Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

quinta-feira, 11 de março de 2010

Macacão novo e fotos de Bruno Senna







Fotos de Getty Images Sport


By: Paul Gilham

Ouça: Entrevista de Bruno Senna nesta quinta-feira

O jornalista Felipe Motta, da rádio Jovem Pan, publicou no BLOG DENTRO E FORA DAS PISTAS uma conversa de Bruno Senna com os jornalistas brasileiros, nesta quinta-feira, no Bahrein. Acesse:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/f1/audios/audios-os-brasileiros-pedem-a-palavra/

Foto: Sutton Images/ MF2

Entrevista com Bruno Senna


Bruno Senna passou por alguns sustos nas últimas semanas com a reestruturação da Campos, que se tornou Hispania. Mas, apesar de um breve temor de perder seu lugar na F1, a equipe foi salva e ele vai fazer sua estreia em grandes prêmios neste fim de semana.

Autosport estava lá para ouvir os pensamentos de Senna sobre a tarefa adiante e os últimos meses de nervosismo, durante um encontro do brasileiro com repórteres hoje no paddock do Bahrein.

Pergunta: Agora que você está aqui, e que está tudo acontecendo, qual é a emoção?

Bruno Senna: É uma sensação ótima. Eu viajei para o Bahrein na segunda-feira - então você realmente tem a sensação de que as coisas estão começando a acontecer de verdade. Antes disso, eu estava cauteloso com as expectativas, porque eu sabia que nada ia ser super fácil.

É uma sensação ótima estar aqui, agora, neste paddock, e eu espero que a gente consiga aprontar tudo para o fim de semana da corrida. E também trabalhar um pouco com o lado bom, porque até agora nós só trabalhamos e vimos e ouvimos o lado dos negócios e da política, e não o lado do esporte, que é aquele de que eu realmente gosto.

P: Houve algum momento nas últimas semanas em que você pensou que a equipe não fosse dar certo?

BS: Sim, com certeza. Pouco antes de o Colin (Kolles) assumir a equipe, eu tinha expectativas muito baixas de que a equipe fosse dar certo, porque nós tinhamos gasto muito tempo tentando ser vendidos, tentando ser afiançados e tudo o mais. E eles fizeram um ótimo trabalho, considerando o tempo disponível. A equipe, Colin e todos os que entraram ou que já estavam lá, trabalharam 24 horas por dia, 8 dias por semana - eles criaram um dia extra na semana para conseguir trazer o carro para cá. E eles ainda continuam a toda velocidade. Os tempos difíceis ainda não acabaram.

P: Quando você recebeu a última ligação, ou e-mail, que disse que as coisas estavam acontecendo, que você tinha conseguido, que estava tudo 100% para o Bahrein?

BS: Nós só soubemos que vínhamos para o Bahrein no sábado, quando o carro foi embarcado faltando meia hora, então acho que nunca houve essa ligação. As nossas passagens e hospedagens foram marcadas semana passada, foi tudo de última hora, e só se resolveu realmente na semana passada.

P: Você está confiante de que há recursos suficientes para atravessar toda a temporada?

BS: Bom, nós também estamos trabalhando nisso. Eu acho que desde o começo do ano passado, quando nós assinamos um acordo, nós estamos procurando patrocinadores, e por uma razão ou outra não deu certo. Agora a equipe está pronta, então os patrocinadores ficam muito mais confiantes, e com isso nós conseguimos angariar alguns patrocínios. Agora nós temos que continuar trabalhando. Nós acreditamos que a equipe também vai receber mais dinheiro de investidores, então nós conseguimos começar a temporada dessa maneira. Vamos ter que esperar para ver como vamos conseguir continuar em termos de desenvolvimento, porque isso custa dinheiro, e não é pouco.

P: Que tipo de preparação você tem conseguido fazer?

BS: Eu tive bastante tempo para fazer treinos físicos, então eu estou em forma, mas obviamente não em forma para um carro de corrida. Eu consegui andar de kart alguns dias atrás, e fiquei com todos os músculos doloridos e condicionados de novo, e isso é melhor do que ir à academia ou pedalar e usar o meu aparelho de pescoço. Eu tenho um aparelho de pescoço da Technogym que trabalha bastante a musculatura do pescoço, então em termos de condicionamento físico está tudo bem. Eu postei no Twitter o meu vídeo na bicicleta, onde eu tive que exercitar multitarefas também. Fiz tudo que eu podia fazer em termos de preparação, mas a preparação de verdade é só no carro de corrida, e isso vai acontecer nos próximos dias.

P: O que você espera do fim de semana? O carro ainda não foi testado, então apenas dar algumas voltas já será uma grande conquista.

BS: Eu acho que o plano é sair agora na sexta, fazer um teste, uma volta de reconhecimento, voltar para os boxes, ver se nada está pegando fogo ou vazando, mandar o outro carro para a pista, e fazer isso algumas vezes, checando a eletrônica. Certamente a primeira hora e meia vai ser bastante calma, nós vamos fazer trechos curtos, observando tudo. Então nós temos que fazer em algumas horas tudo que as outras equipes fizeram em vários dias, esse é o nosso caso de qualquer maneira.

P: O que você responde aos outros pilotos que dizem que as coisas foram mais fáceis para você por causa do sobrenome Senna?

BS: Eu ouvia isso no começo, mas acho que à medida que passei pelos diferentes campeonatos os pilotos passaram a me respeitar. Eu acho que quando você cresce um pouco, as pessoas te respeitam um pouco mais. Eu tive o respeito dos outros pilotos, e tentei dar a eles todo o respeito possível.

P: Você disse antes que você está tratando este fim de semana um pouco como uma sessão de testes. O que você diria aos outro pilotos preocupados que você vá ser uma espécie de chicane ambulante?

BS: Eu não posso me preocupar com isso, porque o mais provável é que nós vamos ser mais lentos que o ritmo dos caras na frente, isso é certo. Mas nós temos que fazer o que podemos. Nós não podemos só nos preocupar com o que os outros estão pensando, considerando que essas são as nossas condições. E eu acho que simplesmente estar aqui já é uma vitória para nós, e nós vamos fazer o melhor que pudermos. Com certeza, se nós tivermos problemas, ou causarmos problemas, não vai ser de propósito, são apenas as condições com que nós temos de lidar. Além disso, eu não acho que nós vamos ser a única equipe a andar fora desse ritmo.

P: O que isso significa em termos de segurança? Porque obviamente é uma questão de segurança quando você tem um carro que é seis ou sete segundos mais lento do que outro.

BS: Isso não é tão difícil de se lidar. Eu corri na Le Mans Series com carros que eram de dois a vinte segundos mais rápidos por volta. É perfeitamente possível ter tráfego quando você tem um carro mais rápido. O que é preciso é que todos os pilotos se respeitem, e com certeza esse assunto vai ser tratado no briefing dos pilotos amanhã, e nós vamos discutir isso. Isso não é um problema.

P: Você acha que todos os outros pilotos estão de acordo com isso?

BS: Não, eu não acho. Eu acho que os pilotos nos carros mais rápidos vão ficar enfurecidos quando virem um piloto mais lento à frente deles. Mas as pessoas têm que lembrar que eles podem não estar para sempre na posição em que eles estão agora. Eles podem às vezes não estar ultrapassando, mas sendo ultrapassados. Como eu disse, é uma questão de respeito e de as pessoas darem passagem umas às outras.

P: Uns caras na Lotus ganharam uma corrida; o cara que estava na pole position aqui ano passado...

BS: Isso mesmo. Exatamente, é assim que funciona. Você sobe e desce, como eu disse. Nós só precisamos olhar nos nossos espelhos um pouco mais.

P: Você acha que vai apreciar este fim de semana?

BS: Eu já estou apreciando! É o começo de um sonho se tornando realidade pra mim. Eu tive um ano bem difícil até agora, começando no fim de 2008, onde parecia que as coisas surgiam apenas para serem tomadas depois.

Este ano estava começando a ir pelo mesmo caminho, e foi difícil aceitar isso porque há uma diferença entre você fazer alguma coisa errada e as coisas simplesmente darem errado. Se eu não sou rápido o bastante, se eu cometo um erro na pista, eu perco minha chance. Mas é outra coisa quando tudo está fora do seu controle e muda de direção de uma maneira que você não consegue se recuperar. Eu estou muito feliz por estar aqui e muito agradecido por estar aqui.

Por Jon Noble
Tradução livre

Entrevista de Bruno Senna ao Diário AS

Bruno Senna e o repórter Carlos Miquel


"No me asusta la presión del apellido"
El sobrino de Ayrton debuta en la categoría reina y asegura que no le intimida ser el centro de atención: "Estoy acostumbrado a lidiar con eso desde que empecé".

¿Está nervioso ante su primera carrera de Fórmula 1?
No, estoy muy relajado. Todo el mundo está trabajando al máximo en la escudería para sacar el gran premio adelante. Sé que será un fin de semana muy difícil. No se puede esperar mucho y hay que tener paciencia, necesitamos tiempo para mejorar.

¿Cuál es el objetivo?
Nuestro primer gran objetivo es terminar la carrera. Debemos ser, ante todo, fiables para después buscar la prestación.

¿Llegó a pensar que se quedaba sin correr?
En enero no sabíamos lo que iba a pasar. Al final valió el contrato que tenía firmado, y por eso estoy aquí, y con muchas ganas.

¿Le pesará la responsabilidad del apellido en su desembarco en la F-1?
No será diferente de lo que me ha pasado en otras categorías. Estoy acostumbrado a lidiar con eso.

En su plan de futuro, ¿quiere devolver a un Senna a lo más alto?
Ése es el objetivo, ser algún día campeón. Sé que tengo la capacidad para ir deprisa, pero esto no son las motos, donde importa más el piloto que en la F-1. El 50 por ciento del éxito se basa en cosas que yo no puedo controlar.

¿No echa ahora de menos los diez años en los que no compitió por expreso deseo de su madre?
Al principio, cuando debuté en Fórmula 3, fue un hándicap, pero ahora no puedo quejarme. He aprendido muy rápido y en sólo cuatro años me convertí en subcampeón de GP2, algo que no es fácil de lograr. Y estoy dispuesto a seguir haciéndolo en la Fórmula 1.

¿Tiene previsto dar el salto a un equipo grande a medio plazo?
No pienso en eso ahora, sólo en hacerlo lo mejor posible. El ejemplo de eso es Fernando Alonso, que debutó en Minardi y después ha podido tener una carrera exitosa. Si pruebas lo que vales en un equipo pequeño también puedes llegar arriba.

¿Cuál es su piloto favorito de la parrilla?
Fernando es el más completo como piloto, pero la diferencia es muy pequeña entre los de arriba y creo que este año viviremos una lucha muy cerrada por el título.

¿No le da pena haberse quedado a las puertas de Honda, el equipo que luego fue campeón con Brawn?
Son cosas que pasan, estuve a punto de correr, pero Ross decidió quedarse con sus pilotos y no pude hacer nada al respecto. Pero no me rendí, corrí con éxito en las Le Mans Series, tuve un año bueno y ahora he dado el salto a la Fórmula 1.

¿Se lo tomará con calma?
Eso no sirve de mucho en la Fórmula 1, la única clave para ganar es ser rápido.


Fonte: As.com
www.as.com

quarta-feira, 10 de março de 2010

Bruno Senna quer respeito dos pilotos mais rápidos

Em entrevista ao site AutoSport, o novato da Fórmula 1, Bruno Senna, respondeu às críticas de equipes e pilotos mais experientes do grid, que consideram prejudicial a presença das escuderias estreantes por serem mais lentas.

Segundo o piloto brasileiro, é uma "questão de respeito" as tradicionais equipes aceitarem esta diferença, e justifica dizendo que nem sempre os pilotos que hoje estão na ponta estiveram nesta posição privilegiada.

Senna lembrou de diversas situações em sua carreira, quando correu entre os primeiros, como na GP2, ou em grandes provas, como Le Mans, corrida com um tempo de duração maior, proporcionando uma grande diferença de tempos entre os competidores, e afirma que não é um problema difícil de se lidar.

O estreante brasileiro lembrou que problemas acontecem, e nem sempre com as menores equipes e as mais lentas, e quando acontecem, não são propositais. Porém, disse ter certeza que os pilotos mais rápidos ficarão "furiosos" caso alguém mais lento prejudique sua corrida.

Bruno Senna, assim como seu companheiro de equipe Chandhok, estreia na categoria neste domingo, dia 14 de março, no Bahrein. A Hispania, escuderia dos novatos, terá a companhia da Virgin e Lotus, também estreantes.

Fonte - Terra.

Bruno Senna ouve motor do carro da HRT pela primeira vez



Piloto e equipe estreantes passam nesta quinta-feira por teste obrigatório da FIA

SÃO PAULO - Para os ouvidos de Bruno Senna, o som do motor Cosworth do carro da HRT F1 Team sendo acionado pela primeira vez soou como a mais linda das melodias. "Foi um alívio ver o carro funcionando, depois de toda a correria dos últimos dias", comemorou Bruno, que permaneceu a maior parte desta quarta-feira acompanhando os trabalhos dos técnicos na montagem do HRT nos boxes do circuito de Sakhir, no Bahrein.


Bruno não escondeu a alegria com o ritmo imprimido pela equipe. "É a primeira vez que o carro está sendo montado com todos os seus sistemas. Dá para imaginar a canseira que é ajustar a parte hidráulica, passar os cabos... Hoje, o pessoal ficaria até tarde em cima da embreagem e, depois de tudo certo, vamos checar as marchas amanhã", contou.


No período da tarde, Bruno sentou no cockpit para acertar o posicionamento do banco do carro. Amanhã, ele terá de passar pelo teste obrigatório determinado pela Federação Internacional de Automobilismo. "Tenho de retirar o volante, sair do carro e recolocar o volante em no máximo 10 segundos", explicou. Além da reunião com pilotos e direção de prova, vai participar das reuniões técnicas preparatórias à abertura dos treinos livres na sexta-feira. "Quero também percorrer o traçado para dar mais uma checada nas condições da pista", antecipou.


Nesta quinta-feira, Bruno enfim vestirá o macacão da HRT F1 Team, que tem a prata como cor predominante e só lhe foi entregue no início da noite de hoje. Às 10 horas (Brasília), via Internet, o piloto estreante conversará com a imprensa brasileira na apresentação de um novo parceiro que se junta à HRT F1 Team.


Bruno não esconde a ansiedade pelo momento de acelerar o carro. "Estou superconfiante e empolgado. A verdade é que vivi momentos de incerteza nas últimas semanas, mas a mudança no comando da equipe produziu um resultado fantástico. O pessoal comandado pelo diretor-geral Collin Kolles está fazendo um ótimo trabalho."


Fonte: MF2

Foto: Sutton Images/MF2

Bruno Senna: "Chegar à F1 é um sonho tornado realidade"


A preparar-se para a sua estreia na Fórmula 1, Bruno Senna admite a sua satisfação por poder fazer parte do mundo da F1 depois de algumas semanas de insegurança com as dúvidas relativas à Campos, posteriormente convertida na HRT F1.

Afirmando que chegar à Fórmula 1 "é um sonho tornado realidade", Bruno Senna garante que não haverá quaisquer problemas com as performances do seu monolugar, rechaçando algumas das preocupações lançadas por Felipe Massa [piloto da Ferrari] e por Jonathan Neale [responsável técnico da McLaren], acerca da previsível lentidão dos monolugares espanhóis, tendo em conta a falta de testes ao longo da pré-temporada.
"Competi na Le Mans Series com carros que vão dos 2 aos 20 segundos de diferença de andamento. É perfeitamente possível estar no tráfego se se estiver num carro mais rápido. A única coisa de que se precisa é que todos os pilotos se respeitem. Não será um problema", afirmou o sobrinho do malogrado tricampeão de F1, Ayrton Senna.
Quanto à possibilidade de alguns pilotos verem as suas voltas rápidas estragadas pela presença de pilotos mais lentos em pista, Bruno Senna concede que isso faz parte do jogo: "Estou bastante convencido de que os pilotos em carros mais rápidos vão ficar irritados quando virem um piloto com um tempo mais lento à frente deles. Mas têm de se lembrar que nem sempre poderão estar na posição em que estão agora. Poderão não estar a ultrapassar, poderão vir a ser ultrapassados. É uma questão de respeito e de se dar espaço uns aos outros", afirmou.
Carregando consigo o apelido Senna e tudo aquilo que acarreta para milhões de adeptos de F1 em todo o mundo, Bruno Senna garante, ainda, que não terá qualquer problema em lidar com a pressão exercida sobre si.
Autosport.aeiou.pt

Ouça: Entrevista de Bruno Senna direto do Bahrein

O jornalista Felipe Motta, da rádio Jovem Pan, conversou com o piloto brasileiro no Bahrein. Bruno relatou que o motor já foi ligado hoje pela manhã e minimizou a possibilidade de a equipe HRT não correr no domingo.

Para ouvir a entrevista, acesse o BLOG DENTRO E FORA DAS PISTAS:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/f1/geral/senna-admite-que-pode-nao-correr/