não pude ter.”, fala.

Esse processo de amadurecimento se reflete nas pistas. Em 2007 estreou na Fórmula GP2 e logo na terceira corrida, realizada em Barcelona, conseguiu sua primeira vitória. Nessa temporada ele finalizou o ano em 8º. Na atual competição já colecionou outras vitórias, e a maior de todas não poderia deixar de ser a do Grande Prêmio de Mônaco. À la Ayrton, Bruno venceu a corrida de ponta a ponta, como na incrível época de ouro de seu tio nas ruas do principado onde ganhou de 1989 a 1993, além de 1987. Ainda para provar que a descendência é verdadeira, levou a melhor sobre seus adversários em Silverstone, Inglaterra, debaixo de uma enorme chuva. “Sem dúvida, foi o meu melhor momento até agora nas pistas, por tudo que envolve essa corrida”, se orgulha.
Por ser sobrinho do campeão, compará-lo a Ayrton é inevitável. Ver o sobrenome Senna de volta às corridas aumenta a ansiedade de testemunhar a bandeira nacional no ponto mais alto do pódio. A cobrança é comum, e para o jovem se torna uma moeda de dois lados: ao mesmo tempo que as atenções estão voltadas à exigência de um bom resultado, o nome facilita a abertura de portas de equipes e patrocinadores. “Essa relação, no entanto, tende a ser minimizada na medida em que construo a minha personalidade de piloto”, complementa. Além dos pés pesados no acelerador, ele se mantém firme e focado em sua realidade de experiência como piloto. O peso de ser um Senna parece não o incomodar, pelo menos por enquanto na Fórmula GP2. “Além disso, apenas o nome não vai me sustentar em categoria nenhuma. Tenho de mostrar serviço como qualquer outro.”, afirma.

Se depender do incentivo familiar, ele já seria o primeiro em todas as categorias. “Minha irmã Bianca é minha empresária e vai praticamente a todas as corridas. Minha mãe também está quase sempre nos autódromos, e várias vezes levam a Paulinha, minha irmã mais nova”, comenta.


Dessa forma, Bruno caminha para um futuro certo, que será a conquista do campeonato. Porém, ele é ponderado ao se tratar desse assunto. Por isso, não foi à toa que Bruno conquistou o segundo lugar na temporada 2008. O garoto prodígio ficou atrás apenas de seu maior rival, Giorgio Pântano, que possui 4 anos de experiência na categoria, mesmo período de toda a carreira de Bruno. Pântano, de 29 anos, 4 a mais que Senna, já tem em seu currículo passagem pela F1, portanto o segundo lugar pode ser considerado uma vitória. O título não chegou por pouco, falhas técnicas e acidentes como o atropelamento do cachorro na corrida da Turquia, tiraram a possibilidade de Bruno ultrapassar os 11 pontos de diferença de Pântano.

Mas isso não foi o problema. Mesmo como vice-campeão, segue querendo dar passos largos, e o sonho de chegar à F1 está cada vez maior. Leva uma rotina pesada de treinos, focando na preparação física e nas habilidades. Entrar na primeira categoria do automobilismo é para poucos. São 10 equipes e apenas 20 pilotos, em que a cada ano a renovação é muito pequena. “Estou procurando me preparar da melhor maneira possível para merecer uma chance, e se isso acontecer, agarrá-la com unhas e dentes.”, afirma.

Logo após o término do campeonato da GP2, o piloto declarou em seu site particular que “ser campeão poderia ter aberto mais portas nos meus passos futuros no automobilismo, mas pelo menos nenhuma se fechou”. Todas as escuderias estão atrás desse talentoso piloto, apenas Ferrari, Renault e Red Bull não manifestaram interesse. “Espero sentar em um assento competitivo da F1 ano que vem”, afirma.

Os brasileiros, acostumados a ser os primeiros, poderão, quem sabe daqui a alguns anos, se alegrar com a garra e a humildade de outro Senna no ponto mais alto do pódio. Se depender do empenho de Bruno, isso ocorrerá num futuro não tão distante. Para isso, ter o tio como referência é muito importante. “Mas estou procurando construir minha própria história”, termina.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Felipe Massa joga suas fichas entre Bruno Senna e Nelsinho Piquet


Em entrevista concedida à Rádio Trip FM, Felipe Massa falou sobre as promessas do automobilismo brasileiro, e disse em quem aposta suas fichas.



 Trip FM - Entrevista com Felipe Massa - Rádio Trip FM