Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pedaço de plástico complica vida de Bruno Senna na Itália

HRT F1 corre para recuperar tempo perdido nos treinos da sexta-feira

SÃO PAULO - Um pequeno pedaço de plástico, provavelmente desprendido de algum selo do tanque de combustível, atrapalhou as duas primeiras sessões de treinos livres de Bruno Senna no Grande Prêmio da Itália. Foi só no final da segunda parte, quando o carro do brasileiro parou lentamente no circuito de Monza, que os técnicos da HRT F1 Team descobriram as causas da pane no sistema de combustível. "Era uma coisinha de nada, mas suficiente para impedir a passagem da gasolina", explicou Bruno, que isentou a equipe de responsabilidade pela quebra. "Não houve negligência. Simplesmente esse plástico, que já estava lá, se soltou dentro do tanque", afirmou.

Com pouco tempo de pista, Bruno admitiu que os trabalhos de preparação para o restante do final de semana foram atrasados e a equipe precisará correr para descontar o prejuízo. "Acho que andei mais na scooter dos fiscais de pista do que no meu carro", brincou. Como se não bastassem seus próprios problemas, o japonês Sakon Yamamoto, seu companheiro na equipe espanhola, também deu apenas cinco voltas no período da tarde por causa da quebra da segunda marcha.

Sem nada a fazer a não ser acompanhar os treinos do lado de fora, Bruno olhou com bastante atenção o desempenho das adversárias da HRT F1 Team, uma das três novatas da temporada. A Lotus voltou a revelar o melhor desempenho, mas a Virgin ficou bem próxima na folha de tempos. "Fiquei com a impressão que as duas equipes optaram por um acerto com pouca asa. Apesar do pouco que andei, acho que nossa performance não estaria ruim Se eu estiver certo, vamos brigar com Lotus e Virgin nas tomadas classificatórias."

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos

Foto: HRT F1/MF2

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Zebras altas de Monza impressionam Bruno Senna

Piloto da HRT F1 espera que freadas compensem perda de velocidade esperada na Itália

SÃO PAULO - Bruno Senna reencontrou o circuito de Monza com poucas modificações em relação à pista onde correu pela última vez na Fórmula GP2 em 2008. No tradicional reconhecimento do traçado das quintas-feiras, sempre acompanhado do engenheiro Xevi Pujolar, o piloto da HRT F1 Team constatou que o "ataque" às chicanes precisará ser feito com o máximo de cuidado. "Isso aqui foi modificado para o ano passado e as zebras parecem blocos de concreto na tangência da curva. Assisti ao vídeo da pole do Hamilton. Se ele não passou por cima delas, então é porque ninguém consegue passar mesmo", brincou.

Na parte da tarde, Bruno subiu na bicicleta e foi pedalar pelos quase seis quilômetros da pista. O ciclismo é a modalidade esportiva primária de sua preparação física. No domingo, Bruno e Lucas di Grassi participaram em dupla do triatlo de Mônaco. Di Grassi nadou um quilômetro e correu outros 10, enquanto Bruno completou os 100 km do ciclismo em três horas e trinta e oito minutos. "Foi um tempo bom, levando em conta também que começamos ao nível do mar e chegamos a 1.850 metros de altitude. Fiz a média de 27 km por hora e 171 batimentos cardíacos por minuto. Hoje, aqui em Monza, andei à velocidade de 28 km e batimentos a 135, o que dá uma idéia exata da dificuldade que foi o triatlo", explicou.

Sobre as perspectivas para o final de semana, Bruno manteve a cautela habitual. "Não temos um pacote aerodinâmico especial para Monza como grande parte das equipes. Por isso, pelas características do traçado, não deveremos estar tão rápidos de reta como na Bélgica. Vamos ver se conseguimos fazer um pouco de diferença nas freadas. Nosso carro ainda é basicamente o mesmo do GP do Bahrein na abertura da temporada".

Bruno reconhece que a pista molhada poderia ajudá-lo a reduzir a desvantagem do carro da HRT F1 Team na comparação com as demais pequenas, que são as reais adversárias da equipe espanhola. Mas a leitura da previsão da meteorologia foi desalentadora. "As chances de chuva estão próximas de zero nos três dias. Vamos ter de nos virar no seco mesmo", concluiu.

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos
Foto: HRT F1 /MF2



Ouça: Bruno Senna otimista para o GP de Monza

O jornalista Felipe Motta da Rádio Jovem Pan disponibilizou o áudio da conversa de Bruno Senna com os profissionais da imprensa brasileira presentes em Monza.

Mesmo com um carro sem grandes evoluções mecânicas e aerodinâmicas desde o GP do Bahrein, Bruno está otimista para o GP da Itália:

"Vamos com um carro que tivemos a temporada inteira, então conhecemos muito bem. Geralmente, quando você sai de outras corridas e vai para Monza, você tem um pouco de choque com a falta de downforce".

Senna também comentou sobre a sua participação no triatlo de Mônaco, no último final de semana, competição em que formou dupla com o compatriota Lucas di Grassi. O paulista revelou com muito bom humor a rivalidade com a equipe formada pelos pilotos Jenson Button e Alexander Wurz.

Por fim, Bruno também comentou sobre o aguardado filme do seu tio Ayrton Senna, com lançamento previsto para a semana do GP do Brasil.

Para ouvir a entrevista na íntegra, acesse o BLOG DENTRO E FORA DAS PISTAS:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/f1/audios/fala-bruno-senna/

Foto: HRT F1/MF2

domingo, 5 de setembro de 2010

Bruno Senna and Lucas di Grassi ant the finish line ( TriStar111 )



Vídeo: Youtube - StarEventsWorldwide

Imagens de Bruno Senna no Triathlon TriStar111 em Mônaco





" Eu e o Lucas estamos contentes c/o resultado, mesmo tendo ficado logo atras da equipe do Button/Wurz/Rosberg! Proximo ano melhor preparacao!" Disse Bruno em sua página no Twitter.

Fotos: TriStarLive.com

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Bruno Senna disputa prova de triatlo em Mônaco

Lucas di Grassi completa dupla brasileira neste domingo

SÃO PAULO - Bruno Senna vai disputar neste domingo em Mônaco a prova de triatlo TriStar 111 ao lado do amigo e colega de pistas Lucas di Grassi. Ao piloto da HRT F1 caberá percorrer os 100 quilômetros da competição de ciclismo, enquanto Di Grassi abrirá a participação brasileira com os 1.000 metros da natação e fechará com os 10 km de corrida.

O ciclismo é uma das modalidades esportivas utilizadas por Bruno em seu programa de preparação física. A equipe verde-amarela será acompanhada por outras presenças ilustres, como o inglês Jenson Button e o ucraniano Sergei Bubka, recordista mundial do salto com vara. No total, serão mais de 600 competidores individuais e 40 equipes de revezamento.

Bruno, que mora no principado, está ansioso pela estreia em novo esporte. As ruas e estradas da região não são segredo para ele. "Para mim e para o Lucas, será uma curtição e um desafio. Nossa equipe se chama Ribs Fat, que é uma combinação dos apelidos pelos quais chamamos um ao outro", disse Bruno, que já quebrou várias costelas (ribs) andando de kart, enquanto "grasso" é a palavra italiana que significa gordo (fat). "Não estamos competindo para ganhar, mas apenas dando prosseguimento ao nosso condicionamento. Estou habituado ao ciclismo e me interesso pelo esporte, mas mesmo para mim 100 km de subidas são muita coisa. Ficarei feliz de completar a distância com um bom tempo e com todos os ossos no lugar!"

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos

Foto: HRT F1/MF2

domingo, 29 de agosto de 2010

Bruno Senna lamenta "má sorte" no GP da Bélgica

Corrida acidentada em Spa termina com quebra da suspensão

SÃO PAULO - A quebra da suspensão traseira do F110 logo na sexta volta encerrou prematuramente a participação de Bruno Senna no Grande Prêmio da Bélgica. Frustrado em não poder levar adiante aquele começou como seu melhor final de semana até agora - o 18º no grid foi seu ponto alto na temporada de estreia -, o piloto da HRT F1 Team lamentou o abandono. "Foi um pouco de má sorte. O potencial era travar uma boa disputa com a Lotus e a Virgin", resumiu.

Bruno ganhou posições na largada, mas pouco depois da Eau Rouge a asa dianteira ficou comprometida por um toque no "bolo" formado por vários carros andando próximos. Entrou nos boxes para a troca do componente e aproveitou para substituir os pneus de pista seca pelos intermediários, já que a chuva começou ainda na primeira volta. Mas o tempo melhorou pouco depois e o obrigou a regressar aos boxes para uma nova troca de pneus. Estava novamente calçando os slick quando rodou num dos pontos mais rápidos do traçado, mas mostrou frieza e habilidade para evitar o choque contra as barreiras de proteção.

"Foi esse problema na suspensão traseira que levou o carro a escapar. A equipe ainda não sabe exatamente o que aconteceu, mas não dava para continuar", explicou. O japonês Sakon Yamamoto conseguiu levar o segundo carro da HRT F1 Team até a bandeirada. "Claro que tudo dependeria da estratégia, mas aqui tínhamos ritmo para encarar as outras equipes novas", acrescentou.

Os treinos comprovaram a avaliação inicial de Bruno de que Spa poderia ser o circuito mais favorável ao F110, carro que carrega um crônico déficit de pressão aerodinâmica desde a abertura do calendário no Bahrein e jamais recebeu atualizações técnicas significativas. O otimismo da Bélgica dará lugar à habitual cautela em Monza, onde o campeonato voltará a ser movimentado em duas semanas. "Ainda temos de esperar pelos primeiros ensaios, mas dificilmente o traçado será tão favorável quanto este para o nosso carro", concluiu. Bruno utilizou durante todo o fim de semana um capacete com chamadas para o concurso de design que está promovendo em homenagem ao tio Ayrton. O tricampeão mundial da Fórmula 1 completaria 50 anos em março.

Fonte: MF2 Serviços Jornalísticos
Foto: HRT F1/ MF2