sexta-feira, 19 de março de 2010
Vídeo: Viviane Senna no Programa Mais Você
No bate-papo com a apresentadora Ana Maria Braga, a irmã de Ayrton Senna, que completaria 50 anos no próximo domingo, 21, relembrou momentos do tricampeão mundial de Fórmula 1, divulgou todo o trabalho social feito pelo Instituto que leva o nome do piloto e lançou um capacete comemorativo do aniversário que estará disponível à venda em breve.
E como não poderia deixar de ser, Viviane também comentou sobre a estréia de seu filho, Bruno Senna, no GP do Bahrein, abertura do mundial 2010 da categoria.
Vídeo: Globo.com
Hispania realizou em 3 semanas trabalho de 3 meses

A Hispania conseguiu ter os seus dois carros prontos a tempo de participarem na classificação e na corrida, depois de Bruno Senna ter feito a estreia absoluta do F110 no final do segundo treino livre de sexta-feira.
O motor do carro do brasileiro foi posto em funcionamento pela primeira vez na quinta-feira à noite e a equipe trabalhou sem cessar desde quarta-feira de manhã para ter os dois chassis prontos.
O carro de Chandhok levou mais tempo para ficar pronto, pois muitas peças só chegaram a Sakhir na sexta-feira de manhã, mas apesar de muitos momentos dramáticos a equipe conseguiu completar o trabalho no limite do tempo e o indiano participou na classificação. Por isso, o ambiente na equipe, depois do treino classificatório, era excelente, até porque sem poder tocar nos carros até ao domingo de manhã os mecânicos podiam, finalmente, descansar um pouco.
Jacky Eeckelaert, Diretor de Engenharia da equipe era, por isso, um homem satisfeito: "Fizemos em três semanas o trabalho que normalmente leva três meses a ser completado. Só posso estar feliz com o desempenho de todas as pessoas, mas sei que as próximas três corridas também não vão ser fáceis. Mas com um pouco de experiência do F110 já ficaremos com uma ideia melhor do seu potencial."
AutoSport
Perfil: Bruno Senna
Conheça um pouco mais sobre Bruno Senna no perfil do piloto publicado no site oficial da equipe Hispania:
Data de nascimento: 15 de Outubro de 1983
Idade: 26 anos
Local de nascimento: São Paulo, Brasil
Residência: Mônaco
Altura: 1,80m
Peso: 69kg
Cabelos: castanhos
Olhos: castanhos
Tipo sanguíneo: B+
Estado civil: solteiro
Hobbies: ouvir música, PS3, internet, assistir a esportes na TV
Esportes: ciclismo, natação, boxe
Tipo de música favorito: house music, progressive trance, música clássica e pop
Cantores preferidos: Michael Jackson, The Corrs, Duffy, Above and Beyond, Freemasons
Bebida predileta: guaraná
Comida predileta: berinjela parmegiana da minha cozinheira no Brasil
Início da carreira no automobilismo: Agosto de 2004 em Brands Hatch, F-BMW
Primeiro carro de corrida: F-Renault no Brasil, em um teste no começo de 2004
Primeiro êxito: primeira pole position em Nurburgring na F3 Inglesa em 2005, meu primeiro campeonato completo.
Pior experiência: atropelar um cachorro na corrida da Turquia pela GP2 em 2008
Experiência mais marcante: vencer o GP de Mônaco pela GP2 em 2008
Melhor pódio: 3º lugar na Corrida 1 em Spa-Francorchamps pela F3 Inglesa em 2006, depois de largar dos boxes.
Website: www.brunosenna.com
Bate-bola com Bruno Senna:
O que te levou ao automobilismo?
Eu adoro carros, adoro pilotar e adoro competição!
Quando foi a última vez que você pilotou um carro de corrida?
Foi em outubro de 2009 em um teste de GP2.
Como aconteceu seu primeiro contato com o Dr. Colin Kolles?
Ele se tornou diretor-geral da escuderia de F1 para a qual eu piloto. Assim que ele entrou na equipe, nós nos conhecemos!
Você vai estar pronto para o começo da temporada?
Eu acho que tanto eu quanto a equipe teremos muito trabalho a fazer, já que perdemos a pré-temporada. Mas vamos trabalhar rápido e nos desenvolver durante a temporada.
O que você acha das novas regras para 2010?
Eu acho que cada vez que as regras mudam isso ajuda as novas equipes e pilotos. Mas os desafios são grandes tanto para as equipes como para os pilotos, que têm que desenvolver seus estilos de pilotagem e seus carros para se adequarem a corridas longas e grandes cargas de combustível.
O que você acha do carro?
Eu estou otimista com os números que o carro mostrou no túnel de vento. Ele tem algumas ideias espertas e eu espero que ele tenha boa confiabilidade, para que a gente possa aprender o máximo possível e evoluir rápido.
Onde você correu esse ano? Completou algum campeonato?
Eu corri na Le Mans Series e nas 24 Horas de Le Mans! Nas últimas semanas, eu treinei bastante na bicicleta e na piscina, além de usar o meu Technogym F1 Trainer para fortalecer meu pescoço, como preparação para o começo da temporada.
O que você fez nas últimas semanas?
Trabalhei para voltar à minha melhor forma.
Fitness e você - nos conte um pouco sobre isso.
Durante a minha curta carreira, eu percebi como estar em forma é importante, por isso eu me dediquei muito a ficar o mais em forma possível, além de mentalmente forte também.
Como você se prepara para cada corrida, mentalmente e fisicamente?
Em geral, a preparação física não muda muito, à exceção de algumas sessões extras de sauna quando eu vou correr em algum lugar muito quente. Mas mentalmente é muito importante se manter concentrado e focado durante toda a semana antes do GP.
Você tem alguma superstição antes da corrida?
Não, nenhuma. Mas eu sempre rezo a Deus quando entro no carro.
Qual é a sua lembrança mais marcante de corridas?
Eu acho que foi ganhar o GP de Mônaco pela GP2 em 2008. Foi uma alegria muito grande que eu nunca vou esquecer.
Olhando o calendário da F1, em quais circuitos você acha que vai gostar mais de correr?
Com certeza os circuitos rápidos clássicos, como Spa, Silverstone, Monza e Malásia, que são meus favoritos. Mas eu também gosto dos circuitos de rua, pelas suas dificuldades técnicas.
Qual circuito você acha que vai exigir mais de você?
Os que exigem mais fisicamente são os mais rápidos, como Silverstone. Mas mentalmente, circuitos como Mônaco e Cingapura são difíceis de ganhar.
Que tipo de impacto você acha que vai provocar nos fãs de automobilismo ao redor do mundo?
Eu espero trazer boas lembranças às pessoas!
Você acha que não ter podido treinar na F1 antes da temporada te coloca em posição de desvantagem?
Com certeza não ajuda muito. Nós somos uma equipe nova e precisamos de toda a quilometragem que for possível, mas essas são as condições que nós temos agora, e só nos resta seguir com o nosso trabalho.
Sua melhor qualidade?
Eu aprendo rápido. Regras novas normalmente me beneficiam.
Sua melhor qualidade na pista?
Talvez outra pessoa deva julgar isso.
O que você mais detesta fazer?
Eu odeio ficar sem fazer nada.
Hispania Racing Team
Tradução livre
quinta-feira, 18 de março de 2010
Kolumne - Bruno Senna - Motorsport
Motorsport-Magazin.com - Jetzt liegt mein erstes Formel-1-Rennen also schon ein paar Tage hinter mir, ich bin inzwischen in Sydney angekommen, wo ich die Zeit bis zum Australien GP verbringen werde. Ich war dort noch nie, und das hat mich schon sehr gereizt, mir diese faszinierende Stadt mal ein bisschen näher anzuschauen. Aber nebenbei werde ich natürlich auch weiter trainieren, außerdem bin ich die ganze Zeit telefonisch mit meinen Ingenieuren in Kontakt, die ja jetzt unheimlich hart weiter arbeiten, damit wir in Melbourne mit einer wesentlich besseren Ausgangsbasis an den Start gehen können als noch in Bahrain, dass es nicht mehr in erster Linie darum gehen muss, alles zum Laufen zu bringen und am Laufen zu halten, sondern dass wir schon mal ein bisschen darauf schauen können, näher an die anderen heranzukommen.
Ich bin überzeugt davon, dass es bei uns bei HRT F1 Hispania auch auf die Schnelle noch Steigerungsmöglichkeiten im Sekundenbereich gibt, wenn wir erst mal dazukommen, richtig an der Abstimmung zu arbeiten und alle Systeme dafür auch richtig laufen. Im Rennen in Melbourne war das Auto zumindest in den langsamen Kurven schon einigermaßen, in den schnellen hatte ich allerdings viel zu viel Untersteuern, was extrem auf die Reifen ging.
Dadurch, dass wir aus der Boxengasse gestartet sind, hatten wir zwischen Samstag und Sonntag noch ein bisschen etwas am Auto, vor allem im Feder- und Aufhängungsbereich, verändern können - und das hatte schon etwas gebracht. Trotzdem habe ich nie wirklich gepusht, es ging darum, die Reifen zu schonen, auf Nummer sicher zu gehen, und so weit wie möglich zu kommen. Unseren ersten Boxenstopp haben wir dabei auch einigermaßen anständig über die Bühne gebracht, obwohl er natürlich deutlich langsamer war als bei den anderen. Aber man muss bedenken, dass es ja vorher nie die Zeit gab, das mal zu üben. Im übrigen war das auch wirklich nicht ganz so wichtig, ob wir da noch ein paar Sekunden mehr oder weniger verlieren - wie gesagt, das ganze Wochenende konnte und sollte im Prinzip nichts anderes als ein Test sein.
Deshalb war es wirklich schade, dass ich nicht noch weiter gekommen bin als 18 Runden - wir hätten jeden zusätzlichen Kilometer dringend gebrauchen können. Von den Dingen, von denen man vielleicht befürchtet hat, dass sie kritisch werden könnten, Hydraulik, Kabelisolierungen zum Beispiel, haben alle gehalten. Und dann muss so eine Metallschelle, die einen Wasserschlauch am Kühler hält, kaputtgehen, so dass der Schlauch abfällt, ein Fünf-Cent-Teil...
Das war schon frustrierend, aber so etwas passiert halt. Mit der Hitze von meinem Sitz, die mir am Freitag noch zu schaffen gemacht hat, wäre ich am Sonntag im übrigen schon auch über eine längere Distanz klargekommen. Das Grundproblem ließ ich zwar auf die Schnelle nicht abstellen, aber mit ein paar Kühlelementen im Rücken konnten wir das schon so weit in den Griff bekommen. Ein bisschen unangenehm war noch, dass das Cockpit etwas eng ist, so dass ich beim Fahren seitlich mit den Ellbogen anschlage - aber auch das sollte bis Melbourne zu verbessern sein.
Das Debriefing nach dem Rennen hat trotz der nur 18 Runden über zweieinhalb Stunden gedauert. Das lag zum Teil auch daran, dass unsere Telemetrie noch nicht komplett funktioniert, wir haben bei weitem noch nicht so viele Daten wie es in der Formel 1 allgemein üblich ist. Da müssen überall noch die Programme geschrieben, die entsprechenden Sensoren zum Funktionieren gebracht werden. Für das erste Rennen war einfach alles, was nicht absolut essentiell war, um das Auto fahren zu lassen, aus Zeitgründen hinten angestellt worden.
Aber bis Melbourne sollten wir auch da schon deutlich besser aufgestellt sein. In Bahrain mussten wir halt noch jede Kurve einzeln von Hand durchgehen, ich musste versuchen, mit meinen Aussagen die fehlenden Daten so weit wie möglich zu ersetzen - ich hoffe und glaube aber, dass die Ingenieure mit den Informationen, die ich ihnen geben konnte, ganz zufrieden waren, und dass ich dem Team so ein bisschen etwas zurückgeben konnte für den unglaublichen Einsatz, den alle in den letzten Wochen und an diesem Wochenende gezeigt haben.
Da haben wirklich alle Beteiligten einen unglaublichen Job gemacht. Dass wir es überhaupt geschafft haben, ab der ersten Session am Freitag dabei zu sein, am Sonntag mit beiden Autos am Start zu stehen, das war unter den gegebenen Voraussetzungen eine fantastische Leistung von allen, angefangen natürlich von Colin Kolles. Die Mechaniker haben Nächte durchgearbeitet, kaum geschlafen - sensationell, was da in kürzester Zeit auf die Beine gestellt wurde.
Und auch alle anderen rundum, zum Beispiel auch die PR-Leute, die ja auch ziemlich ins kalte Wasser geworfen wurden, für die die Formel 1 auch Neuland war, haben sich unheimlich schnell eingewöhnt und mich toll betreut und unterstützt. Vor allem, weil beim Saisonauftakt ja noch eine ganze Menge zusätzlicher Termine und Events ansteht, FIA-Fotos, FIA-Tests, PR-Aktionen, ist das logistisch gar nicht so einfach - da wird der Zeitplan ganz schön eng.
Am Donnerstag habe ich mich zum Beispiel per Internet-Videoverbindung der Präsentation meines neuen Sponsors, der Investmentbank Cruzeiro do Sul in Brasilien zugeschaltet, wo auch meine Mutter Viviane vor Ort war. Und wenn mal was noch nicht gleich so perfekt gewesen sein sollte - wir sind schließlich alle noch ganz am Anfang. Wir haben aber eine sehr gute Basis und ich bin überzeugt, dass wir alle zusammen, das ganze Team, immer mehr lernen und uns weiter entwickeln werden.
Im Moment bin ich einfach nur froh und glücklich, dass alles doch noch so geklappt hat, dass ich jetzt wirklich in der Formel 1 angekommen bin. Wenn man im Auto sitzt, hat man allerdings gar keine Zeit dazu, über so etwas nachzudenken, da irgendwelche Emotionen aufkommen zu lassen. Da ging es nur darum, so schnell und präzise wie möglich alle Programme und Vorgaben abzuarbeiten, keinen Fehler zu machen, alles so perfekt wie möglich zu erledigen.
Das wird auch in Melbourne noch die Hauptaufgabe sein, mehr, als nun unbedingt ständig das letzte Zehntel aus dem Auto herauszuquetschen und dabei vielleicht große Risiken einzugehen. Die Strecke von Melbourne kenne ich ja ein bisschen, ich bin da 2006 im Rahmenprogramm zum Grand Prix vier Rennen in der australischen Formel 3 gefahren - und habe drei davon gewonnen, meine ersten Rennsiege in meiner Karriere überhaupt damals. Ich habe Melbourne also in guter Erinnerung.
Ich kann mich vor allem noch an die vielen Bodenwellen erinnern, dass werde ich mir, wenn ich am Dienstag in Melbourne ankomme, in den Tagen vor dem ersten Training noch einmal ganz genau anschauen. Generell glaube ich aber, dass wir dort eben schon wesentlich besser vorbereitet am Start sein werden. Natürlich ist es noch sehr viel Arbeit, die vor dem Team liegt - man muss ja sehen, dass man normalerweise an einem ganzen Rennwochenende nicht viel mehr fährt als an einem einzigen Testtag. Insofern sind wir in den drei Tagen in Bahrain schon ein ganzes Stück weiter gekommen, wenn es jetzt in dem Tempo weiter geht auf dem Weg nach vorne, können wir alle zufrieden sein - und dann in ein paar Wochen, in ein paar Rennen auch mal richtig angreifen.
www.motorsport-magazin.com
quarta-feira, 17 de março de 2010
Coluna de Bruno Senna na Revista Alemã: Motorsport-Magazin.com
Poucos dias após realizar a sua estréia na Fórmula 1, Bruno Senna que já se encontra em Sydney e está ansioso pelo GP de Melbourne. O brasileiro acredita na evolução significativa da equipe Hispania. Os espanhóis trabalham duro para reduzir a diferença em relação aos rivais diretos e chegarão à Melbourne com uma base muito melhor em relação ao Bahrein.Na coluna, Bruno faz um apanhado geral sobre a estréia do time e projeta o GP de Melbourne. Aliás, a pista traz boas recordações ao brasileiro. Em 2006, Senna participou como convidado de quatro provas da F3 Australiana na pista de Albert Park e venceu nada menos do que três. aterias.
Para ler a coluna de Bruno Senna na Revista Alemã Motorsport-Magazin.com, acesse:
http://www.motorsport-magazin.com/formel1/news-94846-kolumne-bruno-senna-in-melbourne-ein-paar-schritte-weiter.html
Foto: Sutton Images/ Hispania Racing F1 Team
Coluna de Bruno Senna - GP Update

Coluna de Bruno Senna: A temporada começa na Austrália!
Bruno Senna fez história no Bahrein, reintroduzindo seu sobrenome famoso para a Fórmula 1.Tendo sido o único piloto para o estreante Hispania Racing Team em toda a prática, o brasileiro sentou-se para GPUpdate.net lembrar a seleção de novos desafios e emoções antes da corrida de abertura da temporada 2010.
No Bahrain, vi um lado totalmente diferente para as corridas de automóveis. Anteriormente, eu sempre tive carros que estavam prontos e testados, mas sexta-feira foi meu primeiro dia como piloto de testes. Você nunca perceber o quanto acontece nos bastidores de uma equipe de Fórmula 1, mas eu aprendi muito sobre como trabalhar com todos, que é extremamente importante.
Chegamos no Bahrein, na manhã de terça-feira e durante a tarde, dirigiu-se ao circuito. Na pista, vi o carro pela primeira vez com o motor ea caixa de velocidades completa e fiquei muito feliz de ver que tudo estava lá. Foi um momento bom ver todo mundo trabalhando no carro.
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Uma vez que era hora de sair à pista na sexta-feira, eu tive que manter a calma. Naturalmente, todos à minha volta estava dirigindo no limite e eu dirigi a primeira volta em um carro novinho em folha, embora eu não queria estragar todos mais voltas e teve de assistir meus espelhos de muito perto. Felizmente, a minha experiência na Le Mans Series me ajudou muito - nas 24 Horas de Le Mans eu tive que deixar os carros mais rápidos por todo o tempo, tão logo aprender a fazer isso sem prejudicá-las.
Claro que o meu companheiro de equipa não conseguiu conduzir o carro até o sábado e me senti muito ruim para ele - Eu sei como é quando você não estiver dirigindo o carro, mas alguém está.
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Foi engraçado - quando eu estava na GP2 e andando no paddock com outro driver, eu normalmente tenho toda a atenção, mas em Bahrain eu era geralmente deixado sozinho, para que uma vez foi bastante fácil para mim! Mas as boas-vindas no paddock estava muito quente - que me senti em casa muito rapidamente e eu adorei.
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Após esta difícil - mas muito útil - fim de semana, estamos caminhando para fora da Austrália. Em Albert Park planejamos ter um fim de semana muito mais completo. Nós estamos levando toda a experiência do Bahrein para a Austrália e vai ter uma grande melhora na maioria das áreas, aprendendo mais sobre o desempenho do carro e todo o procedimento será diferente. Nós aprendemos muito e só pode melhorar. A partir de Melbourne, queremos chegar mais perto de novas equipes e, eventualmente, desafio e vencê-los.
A temporada começa na Austrália!
Bruno
(Texto traduzido com auxílio de tradutor eletrônico, logo poderá conter algumas imperfeições.)
Para ler o original clique neste link:
terça-feira, 16 de março de 2010
Site da Hispania no Ar
http://www.hispaniaf1team.com/
