Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

terça-feira, 12 de julho de 2011

Bruno Senna - “I try to make my presence known”

Bruno, tell us about the work you’ve done in the car for LRGP this year?
BS: I did a test in February in Jerez (that was half a day), which was about 600 kilometres. Then I did a couple of days on the R29, young driver days which totalled about 300 kilometres. I also did some demos, which were very low mileage and we were running for fifteen minutes at a time, which was good fun. I also drove some older cars such as the Lotus Evora, the GT4 for entertainment but this wasn’t a huge amount of running.

Aside from test drives and demos, what else is part of your race weekend routine?
BS: We try to participate on the technical side as much as possible. It’s important for me to be up to speed on as much as possible, on everything that’s going on and what the drivers are doing. I must be properly into it to be able to jump in the car and race if I need to. I also do lots of PR for the team and try to make my presence known both at and away from the track.

What’s most interesting about being a test driver?
BS: This year, it’s been important for me to learn the technical side of things. I’m able to do this in such a big team as Lotus Renault GP, because we have vast technical resources. I think it’s very valuable and we can take a lot from it, but I definitely don’t want to be a test driver for too long!

What are your plans for the future?
BS: To try to get the right backing and support to race next year. If it’s LRGP, even better!

Fonte e foto : Lotus Renault GP

sábado, 9 de julho de 2011

Bruno Senna valoriza aprendizado como piloto de testes

Bruno Senna acredita que seu ano como piloto de testes da Lotus Renault está sendo uma boa experiência para que ele voltar a ser titular em 2012.

Bruno Senna explicou que o fato de estar tendo contato com um time desenvolvido também está servindo para a sua evolução, depois de uma temporada difícil com a Hispania.

“É a primeira vez que estou em uma equipe grande da F1 com uma estrutura apropriada, então, a profundidade técnica é muito maior do que eu tinha conhecido antes. Estou aprendendo muito, claro que meu objetivo é de estar em um carro, mas estive em situações que sem ter sido piloto de testes eu não passaria, e isso me faz ver as coisas de forma diferente.”

“Claro que a melhor maneira de você aprender é dentro de um carro, pilotando, mas acho que existem coisas que estou aprendendo tecnicamente, apenas trabalhando com os engenheiros e estudando os dados com os pilotos titulares”, disse o brasileiro em entrevista ao site “ESPNf1” durante o Festival de Goodwood, na Inglaterra.

Bruno Senna ainda disse que espera conseguir uma vaga para estar no grid em 2012 e que está trabalhando para isso. “Espero que consiga resolver isso no final do ano, esse é o plano. E então, vamos ver.”

Goodwood Festival 2011 Bruno Senna.wmv

terça-feira, 28 de junho de 2011

Bruno Senna pedala pelas ruas de Mônaco

Sobrinho de Ayrton Senna, Bruno pedala pelas ruas de Mônaco



Pilotos treinam na cidade onde Ayrton era o rei da Fórmula 1
As ruas do principado de Mônaco - que nesta semana será palco do casamento do príncipe Albert II com a ex-nadadora sul-africana Charlene Lynette Wittstock -, representam mais do que o cenário do circuito mais famoso da F1 para os pilotos Bruno Senna, 27 anos, e Lucas di Grassi, 26. Moradores do charmoso lugar, encravado na Riviera Francesa, onde são vizinhos há mais de três anos, Senna e Grassi mantêm a forma pedalando pelas colinas de Monte Carlo. ''O treino de bicicleta tem várias vantagens: dá para fazer uma programação curta e agressiva, subindo montanhas,ou um longo trecho plano, desenvolvendo boa velocidade'', explica Senna.

E foi neste paraíso que CONTIGO! acompanhou um dia de treino da dupla de brasileiros, passando pelos principais pontos do roteiro do casamento real. Os dois têm uma característica em comum em suas carreiras: ambos estrearam no ano passado na F1, depois de um currículo vitorioso na GP2.

Quase profissionais

Desde 2007, os dois usam a bike para se exercitar, mas admitem que, com o tempo, o treino se tornou mais sério, perdendo os ares de hobby. ''Fizemos um triatlo no ano passado em Mônaco. Eu corria e Bruno pedalava. Evoluímos bastante na prova, que era de longa duração, e ficamos bem próximos do tempo da equipe do Jenson (Button, piloto inglês campeão mundial, corre pela McLaren) e do Nico (Rosberg, alemão, corre pela Mercedes GP), que é bem mais experiente'', relembra Grassi.



E é o Mar Mediterrâneo que incentiva a dupla a pedalar cada vez mais forte - mesmo que, entre um intervalo e outro, a vontade de parar para um mergulho seja grande, ainda mais em um dia de sol. ''A gente passa um tempo do dia de maneira agradável: dá para manter a forma física e relaxar, apreciando uma paisagem como esta'', diz Senna, apontando para a imensidão azul do Mediterrâneo e uma pequena praia escondida entre os grandes rochedos. Mas, em seguida, admite: ''Nós, pilotos, somos competitivos e andamos forte sempre. Não tem moleza, seja na pista ou em um treino de bike. É como se estivéssemos disputando um Tour de France (tradicional prova de ciclismo francesa)!''

Uma história parecida

Foi nas ruas de Mônaco que Bruno Senna fez história no automobilismo ao colocar de volta seu mítico sobrenome no topo do pódio ao vencer a corrida da GP2 (preliminar na F1) em 2008, 15 anos depois da última vitória de seu tio, Ayrton Senna, em Mônaco. Lucas di Grassi também se destacou na GP2, onde foi vice-campeão. Os bons resultados credenciarama dupla brasileira a estrear na F1 em 2010, mas correndo por times pequenos e estreantes: Bruno pela Hispania e Lucas, pela Virgin.

Nesta temporada, os dois buscaram um novo desafio: ser pilotos de testes para conquistar um lugar em uma equipe de ponta. O sobrinho de Ayrton Senna está na Renault - e há especulações na imprensa europeia de que ele poderia arrumar uma vaga ainda neste ano como titular do time. Já Lucas é contratado da Pirelli para testar os pneus da única fornecedora da F1 - e esta quilometragem pode ser decisiva para um bom contrato para 2012.

Fonte:
Revista Contigo

terça-feira, 7 de junho de 2011

Bruno Senna diz que retas do Canadá favorecem Lotus-Renault

Freadas fortes no circuito de Montreal não assustam, diz o piloto reserva da equipe

SÃO PAULO - As longas retas do circuito da Ilha de Nôtre-Dame devem favorecer o rendimento da Lotus Renault GP no Grande Prêmio do Canadá. Foi com essa esperança que Bruno Senna deveria embarcar na noite desta terça-feira para Montreal, depois de uma rápida visita ao Brasil para tratar de negócios particulares. "Nossos carros têm estado constantemente entre os cinco mais rápidos de reta, o que mostra a boa eficiência das asas", afirmou o piloto reserva da equipe inglesa.

Ainda sem conhecer em detalhes as evoluções que a Lotus Renault GP levará para a 7ª etapa da temporada, Bruno destacou a melhoria na tração do R31 nas duas últimas corridas, disputadas em pistas radicalmente opostas - Barcelona e Mônaco. Apesar da evolução, acrescentou que a pressão aerodinâmica seguirá tendo peso preponderante no traçado urbano canadense. "Especialmente nas chicanes", acrescentou. "Por isso, continuará sendo muito difícil encarar os carros que têm na aerodinâmica o ponto forte, como as Red Bull e as McLaren."

O circuito de Montreal sempre foi extremamente exigente em relação aos freios, mas o desgaste excessivo não parece preocupar o brasileiro. "Fazemos estudos antes de cada corrida e levamos os dutos correspondentes às características de cada pista. Até agora não tivemos qualquer problema de temperatura com os freios", explicou.

Neste início de semana, a polêmica reintrodução do GP do Bahrein no calendário continuou figurando na agenda da Fórmula 1. De acordo com o site da revista especializada inglesa Autosport, a associação de equipes teria manifestado formalmente o desejo de não correr a prova no dia 30 de outubro, como determinou há poucos dias o chefe-geral da categoria, Bernie Ecclestone. As equipes se mostrariam dispostas a retornar ao país no futuro, assim que o efervescente clima político da região o permita. Bruno acredita que a prova deve mesmo ser tratada com cautela. "Adoro o Bahrein, sempre me dei bem lá e adoraria voltar. Mas, enquanto não houver garantias mínimas de que encontraremos uma situação de tranqüilidade por lá, devemos aguardar um pouco mais até uma nova edição do grande prêmio."

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos
Foto: Lotus Renault GP/LAT/MF2