Blog Sem Fins Lucrativos, somente com o intuito de divulgar a carreira do piloto Bruno Senna e o IAS. Carol Lo Re

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Bruno Senna Barcelona test report, day 1


Honda runs a dual test programme with Test & Reserve Driver Alex Wurz and the two young Brazilians Bruno Senna and Lucas di Grassi.
Date: Monday 17 November

Track: Circuit de Catalunya, Spain

Drivers: Alex Wurz / Lucas Di Grassi / Bruno Senna
No of Laps: 77 laps / 48 laps / 39 laps

Best Lap Time: 01:21.198 / 1:25.512 / 1:24.343

Kilometres Covered: 763.5kmTrack Length: 4.655km
Weather: Cold and sunny

Ambient Temperature: Lunchtime 13°CTrack Temperature: Lunchtime 26°C
The Honda Racing F1 Team returned to the test track today just two weeks after the 2008 season finale in Brazil as the Formula One teams travelled to the familiar testing venue of the Circuit de Catalunya in Barcelona to commence preparations for the 2009 season.
The three-day test will see the Honda team run two programmes. Alex Wurz and Jenson Button will focus on the development of the 2009 car whilst the team also evaluates young Brazilians Lucas Di Grassi and Bruno Senna.
Alex kicked off the main test programme evaluating various aerodynamic components for next season and running the Bridgestone Potenza slick tyres. Jenson will take over the car tomorrow to complete the final two days of the test.
Lucas was the first of the young drivers to complete his half-day familiarisation programme this morning. He went out for an initial run on grooved tyres to acclimatise to the car before the team fitted used slicks for the remainder of the session. After lunch, Bruno took to the track for his first ever drive in a Formula One car. He followed the same programme as Lucas, starting on grooved tyres before moving to used slick tyres midway through the session.
Lucas will complete a full day of running tomorrow with Bruno taking over the car on Wednesday.
ALEX WURZ“The view from the cockpit is just so much nicer with slick tyres on the car! As a driver, I prefer the driving style with slicks so I am happy that the change has finally come, even if it is too late for me to race with them. My focus for today was on gathering information on the tyres whilst running various 2009 downforce levels. We have come away with good answers and a clear direction so I am pleased with the work that we achieved. It was nice to see the two young guys in action with Honda today. Both understood the car very quickly but how they develop from here with a full day in the car will be important.”
LUCAS DI GRASSI“My first day in the Honda car has been a good experience. The focus of my half day programme today has been to get the best possible feeling for the car ahead of my full day tomorrow. One of us had to be the first out on track today and that was me, but this morning the track was really very ‘green’ and took a while to improve. I ran with slick tyres for the first time and in a car that is both new to me and which had a combination of 2008 and 2009 aero elements, so it was a totally new experience for me but a very enjoyable one. Today I have been using old tyres, running with low downforce and working through a variety of set-ups. Tomorrow will be a better test of what I am capable of.”
BRUNO SENNA“The first day of my first Formula One test has been just as big a moment as I expected it to be. I have also had a lot of fun and really enjoyed myself. This morning I focused on doing as much as I could to prepare for my turn. I listened to the team radio and watched and learned how the team works. I was feeling quite calm but on my first lap out of the garage I realised the significance of the moment. This is a very special opportunity and one which has been a dream my whole life. The team were great and left it to me to find my level, but by the end of my second run I was feeling very much at home in the car. There were lots of new sensations as the gearshifts, engine power and aerodynamics compared to a GP2 car were all very different. I need a few adjustments to be fully comfortable in the car for Wednesday but generally I am feeling good. Obviously my full day is when everything will count but I am very pleased with what I achieved today and the more laps I do, the quicker I’ll be hopefully. A great, great day for me and I am incredibly grateful to the Honda team for making it possible.”
RESULTS (All timings are unofficial)
1. Takuma Sato (Toro Rosso) 1:20.763 (121 laps)

2. Sebastien Buemi (Toro Rosso) 1:21.071 (117 laps)

3. Alex Wurz (Honda Racing F1 Team) 1:21.198 (77 laps)

4. Pedro De La Rosa (McLaren) 1:21.417 (65 laps)

5. Gary Paffett (McLaren) 1:21.956 (78 laps)

6. Luca Badoer (Ferrari) 1:22.038 (94 laps)

7. Robert Kubica (BMW) 1:22.341 (56 laps)

8. Sebastien Loeb (Red Bull) 1:22.503 (82 laps)

9. Nelson Piquet (Renault) 1:22.560 (80 laps)

10. Christian Klien (BMW) 1:22.883 (53 laps)

11. Nico Hulkenberg (Williams) 1:23.467 (116 laps)

12. Tonio Liuzzi (Force India) 1:23.794 (86 laps)

13. Adrian Sutil (Force India) 1:23.832 (88 laps)

14. Marc Gene (Ferrari) 1:24.177 (32 laps)

15. Bruno Senna (Honda Racing F1 Team) 1:24.343 (39 laps)

16. Giedo Van Der Garde (Renault) 1:24.908 (32 laps)

17. Lucas Di Grassi (Honda Racing F1 Team) 1:25.512 (48 laps)


BRUNO SENNA "O primeiro dia do meu primeiro teste de Fórmula Um, foi apenas um momento tão grande quanto eu esperava que fosse. Também tive muita diversão e realmente me gozavam. Esta manhã, incidiu sobre fazer tanto quanto eu podia para preparar a minha vez. Ouvi a equipe do rádio e vi e aprendi como a equipe trabalha. Eu estava me sentindo bastante calmo, mas no meu primeiro colo para fora da garagem, compreendi o significado do momento. Esta é uma oportunidade muito especial e um que tenha sido um sonho minha vida inteira. A equipe estavam empolgante e deixei-me a encontrar o meu nível, mas até o final da minha segunda passagem Eu estava me sentindo muito em casa, no carro. Havia muitas e novas sensações como a gearshifts, a potência do motor e aerodinâmica, em comparação com um carro GP2 e todos muito diferentes. Preciso de alguns ajustes para ser totalmente confortável no carro para quarta-feira, mas geralmente estou sentindo bem. Obviamente meu pleno dia é quando tudo vai contar, mas estou muito satisfeito com aquilo que eu hoje alcançado o mais voltas e eu faço, eu vou ser o mais rápido eu espero. Um grande, grande dia para mim e estou extremamente grato à equipe Honda para tornar isso possível. "

RESULTADOS DOS TESTES 17 DE NOVEMBRO NA CATALUNYA


HONDA WINTER TESTING - TODAY BRUNO SENNA

Monday 17 November
Alex Wurz
Lucas Di Grassi (morning)
Bruno Senna (afternoon)

Tuesday 18 November
Jenson Button
Lucas Di Grassi

Wednesday 19 November
Jenson Button
Bruno Senna

domingo, 16 de novembro de 2008

Entrevista com Bruno Senna.

- Seu espírito competitivo foi estimulado desde cedo, em simples brincadeiras com o jet ski, em Angra dos Reis.
E o ‘professor’ era ninguém menos do que o tio Ayrton Senna. “Mais competitivo do que ele não existia. E não era do feitio dele me deixar ganhar”, recorda Bruno Senna, hoje aos 25 anos.
A partir de segunda-feira, a ‘diversão’ do sobrinho do tricampeão mundial de F-1 será outra: pela primeira vez, Bruno testará um carro da categoria, no circuito de Barcelona, pela Honda. Vice-campeão da GP2, ele disputa uma vaga de titular com o brasileiro Lucas Di Grassi.
De Londres, Bruno falou por telefone, ao ‘Ataque’ sobre a expectativa pelos testes.
Relembrou bons momentos com o tio, e também os anos difíceis longe do automobilismo, depois da morte de Ayrton Senna no GP de San Marino, em 1994, e do pai, num acidente de moto.—Você está prestes a testar um Fórmula-1 pela primeira vez.
Está ansioso?—Estou superanimado para andar, ainda mais que estou há quase dois meses parado. Minha última corrida na GP2 foi no fim de setembro.
Todo piloto, no meu lugar, estaria doido para entrar no carro e dar uma acelerada.
—Como foram os dias na fábrica da Honda?
—Fiz tudo o que precisava antes dos testes, vendo os procedimentos de rádio, da parte eletrônica. É bem interessante ver como funciona uma equipe de F-1, muito diferente da GP2.
A fábrica da Honda tem uma estrutura bem legal e estou animado.
—Você vai disputar vaga com o Lucas para o lugar do Barrichello.
Como vê essa briga entre brasileiros?—Não existe briga entre brasileiros. A disputa é entre pilotos. É uma disputa direta.
Quem fizer o melhor trabalho vai ficar com a vaga.
—O Barrichello o aconselhou a não ir para a Honda, alegando que, com pouca experiência, seria queimar um cartucho.
Como você recebeu esse conselho?
—Acho que vai ser uma experiência fantástica participar do desenvolvimento do carro, ainda mais com o Ross Brawn (chefe de equipe), com quem tenho muito a aprender e que pode me ajudar a ir em frente. Agora, se é a equipe certa ou não, vou ter que esperar para ver.
—Mas é claro que você não vai seguir o conselho ...
—É lógico que não (risos). Vou pagar para ver.
—Mesmo testando com a Honda, ainda existe chance de ir para a Toro Rosso?
—Não fechei portas. Estamos vendo com a Toro Rosso a chance de testar, dependendo de como será na Honda.
—É verdade que você ofereceu US$ 14 milhões por uma vaga na Toro Rosso?
—É pura especulação. O que a Toro Rosso faz é pedir aos pilotos que levem patrocínio. Mas a realidade é que nunca ofereci 14 milhões para correr em lugar algum.—Está preparado para as comparações com seu tio?
—A realidade é que, se eu tiver que andar em 2009, vai ser por esforço e mérito próprios, não pelo sobrenome. As equipes não têm interesse em pilotos que não tenham realmente potencial. A pressão vai existir, ainda mais com os brasileiros, que são muito exigentes.
—Você se sente pronto para entrar na Fórmula-1?
—O desafio é imenso porque, na F-1, o nível técnico é muito grande. Tenho que aprender bastante, mas prefiro ser piloto titular do que pegar uma vaga como piloto de testes e não fazer muita coisa. Na minha carreira, quase sempre dei a cara para bater. Dei passos grandes e nunca caí. Os primeiros anos foram difíceis, mas hoje estou consciente do que posso fazer.
—Como foi o retorno ao automobilismo, depois de tanto tempo afastado?
—Com certeza, foram dois anos superdifíceis. Não tinha experiência de corrida, de como lidar com determinadas situações. E competia com pilotos com mais experiência do que eu, na Fórmula-BMW e na Fórmula-3. Hoje em dia, tenho vitórias e sei lidar com a dificuldade, com os momentos de decisão.
—Como foi ficar tanto tempo longe da pistas?
—Andei de kart dos 5 aos 10 anos. Mas, depois que o Ayrton faleceu, fiquei parado, mesmo. Foram oito anos e meio sem andar absolutamente de nada. De 2002 para 2003, voltei a correr de kart, mas quebrava mais costelas do que qualquer outra coisa. Com o tempo, fui sentindo cada vez mais falta do esporte, de correr. Aos 16 anos, via a molecada que andava comigo correndo de kart, e aquilo começou a me incomodar. Ficou bem difícil de aceitar quando comecei a ficar mais pró-ativo.
—Sua mãe, Viviane, tinha muito medo, não é?
—Ela tinha muito receio de eu começar a correr, pelo fator perigo. Ela ficou preocupada com o assédio da imprensa, com a pressão. E achava que era mais molecagem. Por muito tempo, não falei sobre isso com ela
—E quando você passou a dirigir no trânsito?
—É claro que tinha um histórico de acidentes na família, com a morte do meu pai também. Mas minha mãe sabia que eu tinha responsabilidade. Sofri um acidente na Fórmula-3, em 2006, que depois foi um alívio. A segurança no automobilismo, atualmente, é maior do que na época em que o Ayrton corria.
—Ela ainda fica muito nervosa nas corridas?
—Ela fica nervosa, claro. Mas a coisa boa é que a ansiedade dela hoje não é pelo medo de um acidente, mas pela expectativa de um resultado bom, de ficar pensando nos pontos do campeonato.
—A falta de experiência pode pesar na Fórmula-1?—Só correndo é que se adquire experiência. Estou bem tranqüilo. É difícil um piloto ter um sucesso enorme logo na estréia na F-1.
—Neste ano, você ganhou uma corrida da GP2 em Mônaco, onde seu tio venceu seis vezes. Foi a mais emocionante até agora?
—Ganhar em Mônaco foi realmente uma sensação muito especial. É um desafio completamente diferente, uma pista bem peculiar. Foi uma satisfação grande, uma experiência fantástica. Lembrei do Ayrton quando terminou a corrida e quando estava indo para o pódio. Mas desejo voltar a vencer em Mônaco na Fórmula-1.
—Quais pilotos admira?—O Felipe, o Hamilton. O Alonso, para mim, foi o melhor piloto da temporada. Tem o Kubica, o Vettel... A F-1 está num nível alto.
—E de todos os tempos, é o seu tio?—Minha grande referência é mesmo o Ayrton.
—Você tem características semelhantes às dele?
—Na família, temos várias características semelhantes, com personalidades parecidas, apesar de cada um ter sua individualidade. Então, posso falar alguma coisa ou ter um ponto de vista semelhante ao do Ayrton. Em termos de pilotagem, acho que a semelhança é de andar bem na chuva, naturalmente.
—Quais as recordações que você guarda dele?
—A maioria das memórias é das corridas. E, quando ele estava no Brasil, íamos para Angra ou para a fazenda. Era sempre uma diversão competitiva. Lembro das corridas de jet ski, ele me puxando de esqui. Ele tinha um jeito peculiar de estimular meu lado competitivo que era disputando comigo.
—E deixava você ganhar?
—Nada! Mais competitivo do que ele não existia. Não era do feitio dele me deixar ganhar. Tinha que suar bastante a camisa.
—Como é o seu dia-a-dia em Londres?
—Estou aqui há quatro anos e meio. Treino de manhã, almoço, depois tenho outro treino, volto em casa para jantar. Chego cansado e quero ver TV ou jogar video game. Às vezes, faço boxe. Gosto também de esportes aquáticos. Tem uma moça que faz comida. Moro com minha irmã, Bianca, que é minha empresária e faz toda a diferença.

O dia online.

sábado, 15 de novembro de 2008

"Bruno Senna é muito melhor que Di Grassi", diz Nelsinho


Se depender da torcida do companheiro de Renault, Lucas Di Grassi não vai ficar com a vaga na Honda após os testes da próxima semana. Nelsinho Piquet desvalorizou o potencial do piloto de testes que ameaçou o seu posto na equipe francesa durante a temporada e afirmou que Bruno Senna tem mais condições de conquistar um lugar na Fórmula 1.
Nelsinho Piquet não acredita no potencial do seu colega e aposta em Bruno Senna
Lucas Di Grassi fará testes na Honda na próxima semana, visando um lugar na F-1
"O Bruno é muito melhor que o Lucas", disparou Nelsinho após fazer o quarto melhor tempo no treino classificatório para as 500 Milhas da Granja Viana, tradicional competição de kart realizada em São Paulo. Deixando de lado a rivalidade Senna-Piquet, Nelsinho discordou da hipótese de que Di Grassi estaria mais preparado para conquistar a vaga, dada a sua experiência como piloto de testes da Renault. "O Bruno andou muito melhor na GP2 e tem bem mais talento que o Lucas", reforçou. Lucas Di Grassi é colega de Nelsinho na Renault, e junto com Bruno Senna, fará na semana que vem uma bateria de testes com a Honda. A equipe japonesa poderá escolher um dos dois para correr ao lado do inglês Jenson Button na próxima temporada. Ambos fizeram boa campanha na GP2 em 2008 e, como lembrou Nelsinho, Bruno ficou em segundo lugar, enquanto Di Grassi terminou o ano em terceiro. Um deles deverá abocanhar a vaga de Rubens Barrichello na escuderia."O Rubinho, com certeza, tem muito mais experiência e está num nível melhor. Agora, tem que ver se a equipe quer um piloto para o futuro, para investir, ou se quer alguém só para o ano que vem. Depende da estratégia deles", avaliou Nelsinho.
Fonte: Esporte UOL

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

AutoSport:Bruno Senna: "Tudo farei para mercer um lugar na F1"

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Bruno Senna quer provar no teste que irá realizar com a Honda, merecer um lugar na Fórmula 1. O sobrinho do malogrado Ayrton Senna vai estrear-se aos comandos de um Honda de Fórmula 1 na próxima semana em Barcelona, teste onde a equipa nipónica vai avaliar os candidatos ao lugar que em princípio será deixado vago por Rubens Barrichello:

"Ter esta oportunidade é um sonho! Mesmo só correndo há quatro anos, parece que já espero pela F1 há mais de dez anos. Tenho trabalhado imenso, especialmente em termos físicos."
"Sei o que muitos esperam de mim devido ao meu sobrenome, mas farei o possível para mostrar potencial, e merecer um lugar na equipa.", referiu Senna à Gazzetta dello Sport.
Fonte: AutoSport

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TÉO JOSÉ DIZ: BRUNO SENNA, BOM DE CABEÇA.


Ontem tive meu primeiro contato direto com Bruno Senna. Fiquei impressionado com sua postura. É um piloto diferenciado. Na próxima segunda-feira, na parte da tarde, ele senta pela primeira vez - para valer - em um carro de Fórmula 1. Já dirigiu uma Lotus, que foi do tio, em evento festivo. Está muito tranqüilo. Diz que não sente pressão, nem ansiedade, e não tem perdido minutos de sono com a proximidade do primeiro passo de seu objetivo de vida -- que é ser piloto da categoria.

Bruno acha que, pelos dois anos de piloto de testes na Renault, Lucas Di Grassi vai ter vantagem nas primeiras voltas. Apesar de saber que os carros são bem diferentes. Gostou da escolha do circuito: ”já andei muito em Barcelona, consigo ser rápido lá. É uma pista que adoro. Este é um ponto positivo.”

Bruno afirma não ter apenas a Honda como opção. As portas na Toro Rosso estão abertas e, dependendo do resultado da semana que vem, ele pode andar na equipe em novo treino no mês de dezembro. Sobre ser piloto de testes da McLaren, afirmou que o contato foi superficial. Mas, não que descartar nada agora.

Sabe que chegou tarde ao automobilismo e por isso precisa se dedicar mais agora. Ele quer superar o que perdeu com muita determinação e cabeça aberta para aprender. Se o momento de estréia não for agora, pode sim fazer mais um ano na GP2 e se ligar a uma equipe para buscar a vaga de titular em 2010.

Sobre isto, senti uma vontade muito grande no piloto e mais: determinação. Aliás, o que mais me chamou atenção foi a simplicidade na forma que encara a sua atual situação e a busca pelo objetivo com trabalho: “o nome Senna ajuda sim, mas só até o momento de ir para pista. Ali tenho de mostrar serviço e de nada adianta ser filho ou sobrinho”.

No GP do Brasil conversei com um amigo que já trabalhou com vários pilotos jovens e disse ter tido boas referencias do Bruno. O pessoal da GP2 sempre falou que se trata de alguém muito rápido, como poucos que estavam na categoria. Só que precisa de uma base de automobilismo maior. Chegou maduro ao vestibular, mas sem a base perfeita. Segundo este amigo, ele tem superado isto com cabeça, profissionalismo, dedicação e disciplina.

Ainda vou falar mais sobre o papo. Adianto que, realmente, fiquei impressionado. Tenho dúvidas ainda de seu potencial, torço para dar certo. É o tipo de pessoa que gostaria de ficar mais tempo conversando. Tem muito a dizer e com conteúdo. Espero que realmente transfira isto para pista. O caminho não fácil, mas pela determinação não se pode deixá-lo de lado.


BLOG DO TÉO JOSÉ.