Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

domingo, 29 de novembro de 2009

Bruno Senna em entrevista a Revista Revista Quatro Rodas

Em entrevista exclusiva, Bruno Senna revela os planos para sua estréia na F-1 e os desafios que terá pela frente

"Sei o que quero para na F1. E não é pouco"


Provavelmente muitos fãs que acompanhavam ou já não têm mais o mesmo interesse pela Fórmula 1 como antes estarão atentos ao GP do Bahrein, dia 14 de março do ano que vem, abertura do próximo campeonato. O motivo será essencialmente um só : A mística do sobrenome Senna está de volta à Fórmula 1. Bruno Senna estréia pela Campos, equipe espanhola que também está em sua primeira temporada. “É um sonho. Tenho consciência das minhas responsabilidades. Mas sei também o que eu quero conquistar na Fórmula 1. E não é pouco “, afirmou o ambicioso Bruno em entrevista exclusiva à QUATRO RODAS. Por mais que as realidades de Ayrton e Bruno Senna sejam distintas, será inevitável parte da torcida esperar ver em Bruno um pouco de Ayrton, que morreu num acidente no dia 1º de maio de 1994. Bruno nunca se compara em nada ao tio, mas a gana de conquistas demonstrada na Fórmula 3 e na GP2 sugere que valores como determinação, garra e perseverança, entre outros, estão presentes em seu patrimônio genético.

“ Se sinto essa pressão toda? Desde a primeira corrida que disputei [ na Fórmula BMW , em 2004 ] , convivo com essa expectativa toda por ser sobrinho de quem sou. Mas desde aquela época está claro dentro de mim que eu sou Bruno e meu tio, o Ayrton Senna. Se alguém achar que sou ele, paciência, terá de rever seu conceito. O que posso garantir é que o que os outros esperam de mim não muda minha maneira de enfrentar meus desafios” afirma Bruno, sempre tomando o cuidado de não se deixar levar pelo mito Ayrton. “ Meu tio é o piloto que mais admiro, mas não o único. Há outros, como Michael Schumacher e Fernando Alonso.” Quer chegar a esse nível?, é a pergunta de muitos. “ Claro, vou para a F- 1 para tentar ser campeão. Se possível, fazer mais que todos eles “ O sobrenome Senna até agora mais ajudou ou atrapalhou? “ Colaborou muito para chegar até aqui. Abriu as portas para conseguir patrocinadores. Poderia ter comprometido também minha evolução se eu não aprendesse a me isolar do que esperam de mim.”

Mas o piloto lembra que as vantagens do nome acabam no cockpit. “Quando você abaixa a viseira, se você se chama Senna, ou seja lá o que for, ninguém quer saber. Se você não se mostrar capaz, não corresponder ao que a profissão exige, pode ser quem for: Não irá pra frente. Nesse sentido, meu desafio foi maior que o da maioria: saber administrar a cobrança do sobrenome Senna e responder com resultados.”

Bruno parece não ter dúvidas ao falar do futuro. “ Se olhar pra trás, verá que eu fiz tudo isso. E é essas base que me dá certeza de que poderei fazer o mesmo na F- 1, embora tenha consciência de que na F-1 esse tempo é ainda menor que o já curto que tive. Mas não me assusta.” Por onde vai, Bruno é assediado por torcedores e imprensa, mas tem conseguido conciliar a todos, sem que depois , por vezes minutos mais tarde apenas, sente no carro e perca performance. É uma de suas grandes virtudes, hoje decisivas no automobilismo: Bruno é forte emocionalmente.

Ano de aprendizado

E o que dá para esperar de você , Bruno? “ Eu nunca competi na F-1, os testes serão bem reduzidos até a primeira etapa , minha equipe é estreante também, nosso orçamento é bem limitado. E vamos competir contra times muito mais estruturados e pilotos de maior experiência. Esse é o meu quadro e o da Campos. “ Em outras palavras comenta o piloto, seu objetivo agora é aprender. “ Para isso, preciso que a Campos me ofereça um carro que termine as corridas, a fim de que eu possa entender o que a F-1 nos cobra, evoluir como piloto e, com o tempo, mostrar meu potencial. Esse é meu plano para 2010”, afirma Bruno. “ Se tudo der certo, o que não é tão simples, poderei ter chance em algum momento de marcar pontos, só isso.”

Ninguém começa a carreira no automobilismo diretamente na Fórmula 3 britânica, aos 20 anos de idade, e já na primeira temporada, mesmo sem estar nas melhores equipes, conquista pole position e chega ao pódio se não tiver talento natural para as pistas. Foi o caso de Bruno. “ Ele me impressiona” , diz Rubens Barrichello, o mais experiente piloto da F-1, que chegará a 300 GPs em 2010. No segundo ano, Bruno disputou o título da F-3 , assim como fez na GP2, onde foi vice-campeão. Bruno é precoce. Se a Campos dispuser de orçamento para pagar à Dallara o desenvolvimento do monoposto e puder disputar as corridas sem quebras sucessivas e bom nível de desempenho, Bruno reúne elementos técnicos para crescer, e rápido, pelo que seu histórico propõe.

O teste na Fórmula 1

Tem gente que pensa que, como a Brawn GP estreou este ano e foi campeã, a Campos também pode surpreender. “ A Brawn é a Honda em que eu mesmo fiz meu único teste da F-1, em Barcelona, no ano passado. Só mudou o nome. A Campos correu de F-3 e GP2. A F-1 é novidade mesmo para ela.”, diz. Sobre o teste de Bruno, Ross Brawn não esconde que gostaria de tê-lo como piloto. “ Atento, mente aberta para ouvir as explicações e aprender, o que não é comum. Os pilotos gostam mesmo é de sentar no carro e acelerar logo, e Bruno sabe o que faz na pista. Seria interessante conhecer seu verdadeiro potencial. Pode ser alto”, diz Brawn.

Na prova da GP2 em Mônaco do ano passado, Bruno emocionou muita gente do meio. Venceu no circuito dominado por Ayrton ( foi seis vezes vencedor na F-1 ) com brilhantismo também. Velocidade, constância, poder de concentração, precisão e bom preparo físico, os predicados apresentados.Tudo isso será de extrema valia, agora na F-1, embora os desafios sejam maiores e a história mostre que não há cidadão capaz de afirmar nada sobre seu futuro, apenas que “ tem muito boa base “, como disse Ross Brawn.

Além da inexperiência na F-1, sua e da Campos, Bruno tem contra si o fato de ter bem pouco tempo de automobilismo. “Eu brincava de kart, quando tinha meus 10 anos, mas aí aconteceu o que todo mundo sabe e minha família, por razões óbvias, não queria nem ouvir falar de corridas”, diz Bruno. “ Foi só quando eu tinha 18 anos que chamei minha mãe [ Viviane Senna, irmã de Ayrton e diretora do Instituto Ayrton Senna ] e disse que queria me tornar piloto.”

Carreira relâmpago

A rigor, Bruno pode contar quatro anos de aprendizado nas pistas: 2005 e 2006, na Fórmula 3 Inglesa, e 2007 e 2008, na GP2. Em setembro de 2004, teve seu primeiro contato com um carro de corrida, um Fórmula BMW. E em 2009 disputou apenas três etapas da Le Mans Series, com modelos de turismo e não monopostos. Antes do teste com o F BMW, não sabia sequer se tinha aptidão para ser piloto. E isso já com 20 anos, idade com que vários pilotos estreiam na F-1, depois de pelo menos oito anos de competições no kart e outras três ou quatro temporadas com monopostos, entre eles Fórmula Renault, F-3 e GP2. “ Bruno compensa a falta de experiência com vontade, dedicação e elevada inteligência”, diz Paul Jackson, dono da iSport, equipe onde foi vice da GP2 em 2008. “ Bruno se interessa em aprender, é equilibrado e sabe crescer no acerto do carro ao longo do fim de semana”, afirma Gavin Bickerton Jones, seu engenheiro na iSport.

Humildade, simplicidade e um princípio que pode levá-lo a crescer na F-1: partir da premissa de que não sabe. “ Bruno não tem vergonha de dizer ‘ não sei ‘ . E é isso, aliado a suas características naturais favoráveis, como aprender rápido, errar pouco e ser veloz, que pode fazer dele um grande piloto na F-1”, diz Bickerton Jones. Para Paul Jackson, essa combinação explica o fato de Bruno ter começado tão tarde, com 20 anos, e chegar à F-1 relativamente bem preparado: “ Você fala uma vez e está assimilado. É um piloto técnico, que sabe exatamente o que faz”.

Flávio Briatore, ex-diretor da Renault, comentou no ano passado sobre Bruno: “ Ele me parece competente. Para ir à F-3 Inglesa e no primeiro ano no automobilismo conquistar pódios e poles, é porque no mínimo, é rápido. Agora, o que é cobrado na F-1 difere, muitas vezes, do que esses meninos fizeram até hoje. Pode tanto explodir como desaparecer”. Bernie Ecclestone é mais otimista. “ Por que não?”, afirmou, em resposta à pergunta sobre se Bruno podeter sucesso na F-1. “ Quase foi campeão da GP2 com bem pouca experiência. No mínimo tem talento. “

Revista Quatro Rodas

Por Lívio Oricchio

Massa deseja sorte a Bruno Senna

Massa deseja sorte a Senna, mas o alerta para não pensar em Ayrton

Segundo Felipe Massa, Bruno Senna pode e deve fazer o seu próprio nome dentro da F1, já que, para o piloto da Ferrari, tem potencial para isso

Felipe Massa desejou toda a sorte possível para Bruno Senna, que estreia na temporada 2010 da F1 pela Campos, e deu conselhos ao jovem piloto. Para o representante da Ferrari, seu compatriota não pode se envolver com a expectativa que será criada em torno dele, de que um novo Senna chegou à F1. O vice-campeão mundial de 2008 ressaltou que o novato terá de desprender da imagem do tio e fazer o seu próprio nome na principal categoria do automobilismo.

“Você pode fazer o seu nome [na F1]. Ele não tem de pensar em nada do que o tio dele fazia, tem de pensar na carreira dele, fazer o melhor possível e aprender, que é o mais importante”, afirmou Massa nesta sexta-feira (27) em Florianópolis, onde será realizada mais uma edição do Desafio Internacional de Kart.


Segundo Felipe, o sobrenome famoso de Bruno não faz muita diferença na avaliação dos colegas. “A gente, como piloto, não o olha pelo nome, mas pelo potencial que ele pode ter, vendo o que ele fez nas outras categorias. Muito legal ter o Bruno entrando na F1. Toda a sorte para ele”, declarou.

Apesar de acreditar no potencial de Senna, Massa lembrou que a análise do trabalho do sobrinho do tricampeão Ayrton pode ser prejudicada porque Bruno vai começar sua trajetória na F1 em uma equipe que também vai estrear na categoria em 2010.

Fonte: Site Grande Prêmio

sábado, 28 de novembro de 2009

Bruno Senna - Cronologia - Resumo de sua Carreira


BRUNO SENNA

NOMBRE: BRUNO SENNA
NACIMIENTO: 15/10/1983
ALTURA: 1,80 Mts.
PESO: 69 Kgs.

CRONOLOGÍA:
2004 FBMW SERIES
2005 F3 British Series (8º)
2006 F3 British Series (3º)
2007 GP2 Euro Series (8º)
2008 GP2 Asian Series (5º)
2008 GP2 Series (2º) Vice Campeão
2009 GT Series - LMS
2010 F1- Campos Meta

CARRERAS : 116
VICTORIAS: 13
PODIOS: 32
POLE POSITIONS: 9
VUELTAS RÁPIDAS: 9
Bruno acababa de comenzar a correr en karts con 8 años
cuando Ayrton murió. Un año después Bruno perdió a su
padre en un accidente de moto. Las actividades
automovilísticas se terminaron. Aparentemente de forma
definitiva.
Sin embargo, 11 años después, un chico inteligente y brillante
decide retomar su pasión por la competición automovilística
y dedicarse de lleno a las carreras.
Se traslada al Reino Unido en 2004 y comienza a aprender
su primeros pasos en competición participando en algunos
entrenamientos y en algunas carreras de la Fórmula BMW
antes de dar el gran salto a la F3.
P I L O T O S
Desde entonces, impulsado por una combinación explosiva
de pasión y talento, la carrera de Bruno ha evolucionado a
un paso asombroso.
En 2005 lleva a cabo su primera temporada completa de
competición en las British Series de la F3. Empezando "desde
abajo", Bruno compite contra un amplio elenco de pilotos
mucho más experimentados que él, demostrando desde el
primer momento su talento innato y su impresionante
capacidad de aprendizaje, que constituyen el sello personal
de su breve pero triunfal carrera.
A lo largo de esta primera temporada completa, el ritmo,
la consistencia y el pilotaje de Bruno mejoraron de tal
manera, que en la segunda mitad de la temporada ya
estaba sumando podios regularmente.
Ganando en experiencia desde el primer día, Bruno decide
permanecer en la F3. Al tiempo que mantiene su fuerte
ritmo de aprendizaje y desarrollo, tanto dentro como fuera
de las pistas, su cada vez mayor velocidad y consistencia
le aúpan hasta la tercera posición al acabar el campeonato.
Algo ciertamente impresionante si se tiene en cuenta que
todos los demás pilotos contra los que corre tienen una
década o más de experiencia en competición.



Finalizada la F3 con un nivel más que competitivo,
Bruno da el paso a GP2. Esta categoría supone un
nuevo comienzo "desde abajo", conduciendo una vez
más contra una parrilla de corredores mucho más
experimentados, que incluye ganadores de
campeonatos de todo el mundo. Tras un breve programa
de entrenamiento durante el invierno, Bruno gana la
carrera principal en tan sólo su segunda participación,
"el piloto con menos experiencia" en conseguirlo jamás.
Para su segunda temporada en GP2, Bruno cambia al
equipo iSport y dá comienzo a una fase crucial en su
desarrollo personal durante los entrenamientos
invernales y las Asian Series de GP2. En el campeonato
principal de GP2 de 2008 está siempre entre los primeros
luchando por el título. Y a pesar de sufrir dos
penalizaciones máximas, sin que fuera culpa suya ni
de su equipo, termina el campeonato proclamándose
subcampeón.
Bruno ha evolucionado a un ritmo más rápido que los
demás pilotos de su entorno. Con una curva de
aprendizaje casi vertical, ya es uno de los pilotos más
rápidos del automovilismo internacional. Y tras sólo
cuatro temporadas de competición entre todas las
categorías, demostró en su primera sesión de prueba
que puede hacer rodar un coche de Fórmula 1 en
tiempos mucho más que competitivos.
A veces los sueños se hacen realidad...
Campos Meta

José Ramón Carabante: "Esto no es un sueño"


El presidente de la escudería, José Ramón Carabante, asegura que cuenta ya con el 50% de la inversión para acceder a la competición. Los patrocinadores brasileños aportan el 30%.

No ha pasado ni un mes desde que finalizase el Mundial de Fórmula 1, pero tan sólo quedan cuatro meses para que vuelva a rugir la competición en la que debutará la primera escudería española de Fórmula 1 Campos Meta.

José Ramón Carabante, quien en su día fue accionista de Colonial e Inmocaral, entre otras inmobiliarias, y que dirige Grupo 2002, es el máximo responsable del equipo participado también por Adrián Campos, Meta Image, Pau Gasol y Jorge Garbajosa.

Carabante asegura que se ha conseguido llegar a la exclusiva parrilla de salida por contar "con un proyecto solvente no sólo en lo deportivo, sino también en lo empresarial". El equipo estará en las pitas "con un presupuesto de 46 millones de euros" (un millón más respecto al límite voluntario establecido por la Federación Internacional del Automóvil). Para ello, "ya hemos invertido entre 12 y 14 millones de euros en la preparación de los monoplazas", cuyo chasis fabrica Dallara, mientras que los motores son ingeniería de Corsworth.

Proyecto empresarial

Campos Meta, "uno de los 14 equipos del mundo" que formarán parte del gran circo, es un proyecto que comprende "la futura fabricación del chasis en Murcia, región con la que se ha firmado un convenio de colaboración para la adaptación del circuito de Fuente Álamo (actualmente en construcción) a la reglamentación de la FIA, no sólo para poder acoger carreras de categorías inferiores a la Fórmula 1, sino para convertirlo en un referente para los test de las escuderías de la máxima competición; y hasta una escuela de pilotos", explica Carabante.

El circuito murciano, que será "de gestión mixta entre la escudería y el Gobierno murciano", no está planteado para acoger grandes premios de Fórmula 1, ya que "un gran premio siempre es deficitario para quien lo organiza". La región de Murcia ha dado un aval a Campos Meta por 25 millones de euros para el montaje de la escudería y de la fábrica en la comunidad, donde crearán más de 200 puestos de trabajo. Además, Murcia aporta 3 millones de euros anuales como patrocinador de la escudería.

La inversión en la ciudad deportiva murciana del motor "se realizará a través de Campos Meta, y, en lo que el equipo no pueda invertir, podría entrar mi grupo inmobiliario (Grupo 2002) si el proyecto es bueno". Pero, por ahora, "con cubrir gastos nos sobra", aclara Carabante, ya que "el beneficio adicional que se puede obtener del equipo se generará en los proyectos adicionales, como la fábrica y el circuito". El presidente del equipo calcula que Campos Meta tardará, como mínimo, tres años en generar beneficios.

La escudería, que es una de las más avanzadas de los nuevos equipos (USF1, Manor Gran Prix y Lotus), cuenta con acuerdos de patrocinio "por más de 14 millones de euros procedentes de empresas de Brasil, donde el fútbol y la Fórmula 1 son casi una religión". Una vez que se firmen estos acuerdos, el equipo ya contaría con 26 millones de euros, más "diez millones por los derechos de televisión de la FOM".

Pero todavía quedan por cubrir otros 20 millones de euros para alcanzar el presupuesto límite. Los fondos de la escudería se cubren con los patrocinadores que vienen con el piloto. En este sentido, el fichaje de Bruno Senna, sobrino del mítico campeón Ayrton Senna, ha sido el catapultador de la llegada de las compañías brasileñas. Además, el piloto cuenta con el patrocinio personal de Embratel, firma del millonario mexicano Carlos Slim.

Carabante reconoce que "en un principio, hablamos con los Slim para el patrocinio del equipo", pero todavía, dice, "no ha llegado su momento". Entre tanto, mantiene que las negociaciones con Mango "están muy avanzadas". Además de la apuesta por la internacionalización de la marca, "pueden estar interesados en emplear la imagen del piloto".

Otros 'sponsors'

El equipo, a excepción de Murcia, no tiene patrocinadores españoles. Para ello, esperan poder conseguir un piloto nacional que atraiga esta inversión. "Nos encantaría contar con Pedro Martínez de la Rosa, pero tal y como está la situación económica del país, no podemos asegurarnos una gran cantidad de dinero procedente de empresas españolas", comenta Carabante. También se han puesto en contacto con empresas venezolanas, ante la posibilidad del fichaje de Maldonado; y con petroleras rusas, por si llegara Vitaly Petrov. Incluso, ha habido contacto con grupos árabes, "quienes podrían llegar sin necesidad de contar en el equipo con un piloto de su nacionalidad".

El presidente de Campos Meta mantiene que Telefónica y Mutua (patrocinadores de Renault), no estarán en los monoplazas, si bien "no tardarán en volver a la competición cuando pase la crisis, porque es un deporte que da unas tasas de retorno de la inversión altísimas". Carabante espera que una vez este el coche esté en la pista, "todo el mundo vea que esto no es un sueño".
Campos Meta

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Phrases Bruno Senna


"Obviously people think of Ayrton when they hear the Senna name, and some people obviously doubt that I can do something or that I'm there for my own merits - but this is not my concern,"

"For me the important thing is that some people do support me because they know what I can do, and some others will be sceptics.


"I started my first race with a film crew on my backside, so all the time since the beginning there has been a lot of pressure, a lot of expectation and a lot of demands.

"It's been a constant in my life - I've always had more attention than anyone else at my level, and I know that in Formula 1 the proportion is going to be much higher.

"I'm aware of that, but I believe I'm prepared for that."

The Brazilian hopes he will eventually achieve enough in F1 to earn attention in his own right, rather than because of his family history.

"I've done maybe 5,000 interviews so far in my life, and maybe 99 per cent of these have mentioned Ayrton," said Senna.

"In a way it's bad that people will ask me about Ayrton, but I believe that as people know me better this will die down a little bit.

"I believe that the best way of creating my own identity is to achieve results.

"Formula 1 is the biggest showcase for that.

"I believe that people who have been following my career from the beginning know that I have potential and can do a good job, but the majority of people who don't know anything about motor racing can only know what is proven in Formula 1."

He also hopes that he can use Campos as a springboard to a seat with a top team, but knows that he will have to earn such an opportunity and is taking nothing for granted.

"Obviously if I can land a big team drive after my period with Campos, then it will be great," Senna said.

"But it won't be automatic, I'll have to work very hard for it."

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Bruno Senna vai ajudar abrigo de 200 cães e gatos.

Bruno Senna e a cachorrada de rua

O piloto Bruno Senna vai ajudar abrigo de 200 cães e gatos

David Vincent, AP

Bruno Senna (sobrinho de Ayrton Senna) abraçou a causa dos bichos de rua e vai apoiar a adoção responsável de cães e gatos. Ele é o mais novo integrante do grupo Piloto Amigo dos Animais (que conta com apoio de gente do peso de Felipe Massa e Michael Schumacher . A tarefa de Bruno será ajudar um protetor que cuida de cerca de 200 cães e gatos sem dono na Serra da Cantareira (SP)

Zero Hora.

Adotar é tudo de bom

http://www.adotaretudodebom.com.br/

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Bruno Senna: o embaixador da Hublot na F1

Jean-Claude Biver com muito orgulho anunciou que Bruno Senna será o embaixador da Hublot nos circuitos de F1 em 2010. O piloto brasileiro estará competindo pela equipe Campos Meta.

Bruno, o sobrinho de Ayrton Senna, é um jovem talentoso que já provou toda a sua capacidade como piloto ao ser vice-campeão da Fórmula GP2, em 2008.

A marca Hublot o apoia há dois anos, quando assinou um contrato de parceria com o Instituto Ayrton Senna, uma fundação criada e dirigida por sua mãe, Viviane, irmã do falecido tri-campeão. Bruno cresceu muito no automobilismo nos últimos anos. Seu talento e sua determinação ajudaram-no a se estabelecer como uma estrela em ascensão. A confiança e amizade entre a Hublot e Bruno, desde então, ficou cada vez mais forte.

Este rapaz estabeleceu a F1 como o sonho da sua vida. Ele acaba de assinar com o time espanhol Campos Meta. Para a Hublot, Bruno é muito mais do que apenas um embaixador vestindo as cores da marca - ele é um amigo de verdade, praticamente um membro da família. Um homem cheio de dinamismo e energia positiva, um verdadeiro campeão com um grande futuro pela frente ...


O representante da marca de relógios demonstrou profundo orgulho por sua aliança com Bruno, e está ansioso para apoiá-lo no seu desafido no próximo ano.
Por sua vez, Bruno também um enorme entusiasmado com a parceria: "Estou muito orgulhoso de ser parte da família HUBLOT e é uma grande honra ser embaixador de uma marca excepcional e única".

Fonte: HUBLOT

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Entrevista a Adrián Campos


-Ya tiene auto y piloto. El proyecto deja de ser proyecto para convertirse en una realidad palpable.
- Sí, eso lo vemos los que estamos en el día a día. El auto está muy avanzado y esperamos tenerlo en la pista en la primera semana de febrero. Si no, en la segunda. Y ojalá fuera en los entrenamientos de Cheste. En enero también hay tres días en Cheste, pero ahí no sé si llegaremos. Sería un gran placer y un honor que el primer auto español ruede por primera vez en un circuito español.

-Los plazos son los que se había marcado?
-Va todo según lo previsto. Estamos trabajando mucho. Siempre hay problemas, pero los solventamos y aquí tengo que dar las gracias al presidente de la sociedad, José Ramón Carabantes, que hace un grandísimo trabajo.

-¿Cuándo presentará el monoplaza?
-Todavía hay muchas cosas por cerrar. Seguimos hablando con patrocinadores y pilotos. Hasta con cuatro estamos haciéndolo. Por tanto, hay que firmar primero los contratos con los patrocinadores y de la mano de ellos se decidirá la decoración del vehículo. A final de enero puede estar todo listo.

-Imagino que conoce el desarrollo del resto de escuderías. ¿Por dónde se moverá el Campos Meta, mitad de parrilla o es mucho pedir?
-No hay que ser osado. Nuestra idea es ser los mejores de los equipos nuevos, lo que significaría estar entre los diez primeros en la clasificación de equipos. Será difícil pelear con Lotus, Manor o Sauber, que es BMW, pero vamos a poner lo mejor de nosotros mismos, con humildad y sin marcarnos nada más. Lo que llegue, bueno será. Mi filosofía es trabajar, trabajar y trabajar. Entonces llegarán los resultados.

-¿Por qué Bruno Senna y no otro? ¿Qué puede aportar el brasileño?
-Empezó tarde, pero con cuatro años de experiencia ya ha sido subcampeón en GP2. Tendrá mil carreras menos que otros pilotos que están en la Fórmula 1 cuando llegaron a la Fórmula 1, pero su talento es lo que más me ha decidido a ficharle. La parte comercial también se ha valorado porque el mercado brasileño es muy importante y el nombre de Senna tiene mucho peso. Pero a nivel deportivo, cuando probó el Honda, lo hizo tan bien como Button.

-¿Qué cualidades tiene?
-Inteligencia y un talento natural. Su nombre sonaba para muchos equipos, pero nadie se atrevía a dar el paso.

-¿Es usted un valiente?
-Hay que dar oportunidades a la gente joven, a quien lo merece.

-Siempre se le ha definido como un descubridor de talentos. Ya pasó con Fernando Alonso, Antonio García o Marc Gené. ¿Bruno Senna será otro tanto a su favor?
-No tengo que descubrir a Senna, ya lo ha hecho él siendo subcampeón de GP2. Ahora hay que llevarlo bien y canalizar su talento en la dirección adecuada. No me paro a pensar si soy un descubridor de talentos. Hago mi trabajo.

-Ha destacado el valor comercial de Senna. ¿Es un filón para un equipo que acaba de nacer?
-Evidentemente. Si en dos años estamos entre los diez primeros necesitaremos menos patrocinios porque tendremos bastante con los derechos de televisión. Pero ahora hemos de financiarnos con los patrocinios. Hay que poner en la balanza el mejor piloto con el mercado potencial que nos abre.

-¿Es más importante el aspecto de marketing que el de pilotaje?
-No. Yo siempre propongo primero el piloto. No podemos hacerlo al revés por mucho dinero que traiga. Si no es bueno, no podemos trabajar con él. El entorno comercial ya deberá hacer el resto.

-Falta el segundo piloto. Con De la Rosa ha habido varias fases. Ha estado muy cerca, se ha alejado... ¿Cómo está la situación ahora?
-Seguimos trabajando con él igual que con otros pilotos. Me gustaría tenerlo lo antes posible.

-¿Por qué no fue Gené ese piloto?
-Me hubiera gustado, porque confío mucho en él. Es más, creo que Ferrari podría haberle dado la oportunidad a él en lugar de a Badoer o Fisichella. Pero las circunstancias de cada uno son las que son. Él está muy bien en Ferrari y yo lo entiendo. Ojalá siga así muchos años. Hablamos, comimos en Valencia... pero no fue posible contar con él.

-Usted siempre ha pretendido un piloto español para que los aficionados de aquí se identifiquen con el equipo, ¿no?
-Sí, pero al final manda la viabilidad del equipo. Los pilotos españoles siempre van a tener prioridad, pero hay que pisar la tierra.

-En caso de que falle De la Rosa, ¿son Petrov y Sergio Pérez los favoritos?
-Entre otros. Tienen muchas posibilidades, pero yo no quiero que nadie se sienta menos que otro.

-En ese caso, ¿teme que los españoles terminen viendo más hispano a Ferrari que al Campos Meta?
-Seguro, porque Fernando es patrimonio nacional. Pero hay que convivir con ellos. Ojalá algún día tengamos credibilidad y resultados para atraer a los patrocinadores españoles.

-El resto de equipos nuevos van mucho más retrasados que el suyo. ¿Peligra alguno?
-Tendrán muchas dificultades, pero es tal la oportunidad de estar en la parrilla que las solventarán. Sólo hay 13 escuderías y los problemas están ahí, pero se resuelven. Es normal en estos tiempos.

-Por fin Alonso y Ferrari juntos. ¿Era una unión inevitable?
-Sí. Siempre pasa así. Nos privaron de esa unión con Senna en 1994, pero siempre el mejor piloto acaba en Ferrari. Era cuestión de tiempo. Le deseo lo mejor. Tiene oficio natural. Es el jefe en el box y eso no lo dice ninguna tarjeta de visita. Aglutina a toda la gente, hace que se partan el pecho por él. Hará que Ferrari funcione. En todos los equipos ha funcionado porque él, de modo natural, tiene las cosas claras. Volverá a hacer campeón a Ferrari.

-Alonso y Massa. Dos pilotos viscerales. ¿Habrá problemas?
-Fernando es la persona más inteligente que conozco. Lo demostró cuando estuvo calladito tras las palabras de Massa sobre Singapur. Tiene las cosas claras. Es el más completo dentro y fuera de la pista. No caerá en trampas. No es el boxeador que comete errores cuando le pican en el pesaje

-¿Entiende que le reprochen que se lleve el equipo a Murcia?
-Lo entiendo, pero yo sólo tengo un porcentaje de las acciones. El gobierno murciano nos pidió que, si el 30 de septiembre tenía todo lo que le habíamos reclamado, no fuéramos con una subasta. Se firmó porque estaba todo y lo hemos respetado. El acuerdo es muy bueno, pero seguiré haciendo cosas en Valencia, arraigado aquí. Ahí están mis acuerdos con las universidades. Además, seguiremos en Alzira al menos un año.

-¿Por qué la Generalitat no dio un paso adelante con este proyecto?
-Cuando tuve la reunión con Camps él dijo que adelante, pero ya era tarde. Murcia creyó en el proyecto mucho antes. Se lo presenté a Camps antes de la fecha límite, pero si el gobierno murciano cumplía no se podía hacer nada. Aun así, estoy agradecido a Camps por su interés.

-¿Le duele marcharse?
-¿Usted qué cree? Claro que me duele irme de la Comunitat. Me hacía mucha ilusión quedarme en Valencia, pero la vida viene como viene y es muy larga.

-La alcaldesa de Alzira dijo de su decisión que ha primado el dinero sobre los sentimientos.
-Es cierto que primó la firma de un acuerdo sobre unos sentimientos. Había que buscar la viabilidad y nos la dio Murcia.

-Otros dicen que ha buscado el dinero público, el de Murcia.
-No. Lo único que tenemos acordado con el gobierno murciano son los avales para un crédito, que pagaremos año a año como todo hijo de mortal.

-Acabó muy dolido con la decisión del Consell de no contar con usted para el GP de Europa. ¿La entiende ya?
-No. Pusieron al frente al de las motos y no al de los autos, aunque es algo que viene así y estos dos años lo han hecho muy bien.

-¿Sigue brindándose para ayudar al GP?
-Sí, si alguien me busca siempre me encuentra, sobre todo en proyectos que me gustan.

-¿Ha soñado ya con el día en que sus autos corran el GP de su ciudad?
-Para ese tipo de cosas soy muy frío y calculador. No hay nada que me despiste, aunque sin duda será especial. Valencia será el GP en el que tenga más trabajo. Lo importante es estar dignamente, trabajar en el día a día para que las cosas salgan bien en carrera y ya lo celebramos el domingo.

Fonte - Campos Meta