Bruno gosta de outros esportes como boxe, natação e atletismo
Bruno Senna não tinha completado 11 anos quando o tio Ayrton encontrou a curva Tamburello em Ímola. Por causa disso, ficou dez anos sem entrar em um cockpit de um carro de corrida. Mas, para 2010, é um dos possíveis competidores da Fórmula 1, depois de quase arrematar o lugar que acabou ficando com Rubens Barrichello na Brawn GP.
Em visita ao Terra na última terça-feira, Bruno Senna, 25 anos, concedeu entrevista exclusiva, em que cita esse período de dez anos como o mais esquecível de sua vida. Conta ainda a respeito de diversas preferências pessoais: filme, esporte além do automobilismo e até na cozinha.
Bruno, tal qual o tio, é corintiano, mas não tão fanático. Elege a mãe Viviane como sua personalidade mais marcante, pelo trabalho realizado a frente do Instituto Ayrton Senna. "É um projeto que fará muita diferença para o Brasil".
Confira a entrevista na íntegra:
Terra - Para você, qual a corrida mais marcante do Ayrton?
Bruno Senna - Foi em Donington, em 93. Uma corrida bem especial, na chuva, e ele já saiu na frente com um carro bem mais inferior. Foi minha favorita. Passando perto, porque dos anos 80 não me lembro tão bem (risos).
Terra - Como é seu envolvimento com o Instituto Ayrton Senna?
Bruno - Obviamente que, pela minha carreira, não consigo me envolver diretamente. Tenho um papel mais de porta-voz internacional. Passo bastante da mensagem fora do Brasil e realmente as pessoas não têm conceito do trabalho do Instituto. Faço propaganda e tem muita gente que acaba vindo fazer projetos no Brasil através do contato comigo.
Terra - Falando agora de preferências suas. Qual a cidade que você mais gostou de conhecer?
Bruno - Não sei ainda exatamente qual cidade, mas gostei muito da Austrália e de Melbourne, onde estive em 2006. É um lugar muito legal. Ainda não pude ir em Sydney, que acho, deve ser mais legal ainda. Dizem que é outro nível. Bem honestamente, sou bastante caseiro, gosto muito de São Paulo, e sempre que posso passar um tempinho em casa, aproveito.
Terra - Você torce para qual time?
Bruno - Sou corintiano.
Terra - Mas você acompanha mesmo ou não é muito ligado?
Bruno - Não sou muito de futebol (risos). Fico contente quando ganha, mas não sou fanático de ficar triste e arrancar os cabelos quando perde.
Terra - E outros esportes, você pratica?
Bruno - Preparação física eu tenho que fazer. Ainda gosto bastante de ciclismo e natação. Faço um pouco de boxe, mas é perigoso paro punho e pode me deixar um tempo de molho. Então parei um pouco, mas gosto bastante. Acompanho muito boxe na televisão, gosto muito de esportes sem bola, mais atléticos.
Terra - E no jet-sky, você se arrisca igual ao Ayrton?
Bruno - Gosto bastante, mas tive poucas oportunidades de andar de jet nos últimos tempos. Passo duas semanas no Brasil e só delas na casa de praia, mas sempre gostei bastante.
Terra - E teu prato predileto, qual é? Conte ainda uma sobremesa para nós.
Bruno - Está no meu site até (risos). É a lasanha de berinjela da minha casa. E a sobremesa é o bolo de cenoura da cozinheira lá de casa, com calda de chocolate.
Terra - Um filme e um livro, quais você citaria?
Bruno - (pensativo) Boa pergunta. Não tem um filme, mas citaria À espera de um milagre, que já deve ter uns 10 anos. Livro, não tenho lido muito, só um pouco a Bíblia. Não diria que tenho um predileto.
Terra - Conte dois momentos inesquecíveis da sua infância. Um bom e um ruim.
Bruno - O bom foi quando ganhei meu primeiro kart, um dia muito especial, e também quando ganhei minha primeira corrida de kart. Um dia ruim foi quando eu soube que não ia poder correr mais de carro de corrida.
Terra - O que você se lembra de quando seu tio morreu? Você só tinha 10 anos.
Bruno - Estava assistindo à corrida normalmente e quando você é criança, não assimila bem as coisas. Demorei para absorver o que tinha acontecido. Mas não me fez mudar a paixão pelo automobilismo, porque tenho outro ponto de vista sobre o perigo. Foi tudo bem difícil pra mim, porque ele era meu exemplo no esporte e eu perdi isso.
Terra - O que você herdou da personalidade dele?
Bruno - Minha família tem toda uma grande semelhança da forma como a gente pensa as coisas. É uma filosofia de trabalho semelhante de todos e não só do meu tio. Temos esse perfeccionismo, perseverarmos nos projetos que achamos importantes e somos sempre honestos com nós mesmos.
Terra - Cite uma pessoa que você admira que não seja ligada ao esporte?
Bruno - Minha mãe, porque ela foi capaz de fazer um trabalho fantástico com a idéia do Ayrton e transformar isso do sonho para uma realidade de muito sucesso, que com certeza fará muita diferença para o Brasil.
Terra - Ela corneta quando você não ganha? Como é essa relação de vocês?
Bruno - Não, ela é tranqüila, tem um papel bem ativo no gerenciamento da minha carreira. Me ajuda muito, porque é psicóloga formada, com minhas ansiedades e no relacionamento com minha irmã mais velha, que é minha empresária. Relacionar-se com irmão sempre é difícil. Morar, trabalhar junto, é difícil, e minha mãe foi bem importante para que a gente tenha uma boa relação.
Terra - Por que o automobilismo passa muito de pai pra filho? Ou sobrinho, em outros casos.
Bruno - Acho que todo esporte acaba criando uma expectativa do pai em ter um filho que faz isso. Às vezes começa e não continua. No automobilismo, todos têm fascinação por carro e a família gosta de carro. A molecada vê o pai correndo e cresce com aquilo no sangue. Agora, não necessariamente vai ser competente.
O piloto Bruno Senna afirmou-me que embarcará para Europa no início da próxima semana e deverá ter dois dias de testes com o novo chassis que a equipe Oreca está finalizando.
Os testes curtos serão realizados no circuito de Magny-Cours, na França, das 18:00 às 24:00h. Como é possível perceber pelos horários dos ensaios, o objetivo principal é a preparação dos pilotos para guiarem no período noturno em La Sarthe. Em seguida, o piloto brasileiro irá direto para Le Mans disputar a prova tradicional.
Bruno recuperou-se bem dos desconfortos em seu joelho esquerdo, oriundos do acidente ocorrido na Blainchmont, no circuito de Spa-Fracorchamps, quando disputava a última etapa da Le Mans Series. Conforme o próprio piloto afirmou, "está zerado", pronto para guiar em Le Mans. Desejamos muita sorte e sucesso em La Sarthe!
Lembrando que a cobertura completa da participação de Bruno Senna nas 24 horas de Le Mans você poderá acompanhar aqui no Blog .
'Elas cantam Roberto' homenageia o Rei com show em São Paulo
Que Roberto Carlos é 'Rei' ninguém pode negar. E uma festa em homenagem aos 50 anos de carreira desse ícone da música brasileira só poderia reunir muitas cantoras importantes no palco e outros tantos famosos na plateia. O show "Elas cantam Roberto", realizado nesta terça-feira, 26, levou ao palco do Teatro Municipal de São Paulo Alcione, Zizi Possi, Luiza Possi, Ana Carolina, Marília Pêra, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Sandy, Claudia Leitte, Fernanda Abreu, Marina Lima, Mart'nália, Fafá de Belém, Nana Caymmi, Adriana Calcanhotto, Celine Imbert, Paula Toller, Wanderléia, Rosemary e Hebe Camargo.
Lindíssima num vestido vermelho, Luiza Brunet chamou atenção por onde passou. Na plateia, o publicitário Nizan Guanaes e a mulher Donata Meirelles, o piloto Bruno Senna, Chitãozinho e a mulher Márcia Alves, Xororó e Noely, a apresentadora Geovanna Tominaga, o ator Marcelo Médici, o ministro dos Esportes Orlando Silva e a mulher Ana Petta, o humorista Tom Cavalcante, com Patrícia, Andreas Kisser, o guitarrista do Sepultura, Boni, Erika Palomino, Fernanda Barbosa, Beto Pacheco e músico Lucas Lima, que aplaudiu a performance da mulher, Sandy. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, também foi conferir o espetáculo.
O sobrinho do tricampeão mundial de Fórmula 1, Ayrton Senna, é o convidado desta terça-feira do Terra Esportes TV. Bruno Senna, que disputou a GP2 em 2008 e hoje compete na Le Mans Series, fala sobre sua carreira e o futuro na principal categoria do automobilismo a partir das 11h. Os internautas podem participar ao vivo enviando suas perguntas e conversando em tempo real com o piloto no chat.
O brasileiro esteve perto de chegar à Fórmula 1 após fazer testes na extinta Honda, hoje Brawn GP. Também há rumores de que a Toro Rosso teria interesse em contratá-lo para a vaga do suíço Sebastien Buemi. O interesse de equipes como Toyota, BMW e Williams também foi cogitado.
Vice-campeão na temporada passada da GP2, Bruno Senna escolheu a Le Mans para fazer um último estágio antes da principal categoria do automobilismo.
Recentemente, disputou os 1.000km de Spa, na Bélgica, quando bateu o carro na parte final da segunda etapa da prova, e já confirmou presença nas 24 horas de Le Mans, na França.
Bruno Senna voltou ao automobilismo após 10 anos afastado, pelo trauma do acidente que matou seu tio Ayrton em Ímola, em 1994. No seu retorno, atuou pela Fórmula 3 inglesa, correndo pela equipe do piloto Kimi Raikkonen, da Ferrari.
Em 2007 chegou à GP2 e, na primeira temporada, conquistou uma vitória e três pódios em dez provas. Na temporada seguinte, pela iSport International, ficou com a segunda colocação no campeonato, atrás de Giorgio Pantano.
Nesta sexta, 22 de maio, Bruno Senna esteve nos estúdios da Rádio Eldorado em São Paulo e participou ao vivo do programa Eldorado Esportes, falando sobre Le Mans Series, Fórmula 1 e seu futuro na categoria máxima. Ouça:
Motorsport Magazin.com – Bruno Senna acompanha atentamente as discussões políticas entre as equipes e a FIA, especialmente, com relação ao teto orçamentário proposto e a possibilidade de regulamentos distintos para aqueles times que não aderirem o limite proposto.
“É evidente que para desenvolver um projeto para 2010, os times precisam ter certeza do regulamento que será aprovado. Assim, no momento, só me resta aguardar que as questões entre a FIA e os times sejam realmente esclarecidas”.
Passando uns dias no Brasil, o piloto mostrou-se impressionado com a posição tomada pela Ferrari, a qual após perder a ação intentada contra a FIA visando a anulação do novo regulamento, reiterou sua ameaça de deixar a categoria: "Estou um pouco surpreso com a posição extrema tomada pela de Ferrari, especialmente, porque penso que existe a necessidade de se limitar os gastos no esporte”.
“Você precisa olhar para a realidade econômica mundial e entender que precisam ser tomadas medidas para permitirem às equipes privadas trabalharem na Fórmula 1, operando com custos menores do que os exorbitantes orçamentos atuais. Mas estou confiante de que a FIA fará um acordo com os atuais times, pois a maioria das equipes parece disposta a assumir um compromisso visando a redução dos gastos”.
”Somente quando tudo estiver resolvido é que poderei reunir com o pessoal que cuida da minha carreira para iniciarmos sérias negociações para o próximo ano. Usaremos todos os nossos contatos acumulados no ano passado. Até agora tudo não faz muito sentido, haja vista as incertezas sobre o futuro da F1 em 2010. E, logicamente, os times só passarão a pensar na contratação de pilotos, após definirem a sua própria situação na categoria”.
Bruno demonstra confiança de que conseguirá um bom contrato para 2010: "Mesmo se o limite orçamentário não vingar, acho que tenho boas opções."
Uma das possibilidades levantadas nas últimas semanas, envolve a provável entrada da equipe iSport, seu ex-time na GP2. Inclusive, o próprio Paul Jackson, chefe da equipe, deixou claro que, caso o limite orçamentário seja mantido e consiga o suporte para ingressar na categoria máxima, faria questão de contar com os serviços de Bruno.
O brasileiro comentou sobre a possibilidade: "Eu não sei a posição atual deles. No entanto, tive ciência de que nas últimas semanas Paul Jackson esteve reunido com investidores e sei que seu projeto é realmente sério. Eles são muito bons e já conheço a forma como trabalham e eles a minha. No entanto, naturalmente, existem outros fatores fundamentais, a começar pela definição das regras para o campeonato. Montar uma equipe competitiva na Fórmula 1 não é uma tarefa fácil. Assim, tão logo as coisas comecem a se definir em termos políticos, deverei me reunir com Paul e a direção do time para analisar o seu projeto proposto, mas não posso te precisar uma data específica”.
Muitos rumores têm sido veiculados na imprensa sobre a possibilidade de Bruno Senna ocupar o lugar dos “vulneráveis” Fisichella e Bourdais ainda nesta temporada: "É uma questão muito delicada, pois com a proibição da realização dos testes durante a temporada e sem qualquer preparação, correria o risco de arruinar a minha carreira. Ainda mais porque na Fórmula tudo é muito imediatista, você precisa de resultados a curto prazo”.
Todavia, Senna não descartaria a possibilidade de aceitar um convite de uma equipe de ponta ainda para 2009, atrelado a uma sólida perspectiva para 2010, desde que fosse alguma proposta muito especial. Nesse particular, cabe lembrar que as relações entre Brawn e Barrichello mostraram-se um tanto estremecidas com as declarações do piloto após o GP de Barcelona.
Bruno aproveita sua passagem pelo Brasil não só para reuniões com patrocinadores ou compromissos com a mídia, como também para tratar de seu joelho esquerdo machucado no acidente de Spa-Francorchamps: “Meu retorno para as 24 Horas de Le Mans é absolutamente certo, porque não tenho maiores problemas. Ainda sinto um desconforto no joelho esquerdo, mas a fisioterapia me permitirá retornar em perfeitas condições. Lá não só o desgaste físico, mas principalmente o psicológico será enorme, pois é preciso de concentração máxima para guiar por um longo período, especialmente, a noite”, completou.
No máximo, no início de junho o piloto brasileiro retornará à Europa: “A data exata eu ainda não sei, assim que o novo carro estiver pronto retornarei para testá-lo em Magny-Cours”. Inicialmente três ensaios foram programados pela equipe Oreca, no entanto, após a forte batina curva Blanchimont, a 280 km/h, o time precisou construir um chassis completamente novo, logo os planos poderão ser alterados.
A participação de Bruno nas próximas corridas da Le Mans Series, após a prova tradicional, ainda não foi definida, “mas é provável que haja alguma coisa nesse sentido, pois realmente gostaria de disputar tais provas. No entanto, antes de acertar a continuidade, ficarei no aguardo de alguma definição da F1”.
* Texto original em alemão, traduzido com auxílio de um tradutor eletrônico, logo poderá conter algumas imprecisões. Para conferir a matéria original, acesse o site da MOTORSPORT-MAGAZIN.COM:
Bruno Senna será um dos convidados do "Linha de Chegada", do Sportv. A confirmação vem do Blog "A Mil Por Hora", do jornalista Rodrigo Mattar, editor do programa.
O programa irá ao ar no SPORTV 2, na próxima quinta-feira (21.05), às 21:30 horas. Com apresentação de Sérgio Maurício, serão abordados os seguintes assuntos: a GP2 e a Fórmula 1 em Mônaco, além do Mundial de Motovelocidade em Le Mans. Participações dos convidados Bruno Senna e Lucas Barros (filho de Alex Barros) e dos jornalistas Lito Cavalcanti e Fábio Seixas.
Je suis désolé d’avoir autant tardé à vous raconter les 1000Km de Spa, mais j’étais tellement déçu et on était tellement occupés en début de semaine à analyser ce week-end frustrant que j’ai préféré attendre pour vous faire le résumé de la situation. En fait, j’étais surtout déçu parce qu’on a mal fini (la n°10 cassée et pas de podium avec la n°11) un week-end qui aurait dû se terminer aussi bien qu’il avait commencé. Notre Oreca-AIM, pour sa première sortie officielle en configuration 2009, était très performante aux essais (2ème ligne de la grille de départ, à côté d’une Lola-Aston Martin et juste derrière les Peugeot). En début de course, Bruno Senna était dans le peloton de tête, derrière les deux intouchables 908, puis Bruno et moi nous avons réussi à remonter deux fois de la 12ème à la 7ème place, après deux problèmes imprévisibles mais pas insolubles (crevaison, puis température d’huile).
Mais Spa n’est pas pour rien un circuit mythique, un circuit très exigeant où la moindre erreur se paie cash et où chaque sortie du Safety Car oblige à beaucoup réfléchir, vu la longueur du circuit. Il y en a eu cinq dimanche et la dernière, provoquée par la glissade de Bruno sur un vibreur mal placé, a eu pour conséquence que la 11 de Panis-Lapierre est restée bloquée dans les stands, au feu rouge, en attendant le passage du peloton, au lieu de retrouver sa 3e place bien méritée: pas de chance ! Voilà, c’est tout pour Spa et il faut se dire que ça servira forcément au Mans, comme expérience supplémentaire. Les 24 Heures, c’est déjà dans moins d’un mois et on va avoir beaucoup de travail pour les préparer au mieux. Je les ai ratées en 2008, vous savez pourquoi, et je les retrouverai dans un proto pour la première fois depuis l’Audi-Oreca de 2005, avec comme coéquipiers Bruno Senna et Tiago Monteiro. On ne va pas s’ennuyer !
En attendant, je vais enfin pouvoir débuter, comme prévu, le Championnat de France GT3 dans la nouvelle Audi R8 LMS. Ce sera le dernier week-end de mai (30-31) à Magny-Cours, un autre circuit que je connais bien, et dans une voiture qui vient de faire un podium à Dijon pour sa première sortie en France, avec Frank Biela et Yvan Lebon au volant (cf communiqué). J’ai hâte d’y être, surtout après avoir testé cette R8 LMS au Paul Ricard HTTT juste avant de partir à Spa. Elle est phénoménale et je vais vraiment me faire plaisir dans ce championnat, avec Yvan Lebon ou David Hallyday comme coéquipier, selon les courses. Les deux sont très bons, donc ça va continuer à aller très vite toute la saison, et tant mieux. Voilà, c’est tout pour aujourd’hui mais je ne peux pas terminer cette chronique sans évoquer le Grand Prix de Monaco, le week-end prochain en Principauté. Malheureusement, je ne pourrai pas y courir en Porsche SuperCup, car il n’y a plus de pilotes invités cette année, mais je serai sur place et très occupé toute la semaine. Pour moi, ce sera beaucoup plus agréable que l’an dernier, comme vous pouvez l’imaginer, donc je vais en profiter au maximum et rencontrer beaucoup de gens que j’aime beaucoup, venus de Belgique et d’ailleurs pour participer à l’événement de l’année à Monaco. Dès le mardi soir, il y aura le match de football du Stars Team for Children, avec Schumi, Trulli et compagnie, auquel je ne pourrai pas participer à cause de ma cheville encore un peu douloureuse. Et le mercredi soir à La Rascasse il y aura une grande fête en l’honneur de mon pote Allan McNish et de sa deuxième victoire au Mans, en 2008, organisée par le British Racing Drivers Club (BRDC) en présence de toute la crème des pilotes britanniques (Damon Hill, David Coulthard, Jenson Button, etc.). Comme on avait gagné ensemble en 1998 et que j’habite à Monaco, comme lui, Allan a été obligé de m’inviter, et Tom Kristensen aussi. Vu l’heure à laquelle on va se coucher, heureusement qu’on n’aura pas besoin de rouler le lendemain dans une F1 !